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22 de fevereiro de 2016

Fábricas do Seixal do século XIX

Fábrica da Companhia de Lanifícios da Arrentela




Vista aérea da antiga fábrica (2005)

Fábrica de Vidros de Amora



Vista aérea do local onde se localizava a fábrica (2005)
As instalações fabris da imagem são da fábrica de cortiça Queimado & Pampolim
Neste sítio localiza-se, hoje, um hipermercado


Fábrica da Pólvora de Vale de Milhaços



Vista aérea (2005)
A antiga fábrica é, hoje, uma extensão do Ecomuseu Municipal do Seixal.


13 de outubro de 2013

Paulo da Gama

A propósito do patrono da escola (e do agrupamento), a sua biografia.

Paulo da Gama era o irmão mais velho de Vasco da Gama e foi seu companheiro na viagem à Índia, comandando a nau S. Rafael. É desta nau a imagem do Arcanjo S. Rafael, santo patrono do navio, que se encontra numa das salas do Museu de Marinha, em Lisboa.

Arcanjo S. Rafael (Museu de Marinha)
Na viagem de regresso, a nau, não estando em condições,
foi queimada, mas a imagem passou para o navio
de Vasco da Gama. Nas viagens seguintes que fez à Índia,
Vasco da Gama levou-a consigo.

Em Calecute, Paulo da Gama ficou encarregado do comando de toda a esquadra, enquanto Vasco da Gama foi a terra conferenciar com o soberano. Durante a viagem de regresso a Portugal adoeceu gravemente, possivelmente de tuberculose. Na tentativa de salvar o irmão, Vasco da Gama fretou uma caravela em Santiago (Cabo Verde), para chegar mais rapidamente.

Tendo aportado na ilha Terceira (Açores), em Julho de 1499, Paulo da Gama viria a falecer no dia seguinte ao da entrada no porto de Angra. Foi sepultado na igreja de Nossa Senhora da Guia do convento de S. Francisco (atualmente Museu de Angra do Heroísmo), onde pode ser vista a lápide evocativa da sua sepultura.

Lápide existente na Igreja do Convento de S. Francisco
(Angra do Heroísmo)
Segundo a tradição, a família dos Gamas teria propriedades na região do Seixal, nomeadamente na zona em que funcionou a primitiva escola Paulo da Gama, por isso lhe foi dado o seu nome.
Brasão dos Gamas sobre o portão de entrada na Quinta da Fidalga (Arrentela)
Visita do 9.º 8 ao Museu de Angra do Heroísmo (1997)
500 anos depois da partida de Vasco e de Paulo da Gama para a
viagem de descobrimento do caminho marítimo para a Índia.


18 de maio de 2011

O Seixal e a República (4)


Resolução:
1897 - Cooperativas de consumo na Amora
1898 - Cooperativa de consumo na Arrentela
1910 - Constituição de associações de operários corticeiros, no Seixal, e vidreiros, na Amora
1911 - Cooperativa de consumo no Seixal
A imagem diz respeito à greve de 200 trabalhadores da fábrica corticeira Mundet, em 1909.
O símbolo maçónico que deu nome à célula n.º 62 foi o triângulo, representado na primeira imagem.
A república foi aqui proclamada a 4 de Outubro, como em muitas outras localidades da margem Sul, onde os comités republicanos estavam envolvidos na preparação da revolução.

O Seixal e a República (3)


Resolução:
Para além das escolas, as instituições que ajudavam a combater o analfabetismo eram fábricas, associações e centros republicanos.
Festa da Árvore
O comício republicano está representado na primeira fotografia e decorreu depois do regicídio, na Quinta dos Franceses, no Seixal, com a presença de António José de Almeida, que viria a ser Presidente da República.

O Seixal e a República (2)


Resolução:
Fábricas:
Companhia de Lanifícios da Arrentela - produzia tecidos de lã
Fábricas de Garrafas de Vidro da Amora - produzia garrafas de vidroComeçaram a funcionar no século XIX
A população do concelho trabalhava ainda nas indústrias de curtumes, conservas, construção naval, moagem, cortiça e sabão.
Exemplos de produtos cultivados nas quintas: uvas (vinha), arroz, aveia, milho, feijão, grão-de-bico, fava, ervilha, lentilha, chícharo, tremoço e batata.
Ordem das moedas: Euro (1 euro), Escudo (200 escudos) e Real (200 réis)
Moeda utilizada a partir de 1911: Escudo

O Seixal e a República (1)


Resolução:
No Seixal, a República foi proclamada no dia 4 de Outubro, à 1 hora, no edifício da Câmara Municipal (o 1.º edifício à esquerda, na imagem).
As cores da bandeira eram o verde e o vermelho.
Autor da música do hino nacional - Alfredo Keil
Autor da letra do hino nacional - Henrique Lopes de Mendonça
Heróis do mar, nobre povo - Portugueses
Nação valente e imortal - Portugal
Freguesias do concelho que não existiam (ou não pertenciam ao Seixal) em 1910 - Corroios e Fernão Ferro 
1910 - 6.814 habitantes
2001 - 150.271 habitantes



O Seixal e a República - Introdução

Como foi aqui anunciado, o Ecomuseu Municipal do Seixal (EMS) promoveu a exposição O Seixal e a República, integrando a celebração do centenário da implantação da República Portuguesa.


Essa exposição, que passou pelas diferentes escolas do concelho, aborda o contributo dos republicanos da margem Sul do Tejo para o êxito da revolução e o modo como se viveu no concelho do Seixal a mudança de regime.
A exposição faz ainda a caracterização económica e social do concelho em finais do século XIX/inícios do século XX, fornecendo informações que nos ajudam a pensar sobre os ideais republicanos: os direitos e deveres de cidadania, a diferença de direitos cívicos e políticos entre homens e mulheres, o trabalho infantil e outros.

O EMS preparou, ainda, um conjunto de fichas que ajudava os alunos a explorarem a exposição.
As turmas do 6.º 6 e do 6.º 10 tiveram oportunidade de a visitar, na Biblioteca da nossa escola.
Agora que estamos a concluir o estudo da República, vamos publicar aqui as referidas fichas e a sua resolução.

22 de março de 2010

A Festa da Árvore e o Seixal

«As primeiras Festas da Árvore iniciaram-se em Portugal na fase muito final da Monarquia por iniciativa de organizações republicanas.
A 26 de Maio de 1907 realizou-se no Seixal a 1.ª Festa da Árvore, promovida pela Liga Nacional de Instrução, criada para promover a instrução nacional e principalmente o ensino primário popular. Destacam-se na sua organização duas figuras ilustres da Maçonaria – António Augusto Louro que presidiu à Comissão que promoveu a Festa da Árvore e Manuel Borges Grainha da Liga Nacional de Instrução. A Festa foi um enorme sucesso ao qual aderiram alunos, professores e população do Seixal mas também destacados cidadãos e populações das proximidades.

(…) Estava assim iniciado um movimento cultural e cívico de celebração dos benefícios da Árvore e da Floresta, constando essencialmente da plantação de árvores, de um ambiente festivo e de discursos de propaganda a favor da árvore.»
José Neiva Vieira, in O Culto da Árvore e a 1.ª República 

A imagem é copiada de História do Concelho do Seixal, de Eugénio Silva - obra em banda desenhada.
Muitos de vocês devem ter este livro em casa.

Prof.