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16 de fevereiro de 2017

Turma do 6.º C - Correção de trabalhos

Não tendo havido tempo para fazer a correção escrita de todos as fichas/guias de estudo realizados sobre:

  • o reinado de D. José I/a governação do Marquês de Pombal - terramoto de 1755 e reformas pombalinas;
  • as invasões francesas;
  • a revolução liberal e a Constituição de 1822;

podem encontrar aqui a correção dos trabalhos.
Espero que vos possa ser útil.

Bom estudo.


14 de fevereiro de 2017

Turmas do 5.º ano - Correção de exercícios e fichas de trabalho

Não tendo havido tempo para fazer a correção escrita de todos os exercícios e fichas de trabalho realizados sobre a presença romana e a presença muçulmana na Península Ibérica, podem encontrar aqui essa correção.

Espero que vos possa ser útil.

Bom estudo.


12 de fevereiro de 2017

A herança muçulmana na Península Ibérica

Uma apresentação "animada" sobre a herança muçulmana na Península Ibérica, para uma melhor visualização das marcas mais significativas deixadas pela civilização islâmica no nosso território.




10 de fevereiro de 2017

Ficha de avaliação - 5.º ano

Os alunos das turmas 5.º D, 5.º E e 5.º H encontram aqui o guião de estudo  para a primeira ficha de avaliação a realizar este período.

Bom trabalho

Qualquer dúvida pode ser posta para carloscarrasco9@gmail.com


4 de fevereiro de 2017

Ficha de Avaliação - 6.º ano

Os alunos das turmas 6.º C, 6.º D e 6.º E encontram aqui o Guião de Estudo para a primeira ficha de avaliação a realizar este período.

Bom trabalho

Qualquer dúvida pode ser posta para carloscarrasco9@gmail.com


28 de janeiro de 2017

Turma 6.º D - TPC

Guia de Estudo n.º 3, sobre a revolução francesa e as invasões francesas.
A entregar até ao dia 1 de fevereiro (4.ª feira).

Guia de Estudo n.º 3 - página 1

Guia de Estudo n.º 3 - página 2


16 de janeiro de 2017

Turmas 6.º C, 6.º D e 6.º E - TPC

Os alunos que não têm disponível o Caderno de Perguntas, encontram em baixo a ligação às duas páginas da ficha n.º 2.

Os prazos do trabalho de casa é o seguinte:

6.º C - 20 de janeiro (6.ª feira)
6.º D e 6.º E - 23 de janeiro (2.ª feira)

Guia de Estudo n.º 2 - pág. 1

Guia de Estudo n.º 2 - pág. 2


15 de janeiro de 2017

Os Romanos na Península Ibérica

Seleção de alguns excertos de um documentário da RTP2 sobre o Império Romano e a presença dos Romanos na Península Ibérica.




O latim, as línguas indígenas e o português

Numa aula, perguntaram-me alguns alunos sobre as línguas faladas na Península Ibérica antes do domínio romano.
Sobre línguas antigas, não será possível conhecê-las se não tiverem passado à forma escrita. Na altura, não havia processos de gravação!
A língua falada é um património não material - se não ganhou forma escrita, não é conhecida. Poderão existir, no máximo, algumas hipóteses.

Sobre o latim na origem do português - como foi o processo de difusão/adoção do latim - transcrevo as palavras de um conceituado historiador português, A. H. de Oliveira Marques (1933-2007):
«As línguas indígenas pouca ou nenhuma importância tiveram no nascimento e na evolução do português. (…) Eram os indígenas que aprendiam o latim, e não os Romanos que aprendiam os idiomas locais. Todas as comunicações, a legislação e o sistema escolar assentavam no latim. Durante alguns séculos, podiam os indígenas ter falado um dialeto local qualquer acrescentado a palavras e a formas latinas. À medida que o tempo ia passando, esse falar desvaneceu-se até desaparecer por completo. Não faltam as provas históricas para afirmar que a colonização romana cuidou a sério da difusão da língua latina e dos costumes romanos entre os indígenas. Os resultados seriam perfeitos e permanentes.»
A. H. de Oliveira Marques, História de Portugal (vol. I)


Sobre o português e a sua forma escrita, poderá ser interessante ler isto.


12 de janeiro de 2017

Ammaia - Um mistério com 2 mil anos

Sobre a cidade romana de Ammaia, a RTP2 produziu um documentário.
Fiz uma seleção de alguns excertos. Será interessante para os alunos que estudam a presença romana na Península Ibérica e para todos que se interessam pelo património histórico.



11 de janeiro de 2017

Invasões francesas - vídeo

Aproximam-se as invasões francesas!...
Um pequeno vídeo, com sentido de humor, para melhor compreender os franceses que nos invadiram.




5 de janeiro de 2017

Vidros romanos

Houve alunos do 5.º E que duvidaram da existência de objetos de vidro das épocas fenícia ou romana!
"Como é possível haver peças de vidro que não se partiram?"
Prometi provas!...

O Museu Cidade de Ammaia apresenta esta belíssima coleção de vidros romanos.





É quase certo que na cidade de Ammaia havia fabrico de recipientes de vidro.
Segundo informação do Museu, a colecção conta com 31 recipientes inteiros e 5 quase completos. «Pode ser considerada uma das melhores coleções de vidros, não porque a qualidade do vidro seja excecional, mas pelo seu estado de conservação, a que não devem ser alheias as características dos solos que envolvem a Ammaia, de origem granítica e naturalmente ácidos, sendo por isso favorável à preservação do vidro.»

Destaque para este jarro (séculos II - III), uma "peça de luxo", que deve ter sido encontrada numa sepultura. Por isso, o seu excelente estado de conservação.




Ammaia - cidade romana na Península Ibérica

A cidade romana de Ammaia localizava-se no Alto Alentejo (no atual concelho de Marvão, distrito de Portalegre), a sul do rio Tejo (Tagus).

Para além de Ammaia, destaquei as cidades de Lisboa (Olisipo), a verde,
e Mérida (Emerita Augusta), capital da província da Lusitânia, com a seta azul 

Assim seria a cidade de Ammaia
Ao fundo, a serra de S. Mamede
Assim seria a Porta Sul
Assim seria o espaço que vemos em ruínas nas figuras abaixo
Entrada sul da cidade (parte interior)


Ruínas da cidade de Ammaia (zona interior da entrada sul)
Assim se encontram as ruínas da Porta Sul

Ammaia foi fundada no início da Era Cristã, isto é, muito próximo da época do nascimento de Cristo, quando o Império Romano era governado pelo seu primeiro imperador: Augusto.

A cidade foi criada de raiz, ou seja, foi planeada e construída num local onde não existia outra povoação. Localizava-se perto da estrada romana que ligava cidades do litoral atlântico à capital da província da Lusitânia, a cidade de Mérida (chamada, na época, de Emerita Augusta, em homenagem ao imperador).



Assim seria a cidade e uma das suas ruas principais

Ammaia foi um centro urbano de grande importância na região onde se localizava.
Nessa região desenvolveu-se a agricultura e a criação de gado (bovino, ovino e suíno), mas também a exploração dos recursos minerais, nomeadamente o ouro (perto do Tejo) e o cristal de rocha (na serra de S. Mamede) para o fabrico do vidro e de joalharia.
A cidade entrou em declínio a partir do século V, com o fim do Império Romano, e foi sendo abandonada.


Assim seriam o forum (englobando um templo) e as termas

Depois de ter estado esquecida durante muitos séculos, nas últimas duas últimas décadas esta antiga cidade romana foi objeto de investigação por parte dos arqueólogos.
Existe um museu - Museu Cidade de Ammaia - onde podem ser vistos muitos objetos relativos às vivências da cidade.
Muito interessante!

Museu Cidade de Ammaia - Entrada
Pode-se ver uma maqueta de como seria a cidade


4 de janeiro de 2017

Turma 5.º D e 5.º E - Trabalho de Casa

Para os alunos que não têm o Caderno de Atividades, a Ficha n.º 6 - pág.18 que devem fazer como trabalho de casa.

O 5.º E deve entregar o TPC na 2.ª feira, dia 9.
O 5.º D deve entregar o TPC na 4.ª feira, dia 11.


24 de dezembro de 2016

18 de dezembro de 2016

Presépios barrocos (século XVIII)

Menino Jesus de um presépio do século XVIII
(Museu Machado de Castro, Coimbra)


A montagem do presépio é uma tradição natalícia.
O primeiro presépio do mundo terá sido montado por São Francisco de Assis, em 1223. A partir de então, o costume espalhou-se pelas igrejas e conventos da Cristandade.

Depois foram os reis e, por imitação, os nobres, a montarem presépios nos seus palácios e solares. Os presépios tornaram-se elementos decorativos no Natal, popularizando-se no século XVIII. São um exemplo da arte do estilo barroco.

As famílias ou as igrejas mais ricas procuravam ter o presépio mais belo e com mais peças do que as outras. Eram feitas encomendas a escultores, como Joaquim Machado de Castro (1731 - 1822), que moldavam as figuras em barro, madeira ou em materiais mais nobres e caros (prata e marfim).

À Sagrada Família, S. Francisco de Assis juntou a vaca e o burro. O "presépio português" foi acrescentando, de acordo com a imaginação dos seus autores, os elementos populares.

Imagens de vários presépios


Presépio da Igreja dos Mártires (Lisboa)

 

Presépio do Palácio das Necessidades (Lisboa)

Presépio do Palácio de Queluz

Presépio do Patriarcado - Mosteiro de S. Vicente de Fora (Lisboa)

Palácio do Convento da Madre de Deus (Lisboa)

Presépio da Sé de Lisboa

Presépio da Igreja de S. Lourenço, também conhecida por Igreja dos Grilos (Porto)

Presépio da Basílica da Estrela (Lisboa)

À exceção do presépio do Palácio de Queluz, que é do século XIX, todos os outros aqui apresentados são do século XVIII.
O presépio da Basílica da Estrela será o maior presépio português dessa época. Está montado sobre uma estrutura original de madeira e de cortiça, contando com mais de 500 figuras. Este presépio será da autoria de Machado de Castro, embora não esteja assinado, como o da Sé de Lisboa (o único assinado por esse escultor).

Presépio da Basílica da Estrela, pormenor com o Menino Jesus


8 de dezembro de 2016

5 de dezembro de 2016

Turmas do 5.º ano - Ficha de Trabalho

Encontram aqui a Ficha de Trabalho n.º 6, sobre os povos da Península Ibérica e os povos do Mediterrâneo que os contactaram:

     Página 1

     Página 2


Turmas do 6.º ano - Guia de Estudo

Encontram aqui o Guia de Estudo n.º 1.

     Página 1

     Página 2


Turmas do 5.º ano - Ficha de Trabalho

Encontram aqui a Ficha de Trabalho n.º 5, sobre as primeiras comunidades humanas da Península Ibérica:

     Página 1

     Página 2


4 de dezembro de 2016

Turmas 6.º C, 6.º D e 6.º E - Ficha de Avaliação

Os alunos das turmas do 6.º ano - 6.º C, 6.º D e 6.º E, encontram aqui os objetivos da ficha de avaliação que irão realizar.

A partir daqui
(e do que já trabalhámos nas aulas)...
Bom estudo!


Turmas 5.º D, 5.º E e 5.º H - Ficha de Avaliação

Os alunos das turmas do 5.º ano - 5.º D, 5.º E e 5.º H, encontram aqui os objetivos da ficha de avaliação que irão realizar sobre as primeiras comunidades humanas da Península Ibérica.

A partir daqui
(e do que já trabalhámos nas aulas)...
Bom estudo!


2 de dezembro de 2016

1 de dezembro de 1640 - Os acontecimentos do dia

Os conjurados de 1640
(desenho de Manuel Lapa)

«Fixou-se o início do movimento para as 9 horas da manhã. (...) Os rebeldes distribuíram-se pelos locais previamente combinados para as diferentes missões: uns deveriam tomar o corpo da guarda constituído por elementos da infantaria castelhana; outros tinham a incumbência de travar a guarda dos tudescos; um outro grupo ficara de alertar o povo através das janelas do paço e, finalmente, outros ficaram com a obrigação de dar morte a Miguel de Vasconcelos. 


Na grande sala dos Tudescos do paço da Ribeira a resistência foi fraca. Entretanto, D. Miguel de Almeida percorria as salas do paço e gritava “Liberdade, liberdade. Viva el rei D. João o IV”. Chegou à varanda e com palavras acesas instigou o povo reunido pelos mesteres, segundo a prévia combinação com os fidalgos.








Para o chamado forte, dependência onde residia Miguel de Vasconcelos, dirigiram-se bastantes fidalgos. Entraram impetuosamente na secretaria (…). Ultrapassaram facilmente a guarda atarantada, mas D. António Teles de Meneses não resistiu a esfaquear António Correia, oficial maior de Miguel Vasconcelos. Era no entanto este que procuravam. Escondido num armário, o odiado secretário tentava evitar a fúria dos fidalgos. Sem sucesso, pois na aturada busca D. António Teles logo o descobriu, desfechando-lhe duas balas com que caiu desamparado. 



Os outros pegaram de imediato no corpo, precipitando-o da janela da secretaria. Caiu entre o povo que estava no Terreiro do Paço, (…) que, de imediato, se lançou em cruel assalto ao corpo do moribundo secretário. 
Procurando reforços, a duquesa de Mântua gritava por socorro da janela do paço, pelo que logo subiram uns fidalgos à sala onde estava. A autoridade da sua pessoa e cargo não os demoveu; à troca de argumentos por ela iniciada pôs fim D. Miguel de Almeida, impedindo-a de sair do paço e obrigando-a a recolher-se com as suas damas à torre. 

Prisão da Duquesa de Mântua

Desceram, depois, ao Terreiro e mergulharam entre a população repetindo o nome do novo rei.
As tropas espalharam-se pelos marcos políticos da cidade (…). A fim de sossegar o povo e dando sinais do acordo da Igreja, o arcebispo D. Rodrigo da Cunha saiu em procissão com cruz alçada acompanhado do clero. O padre Nicolau da Maia falou ao povo, apontando a cruz. (…) Pedia que se fosse buscar a bandeira de Lisboa ao Senado da Câmara (…) para com ela espalhar autorizadamente a notícia. Após alguma demora, abriram-se as portas e a bandeira foi entregue a D. Álvaro de Abranches, que, com ela empunhada, largou a cavalo a percorrer a cidade.




Junto à Sé, nas portas da Igreja de Santo António, o povo alvoraçado gritava “milagre”. (…)
Logo se impunha a nomeação de governo que garantisse a ordem e as urgências até D. João chegar de Vila Viçosa. (…) Despacharam ainda um correio a levar a boa nova ao novo rei.»

Leonor Freire Costa e Mafalda Soares da Cunha, D, João IV


Nota: Miguel de Vasconcelos era o secretário de Estado da duquesa de Mântua, a vice-rainha de Portugal em nome de D. Filipe III.


1 de dezembro de 2016

1 de dezembro de 1640

A Restauração, a 1 de dezembro de 1640, é um símbolo da vontade dos portugueses em manter a sua independência.
Os acontecimentos desse dia puseram fim aos 60 anos do domínio filipino, iniciado após a morte, sem sucessor, do Cardeal D. Henrique.

É verdade que muitos portugueses, nomeadamente nobres de famílias importantes, não se opuseram à aclamação de Filipe II de Espanha como rei de Portugal (Filipe I de Portugal), antes a apoiaram, assim como membros do clero e da burguesia.
Também é certo que Filipe II fez um conjunto de promessas sobre a autonomia do reino de Portugal.

D. Filipe II de Espanha

A desilusão com o desrespeito por essas promessas aconteceu no reinado do 3.º dos Filipes (Filipe IV de Espanha, governou entre 1621 e 1655).
A partir de 1637 houve várias revoltas no Alentejo - as mais importantes em Évora - e em outros pontos. Alguns nobres portugueses começaram a reunir, para encontrarem uma saída para a situação de Portugal.

Largo que, na cidade de Évora, com o seu nome - alterações (revoltas) -
lembra os acontecimentos que se deram nessa cidade 
A Espanha passava por grandes dificuldades e, em junho de 1640, a Catalunha iniciou uma revolta para conquistar a sua independência.
O rei espanhol mobilizou a nobreza portuguesa para ajudar a combater os independentistas.
O principal responsável pela concretização dessa mobilização era D. João, o Duque de Bragança, que tinha sido nomeado comandante militar de Portugal.
O mesmo D. João que os nobres revoltados queriam que chefiasse o golpe contra os representantes espanhóis, tornando-se o novo rei de Portugal.

Depois de um período de indecisão - ou de grandes cautelas - D. João aceitou.
O golpe foi marcado para o dia 1 de dezembro. Nele participaram diretamente elementos da nobreza. Houve o apoio de elementos do clero e, posteriormente, da população de Lisboa.
O Duque de Bragança estava na sua residência de Vila Viçosa e só chegaria a Lisboa no dia 6.

Palácio da Independência - residência dos Condes de Almada, apoiantes da Restauração
e onde os conjurados fizeram algumas reuniões.


30 de novembro de 2016

Os reis de Espanha e alguns palácios nacionais


Os reis de Espanha estiveram em visita oficial a Portugal, tendo sido recebidos em vários palácios históricos

Palácio da Bolsa (Porto)

Não é um palácio real. Foi construído sobre as ruínas do Convento de S. Francisco, que ardeu durante o cerco da cidade do Porto (1832). 
O terreno foi cedido pela rainha D. Maria II, em 1842, para que aí se construísse um edifício onde funcionasse a praça ou bolsa do comércio e o tribunal da 1.ª instância. As obras iniciaram-se nesse mesmo ano.

Paço dos Duques de Bragança (Guimarães)

O Paço dos Duques de Bragança de Guimarães foi mandado construir no século XV, por D. Afonso, 1.º Duque da Casa de Bragança (filho ilegítimo do rei D. João I e de D. Inês Pires Esteves).
A Casa de Bragança acabaria por chegar ao trono através de D. João IV, 8.º Duque de Bragança, a 1 de Dezembro de 1640, quando os Filipes foram expulsos de Portugal.
Foi neste Paço que o "novo" Filipe de Espanha - D. Filipe VI - jantou na primeira noite em Portugal como rei... apenas de Espanha.

O Paço foi reconstruído entre 1937 e 1959 (de forma muito discutível, segundo as perspetivas atuais de conservação do património).

Palácio das Necessidades (Lisboa)

Mandado construir por D. João V. Foi residência de muitos dos últimos reis da dinastia de Bragança: D. Maria II, D. Pedro V, D. Carlos e D. Manuel II.
Dos últimos monarcas, D. Luís foi a exceção - habitou o Palácio da Ajuda, onde habitualmente se fazem os jantares de Estado. Mas, desta vez, o jantar em Lisboa foi no Palácio das Necessidades, onde, desde há muitos anos, funciona o Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Assembleia da República - Palácio de S. Bento (Lisboa)

Antigo Convento de S. Bento, foi transformado para aí funcionarem as Cortes do período da monarquia liberal. O seu nome oficial, atribuído por D. Pedro IV, é Palácio das Cortes.

Voltaremos a falar dos Palácios, mesmo sem visitas reais...


A descoberta do fogo - as suas vantagens