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Acendedor de candeeiros a gás, na Praça do Comércio. Lisboa passou a ter iluminação pública a gás no dia 30 de julho de 1848. Eram 26 candeeiros na zona da Baixa/Chiado. A iluminação elétrica na cidade só foi inaugurada em Outubro de 1878, quando o rei D. Luís ofereceu 6 candeeiros à Câmara Municipal.

4 de maio de 2018

3 de maio de 2018

Ficha de Avaliação do 6.º A adiada

Na incerteza da possibilidade de realização amanhã, a ficha de avaliação da turma 6.º A ficou adiada para dia 10 de maio.

1 de maio de 2018

Ficha de Trabalho para Apoio ao Estudo - 6.º D e 6.º E

Ficha de Trabalho para a sessão de Apoio ao Estudo do 6.º D e do 6.º E, no dia 2 de maio.

Se não conseguirem imprimir, resolvam numa folha à parte.

1.º de Maio

O chamado "primeiro 1.º de maio", em 1974.
A comemoração do Dia do(s) Trabalhador(es) em liberdade.







29 de abril de 2018

Fichas de avaliação - Turmas 6.º A, 6.º D, 6.º E, 6.º F e 6.º G

As turmas do 6.º ano podem encontrar aqui o Guião de Estudo para a próxima ficha de avaliação.

Qualquer dúvida pode ser colocada para carloscarrasco9@gmail.com

Bom estudo

Calendário:
6.º A - 4 de maio (em caso de efetivação da greve dos funcionários, a ficha será adiada para dia 10 de maio)
6.º D e 6.º F - 7 de maio
6.º E - 8 de maio


28 de abril de 2018

Turma 6.º E - Ficha sobre a guerra civil (1832-34)

Os alunos do 6.º E que se atrasaram na realização do trabalho sobre a guerra civil entre liberais e absolutistas encontram aqui a Ficha de Trabalho.

Mas, nesta altura, é preferível concentrarem-se na realização da ficha que vos entreguei ontem (6.ª feira, 27 de abril) como TPC, sobre a 2.ª metade do século XIX - a ficha de avaliação é dia 8.
Poderão entregar a primeira das fichas mais tarde.

Bom estudo e bom fim de semana (apesar da chuva).


25 de abril de 2018

O Movimento dos Capitães

«O Movimento dos Capitães iniciou-se no verão de 1973, por iniciativa de um grupo de oficiais de postos médios (capitães e majores) dos quadros permanentes do Exército, em reação a dois decretos publicados pelo Governo que visavam facilitar o acesso à carreira militar e a rápida promoção ao posto de capitão, de oficiais milicianos, necessários à continuação da guerra colonial. Este movimento corporativo evoluiu rapidamente para a contestação à continuação da guerra, nas circunstâncias em que os militares portugueses a faziam, argumentando com o desprestígio das Forças Armadas. Alguns destes militares, cujo número foi sempre crescendo, acabaram por pôr em causa o próprio regime, e iniciar uma trajectória de confronto, que acabaria no planeamento de uma operação militar e na elaboração de um programa político de índole democrática, com vista ao seu derrube, o que ocorreu em 25 de abril de 1974.»
Joana Pontes, Rodrigo de Sousa e Castro e Aniceto Afonso, A Hora da Liberdade




A placa que se encontra num plano superior assinala a realização, na casa onde está afixada (no Monte Sobral - Alcáçovas), da reunião que pode ser designada de assembleia constituinte do Movimento dos Capitães, a 9 de setembro de 1973.
Já antes se tinha realizado uma reunião clandestina de capitães, a 21 de agosto de 1973, em Bissau (Guiné).


Legislação do dia 25 de abril de 1974

A Lei n.º 1/74 destitui das suas funções o Presidente da República Américo Tomás e o Governo autoritário dirigido por Marcelo Caetano, dissolvendo a Assembleia Nacional e o Conselho de Estado e determinando que os poderes destes órgãos passem a ser exercidos pela Junta de Salvação Nacional.

O Decreto-Lei n.º 171/74 extingue a PIDE/DGS, a Legião Portuguesa e a Mocidade Portuguesa e altera algumas atribuições da Polícia Judiciária e da Guarda Fiscal. Ficarão na dependência das Forças Armadas e à sua custódia todo o material mecânico, veículos, armamento e munições, mobiliário, livros, papéis de escrituração, documentos, arquivos e demais elementos afetos à extinta DGS.


19 de abril de 2018

Portugal na 2.ª metade do século XIX - Transportes e comunicações




Encontram aqui a apresentação sobre a modernização verificada nas vias de comunicação, nos transportes e nos meios de comunicação, na 2.ª metade do século XIX, em Portugal.


















18 de abril de 2018

A herança muçulmana na Península Ibérica





Património cultural


«O património cultural é importante para nós percebermos as condições em que vivemos hoje. Porque nós somos o resultado de uma série de gente que viveu aqui, neste mesmo espaço, ao longo do tempo. (…) E dessa vida subsistiram memórias, há coisas que ficaram no território, ruínas, vestígios arqueológicos… e as mais recentes ficaram na memória das pessoas. (…) aquilo que temos hoje é o resultado desse percurso de centenas ou mesmo de milhares de anos.»

(Jorge Raposo, arqueólogo do Ecomuseu Municipal do Seixal, 
em entrevista ao Clube de Jornalismo da Escola Paulo da Gama)


15 de abril de 2018

Portugal na 2.ª metade do século XIX - Atividades económicas


Encontram aqui a apresentação sobre a situação de Portugal em meados do século XIX, a alteração política verificada nessa época e o desenvolvimento verificado nas atividades económicas produtivas, sobretudo na agricultura e na indústria.


9 de abril de 2018

Batalha de La Lys - Centenário


«Abril, 9
Aconteceu o que era de prever: um enorme desastre no sector guarnecido pela nossa divisão. Às 4.15 ouviu-se o primeiro tiro sobre St. Venant pela peça de longo alcance que há alguns dias estava calada. (...)
O tiro às 4.15 parece ter sido o sinal para um bombardeamento terrível e certeiro em todo o sector.»
(Tamagnini de Abreu e Silva, general comandante do Corpo Expedicionário Português - C.E.P.)



Poucos dias antes, ingleses e portugueses tinham acordado na substituição das forças portuguesas da linha da frente. O comando britânico estava convencido que o ataque principal dos alemães não se faria por aquela zona. Foi dada ordem para a retirada de um batalhão, ficando as tropas portuguesas reduzidas à 2.ª Divisão, comandada por Gomes da Costa. 
Na véspera da batalha, foi dada ordem para a substituição da 2.ª Divisão por tropas inglesas, o que deveria começar a verificar-se no dia 9 de abril. Mas o ataque alemão foi por ali e verificou-se logo de madrugada.

«Aparece como certo que o boche [alemão] atacou na melhor hora, em plena rendição, quando todo o sector português estava em movimento e antes que as divisões inglesas destinadas a substituir as nossas, reconhecidamente extenuadas, tivessem chegado à frente. A rede de espionagem dentro da qual vivíamos e de que não sabíamos precaver-nos, indicou-lhes o dia próprio e o momento mais favorável.»
(Jorge Brun, A malta das trincheiras. Migalhas da Grande Guerra, editado em 1919)



«O ataque foi bem planeado, bem preparado e executado de forma eficaz. A preparação da artilharia foi longa e intensa. O dia foi bem escolhido, pelo espesso nevoeiro que caía sobre as linhas. Os gases de combate foram usados da forma habitual. O assalto fez-se de acordo com os princípios táticos consolidados pela longa guerra das trincheiras (...) A defesa do sector português e de certa forma dos sectores vizinhos, não pôde organizar-se de forma consistente.»



«3.ª feira. Às quatro horas da manhã, estando tudo sossegado, cai sobre a nossa frente e alongando-se para o norte, furioso bombardeamento. As granadas de todos os calibres chovem em volta de nós com uma intensidade de que não temos memória. Supusemos a princípio que se tratava simplesmente de um raid, mas acabámos por pôr de parte essa suposição porque o bombardeamento continuava sempre com o mesmo furor.
Às 10 horas soldados feridos, chegados a pé das primeiras linhas, informavam que massas compactas e sucessivas de soldados inimigos assaltaram os nossos entrincheiramentos, sendo o massacre horrível. Quando o inimigo saltou o parapeito já o bombardeamento tinha aniquilado quase totalmente as tropas das primeiras linhas; apesar disso os elementos que foram poupados e especialmente os redutos, atrás das linhas, guarnecidos rapidamente pelas nossas tropas de apoio, fizeram cair muralhas inteiras de assaltantes. A breve trecho, porém, estes se viram cercados por tropas muitas vezes superiores em número, que os subjugaram. Era a sério a ofensiva boche (...)»
Manuel de Oliveira, Notas de um soldado em campanha (editado em 1919)




17 de março de 2018

Fichas de avaliação - 6.º E e 6.º G

O facto de não ter havido aulas, ontem à tarde, na nossa escola perturbou o nosso calendário das aulas, mas...

Mantêm-se as fichas de avaliação marcadas , na 2.ª feira, para o 6.º G, e, na 3.ª feira, para o 6.º E.

Quanto aos conteúdos das fichas é que se dará uma alteração:

- O 6.º E não terá o ponto específico da guerra civil entre os liberais e os absolutistas (pág. 50 e 51).
(ainda falarei convosco numa aula de 2.ª feira)

- O 6.º G tem uma situação diferente: tivemos menos aulas para trabalhar os últimos temas, na semana passada não tivemos aula nenhuma - houve a greve da CP que não me permitiu chegar a tempo da aula e não houve a de 6.º feira, por encerramento da escola (manifestação dos funcionários da administração pública).
E a nossa aula é logo a 1.ª de 2.ª feira.
Faremos uma ficha mais curta, em que só entrarão os últimos assuntos trabalhados, até à página 45.

Não é o melhor de tudo, é o melhor possível.
Bom estudo


12 de março de 2018

Mapa mundial das religiões



Fonte: Wikipedia, Lista de artigos de religião por país
Dados de 2006-2008


Foram simplificadas, na legenda, as informações sobre os "Islamismos" e os "Budismos".


10 de março de 2018

Da Revolução Liberal à Guerra Civil (com imagens)

As razões que levaram à Revolução Liberal

Cortes Constituintes

Os princípios do liberalismo

A divisão dos poderes na monarquia constitucional

As revoltas contra o liberalismo

Desembarque do exército liberal comandado por D. Pedro 

Monumento na praia onde desembarcaram os liberais

Absolutistas contra liberais
D. Miguel e D. Pedro - os dois irmãos em luta


Aclamação de D. Miguel como rei absoluto

Por uma questão de atualidade (o assunto está a ser tratado nas aulas), repito a edição deste texto.

Quando D. João VI morreu, em 10 de março de 1826, tinha dois filhos varões.
O mais velho, D. Pedro, era imperador do Brasil e o segundo, D. Miguel, estava exilado em Viena (Áustria), na sequência das revoltas que tinha liderado em Portugal para impor o regresso à monarquia absolutista.
A sucessão ao trono não era um caso simples.

D. João VI

D. Pedro e D. Miguel

D. João VI, dias antes de morrer, nomeou um Conselho de Regência que devia governar o país enquanto ele estivesse doente. O Conselho era presidido pela infanta Isabel Maria.
Com a morte de D. João, havia vários entendimentos sobre a sucessão ao trono.
De um modo geral houve a aceitação de D. Pedro como sucessor, acreditando-se que iria renunciar ao trono a favor de sua filha, D. Maria da Glória, ou de seu irmão, D. Miguel.

D. Maria II

Em julho de 1826, D. Pedro fez chegar a Lisboa a Carta Constitucional que concedia ao reino e abdicou em D. Maria (com 7 anos de idade), com duas condições: D. Maria (que vivia com o pai no Brasil) devia jurar a Carta Constitucional e casar com D. Miguel, seu tio (que também devia jurar a Carta).
A infanta D. Isabel Maria jurou o novo texto constitucional, mas no reino iniciaram-se as manifestações e as revoltas dos absolutistas. Foram muitos os confrontos armados que se sucederam.



Em Viena, D. Miguel jurou a Carta na presença de diplomatas austríacos e dos embaixadores de Portugal e do Brasil, no dia 4 de outubro de 1826.
A 29 do mesmo mês, ainda em Viena, foram realizados os esponsais, isto é, tratados todos os documentos do seu casamento com D. Maria. O “Ato do Casamento” devia ser celebrado no Rio de Janeiro, o que nunca veio a acontecer.

Por decreto de 3 de julho de 1827, D. Pedro nomeou D. Miguel seu lugar-tenente em Portugal e regente, para que pudesse governar em seu nome. Iniciou-se, então, a preparação do seu regresso a Portugal.
D. Miguel partiu de Viena com a sua comitiva, a 6 de dezembro de 1827.
Depois de uma viagem em que passou por Paris e por Londres, desembarcou em Belém a 22 de fevereiro de 1828.

A 13 de março, D. Miguel dissolveu a Câmara dos Deputados, pondo fim às ilusões liberais e despertando as ações realistas (dos absolutistas) que o levariam ao trono. A Carta Constitucional deixou de ser respeitada. Os mais conhecidos liberais, ameaçados e perseguidos, começaram a emigrar.

Os "caceteiros" de D. Miguel, que espalhavam o terror

A 2 de maio, após uma reunião de D. Miguel com conselheiros de Estado, ministros e chanceleres, foi decidido convocarem-se as Cortes – as “velhas cortes”, com a representação dos chamados três estados: clero, nobreza e povo, que já não reuniam desde 1697-98 – para tratar da proclamação de D. Miguel como rei.

A convocatória das Cortes foi feita por decreto de 3 de junho e a sua reunião iniciou-se a 23. Após a sessão de abertura, os três estados reuniram-se em separado no dia 25: a nobreza no Convento de S. Roque, o clero na Igreja de Santo António e o povo na Igreja do Convento de S. Francisco.

«Passaram o dia “a tratar do grave objeto” e em cada braço (estado) 
decidiu-se por aclamação que D. Miguel era o único legítimo rei de Portugal.»



Depois de tratadas as formalidades, a 7 de julho teve lugar o juramento e a aclamação de D. Miguel perante os três estados e, finalmente, a 11 de julho, os três estados assentaram (registaram por escrito) em reconhecer os direitos de D. Miguel ao trono, declarando-o rei de Portugal.



Portugal regressava à monarquia absoluta.

Até que um dia, D. Pedro…


Turma do 6.º A - Exercícios

Como forma de preparação da ficha de avaliação, poderão fazer os exercícios das páginas 49, 51 e 55.

Para os alunos que têm o Caderno de Atividades, poderão realizar as Fichas n.º 5 e 6.

Quem quiser aceder a estas fichas, pode enviar-me mail - carloscarrasco9@gmail.com


Turmas do 6.º ano - Correção da Ficha de Trabalho

Como prometido, os alunos do 6.º A encontram aqui a correção integral da Ficha de Trabalho que deixámos com algumas perguntas em branco na aula.

Acrescento um esclarecimento sobre a pergunta 17.
A leitura das frases a) e d) suscitaram dúvidas quanto à sua verdade ou falsidade, conforme os pormenores da informação usada - a do livro ou a dada nas aulas- e prestou-se a mais do que uma interpretação.

Atalhando caminho e para irmos ao mais importante...

O que é fundamental compreenderem é que D. Miguel assumiu um compromisso perante D. Pedro: ele devia governar como regente, respeitando a Carta Constitucional, mantendo, portanto, o modelo liberal da divisão de poderes (em que as Cortes têm o poder legislativo).

D. Miguel, ao fim de poucos dias, não respeitou o compromisso, sendo aclamado (e governando como rei absoluto.

Esqueçam, agora, os verdadeiros e os falsos dessas alíneas da pergunta.
Às vezes acontece as perguntas não ficarem tão claras quanto pretendemos.
Acidentes de percurso!


6 de março de 2018

Ventos de Poupança 2


Para facilitar a participação dos encarregados de educação das minhas turmas, nomeadamente aquela em que tenho Cidadania e Desenvolvimento Pessoal, deixo aqui a ligação:


No menu devem ir a "Competição" e escolher "Questionário".
Ao preencher o questionário já estão a colaborar com a nossa escola.

Agradecemos a vossa participação.
A nossa escola pode ganhar!


4 de março de 2018

O Forte do Alqueidão


O Forte do Alqueidão localiza-se no concelho de Sobral de Monte Agraço, distrito de Lisboa.
É o ponto mais alto das Linhas de Torres, a 439 metros de altitude, e é o forte que ocupa uma área maior: cerca de 35.000 m.
Integrava um conjunto de oito fortificações existentes naquele concelho, as quais, no contexto da Guerra Peninsular (1807-1814), faziam parte da 1.ª Linha de Torres Vedras.

Localização do Forte do Alqueidão (círculo vermelho)


Os canhões destas fortificações cruzavam fogo sobre os acessos à serra, impedindo a passagem das tropas francesas, pelo que estes fortes tiveram um papel decisivo no sucesso da estratégia que levou à sua retirada.
O exército invasor, comandado pelo general André Massena, "estacionou" na frente das Linhas entre 9 de outubro e 19 de novembro de 1810. Durante este período de tempo houve vários confrontos militares.
Massena constatou as limitações do seu exército para ultrapassar as posições luso-britânicas - número de soldados insuficiente, falta de munições e escassez de alimentos.
Os franceses retiraram da frente das Linhas "pela calada da noite" - pelo meio da neblina -, de 14 para 15 de novembro.     

Planta do Forte

As obras da construção do Forte do Alqueidão tiveram início a 4 de novembro de 1809, sob a direção do capitão Williams. 
Aí foi instalado o Posto de Comando das Linhas. À sua frente estendia-se uma área de terreno que as forças luso-britânicas pensavam que iria ser um intenso campo de batalha. 
Do seu ponto mais alto avistavam-se outros pontos do sistema defensivo, pelo que eram possíveis as comunicações, o que era importante.


Dada a importância da sua missão, foi o único forte da região guarnecido com tropa de linha – a Brigada do general Pack e contou, por decisão de William Beresford, com a criação excecional de duas Companhias de Artilharia. 
O seu efetivo total ascendia a 1.590 homens, e estava artilhado com 27 peças.


Wellington fez do forte o seu posto de comando por excelência. Deslocava-se quase diariamente ao Alqueidão para vigiar o inimigo.

No concelho do Sobral de Monte Agraço encontrava-se, ainda, o quartel-general de Arthur Wellesley, 1.º duque de Wellington.

Quartel-general de Arthur Wellesley (futuro Duque de Wellington)
Quinta dos Freixos (Pêro Negro - Sobral de Monte Agraço)

Terminado o conflito, o conjunto de fortes caiu em abandono até aos nossos dias, quando o património das Linhas de Torres voltou a ser revalorizado.





A informação base sobre o forte foi encontrada aqui.

Para quem tem interesse na realização da Rota das linhas de Torres siga esta ligação.


1 de março de 2018

Desembarque do exército britânico

A participação do exército inglês na luta contra os franceses foi fundamental para o insucesso destes nas 3 invasões que fizeram ao nosso país.

Gravura de Henry L'Êveque representando o desembarque do exército britânico

Comandado por Wellesley (futuro Duque de Wellington), o desembarque do exército britânico aconteceu em Lavos, na margem sul do rio Mondego (em frente a Figueira da Foz).

O desembarque decorreu nos cinco primeiros dias de agosto de 1808, com alguns problemas provocados pela ondulação naquela zona da costa, que dificultou as manobras. 

O exército inglês recebeu logo a ajuda dos portugueses da zona, através do fornecimento de botes para o desembarque, de cavalos, mulas, burros e carros de bois para o transporte dos equipamentos, e de provisões (mantimentos).


9 de fevereiro de 2018

Um novo impulso na economia - Correção da Ficha de Trabalho

Para estudo, depois de já ter sido corrigida na aula, a correção da Ficha de Trabalho em que explorámos dois textos sobre as reformas económicas do Marquês de Pombal.