25 de Abril de 1974 - Salgueiro Maia (à esquerda) e Maia Loureiro (de dedos em V) acabam de assegurar a adesão do Regimento de Cavalaria 7 à Revolução, ultrapassando o confronto que esteve eminente na Av. Ribeira das Naus. Fotógrafo: Eduardo Gageiro
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts. Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.

3 de fevereiro de 2011

Resposta às duas dúvidas da Madalena (6.º 10)

A posição de muitos nobres e do clero face ao novo regime
Foi uma das questões levantadas na última aula.
Penso que facilmente compreenderás que nem todas as pessoas estavam satisfeitas com a alteração do regime (passagem para o regime de monarquia liberal). Houve quem tivesse perdido direitos e privilégios com a aplicação da igualdade perante a lei. Foi o caso da nobreza e do clero. Por esse motivo, houve muitas pessoas desses grupos sociais que se colocaram do lado de D. Miguel, procurando fazer com que o regime voltasse a ser uma monarquia absoluta.
Por haver posições contrárias - liberais e absolutistas - é que houve uma guerra civil, uma guerra que colocou frente a frente cidadãos do mesmo país.
Ver o texto da página 60 do manual - "D. Miguel à frente dos absolutistas"

Apontar as implicações da abertura dos portos do Brasil
Se, a partir de 1808, com a chegada da família real e da corte ao Brasil, D. João VI abriu os portos brasileiros ao comércio das nações amigas (fundamentalmente, a Inglaterra), isso significa que o comércio dos produtos brasileiros com outros países deixava de ser feito através de Portugal como era até aí (ver o mapa da figura 7, página 54 do manual), para ser feito directamente pelos comerciantes do Brasil ou ingleses. Em Portugal é que esses negócios deixaram de contar, prejudicando os comerciantes portugueses. Esta foi a grande consequência (implicação) da abertura dos portos brasileiros.
Ver o texto da página 54 do manual - "A independência do Brasil"

Esclarecida?
Bom trabalho

Sem comentários:

Enviar um comentário