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Ponte 25 de abril

24 de agosto de 2016

A revolução liberal - 24 de agosto de 1820

Em 1818, na cidade do Porto, o juiz Manuel Fernandes Tomás fundou uma sociedade secreta chamada Sinédrio com o objetivo de preparar uma revolução que instalasse uma monarquia constitucional em Portugal.
O Sinédrio conseguiu a adesão de chefes militares portuenses ao seu projeto revolucionário.

Na madrugada de 24 de agosto de 1820 iniciou-se a revolução, com uma concentração de tropas no campo de Santo Ovídio, junto ao quartel.
Foi disparada uma salva de artilharia, a anunciar publicamente o levantamento militar. Às oito horas da manhã, os revolucionários reuniram-se na Câmara Municipal do Porto e aí constituíram a Junta Provisional do Governo Supremo do Reino, redigindo um “Manifesto aos Portugueses”, no qual davam a conhecer os objetivos do movimento. As suas principais reivindicações eram a convocação de Cortes para a redação de uma Constituição e o imediato retorno da família real do Brasil, para onde tinham fugido das invasões francesas.

O movimento teve um apoio generalizado e a regência britânica, em Lisboa, foi deposta, vindo a ser constituído um governo provisório.

Cerimónia comemorativa do levantamento militar de 24 de agosto de 1820.
Ao fundo, o quartel de onde saíram as tropas que iniciaram a revolução liberal,
na cidade do Porto (fotografia de cerca de 1900)
Fachada do mesmo quartel, na atualidade.
O Campo de Santo Ovídio transformou-se na atual Praça da República
Praça da República (Porto)


14 de agosto de 2016

Batalha de Aljubarrota

14 de agosto de 1385 - Batalha de Aljubarrota

Em abril de 1385, D. João, Mestre de Avis fora escolhido para rei de Portugal nas Cortes de Coimbra.

D. João I de Castela, para conseguir o objetivo de ser rei de Portugal, invadiu novamente Portugal com um numeroso exército de 40.000 homens.

O exército português, constituído por 7.000 homens de armas, aproximadamente, posicionou-se no terreno escolhido e preparado pelo condestável, D. Nuno Álvares Pereira - o planalto de S. Jorge.
A estratégia usada - o novo sistema táctico inventado pelos ingleses (aliados dos portugueses) - levou à vitória sobre o exército castelhano e dos seus aliados franceses.


As baixas castelhanas foram muito maiores, de tal forma que Castela permaneceu de luto por um período de dois anos.

Para Portugal, a vitória em Aljubarrota significou a sua independência face ao poderoso vizinho.


6 de agosto de 2016

Ponte 25 de abril foi inaugurada há 50 anos

Comemoram-se, hoje, 50 anos da inauguração da ponte sobre o Tejo.



O primeiro projeto de construção de uma ponte entre Lisboa e a margem sul surgiu em 1876, e dizia respeito a uma ponte ferroviária, que previa a ligação da capital ao Montijo.
A partir dessa data houve muitos outros projetos, mas só em 1953 foi criada uma comissão "com o objetivo de estudar e apresentar soluções para a construção de uma ponte entre Lisboa e a margem sul do Tejo".
Já havia, então, conhecimento técnico para a construção de uma ponte suspensa (ponte sustentada por cabos, portanto, com maior distância entre os pilares para não perturbar o movimento dos barcos no rio). 
Por outro lado, a população da margem sul estava a aumentar, os transportes rodoviários desenvolviam-se e era cada vez mais necessária uma ligação fácil e rápida do sul do país a Lisboa.

Em 1959 foi aberto um concurso público internacional para apresentação de projetos. Venceu a proposta da empresa norte-americana United States Steel Export Company.
A construção da ponte que liga Lisboa e Almada começou a 5 de novembro de 1962 para ficar concluída no início de agosto de 1966.






Ponte Salazar foi o nome dado, em homenagem ao chefe do Governo que tinha decidido a sua construção.
Depois do golpe militar de 25 de abril de 1974, que pôs fim ao regime ditatorial do Estado Novo, o nome da ponte foi alterado para ponte 25 de Abril.

Aqui um vídeo da RTP sobre a inauguração da ponte.

A indicação de 45 anos no título do vídeo deve-se ao facto deste ter sido feito em 2011.

Capa do Diário de Notícias do dia 7 de agosto de 1966


30 de julho de 2016

Iluminação pública - a iluminação a gás em Lisboa

No dia 30 de julho de 1848, foi inaugurado em Lisboa o sistema de iluminação pública a gás.
Foram acesos, no Chiado, 26 candeeiros pertencentes à Companhia Lisbonense d’Iluminação a Gaz.

Até 1780, à noite, por falta de iluminação pública, “a cidade dormia nas trevas e os habitantes apenas saíam em grupos, armados e com archotes acesos".
A partir desta data houve esforços para a existência de um sistema de iluminação pública, começando a funcionar um conjunto de 770 lampiões a azeite.
As negociações para a utilização do gás na iluminação pública começaram em 1835.


O "homem do gás", que acendia os candeeiros

A primeira experiência de iluminação elétrica ocorreria em 1878.
Só estamos a falar de Lisboa. O resto do país continuava... às escuras.


23 de julho de 2016

40 anos da Constituição de 1976 - Programa da Rádio Gama

Programa feito com os alunos do Clube de Jornalismo da Escola Paulo da Gama.




O I Governo Constitucional tomou posse há 40 anos

Há 40 anos tomava posse o primeiro Governo Constitucional após o 25 de abril de 1974.

A aprovação da Constituição foi em 2 de abril de 1976.
No dia 25 do mesmo mês, dois anos depois da revolução dos cravos, houve as primeiras eleições para a Assembleia da República.
O PS (Partido Socialista), com 35% dos votos e 107 deputados eleitos, venceu as eleições, embora sem maioria absoluta.
Como consequência desse resultado, foi formado um Governo mono-partidário (isto é, com base num só partido - o PS).
No dia 23 de Julho de 1976 aconteceu a tomada de posse desse Governo, onde Mário Soares, o líder do PS, desempenhou o cargo de 1.º Ministro.

Tomada de posse do I Governo Constitucional
(23 de julho de 1976)

O Governo só durou até ao dia 23 de janeiro de 1978.


28 de maio de 2016

28 de maio - 90 anos

A revista Visão História deste mês assinala o 90.º aniversário do golpe militar de 28 de maio de 1926. É o início de um período de 48 anos de ditadura.


Com a ditadura militar surgiria a figura de António Oliveira Salazar (na capa, entre militares).


27 de maio de 2016

5.º C - Ficha de Avaliação

O 5.º C encontra aqui os objetivos da próxima ficha de avaliação.

Recordo que irão interpretar /ou utilizar informações contidas:
- em documentos escritos - excertos das crónicas de Fernão Lopes;
- numa cronologia como esta;
- numa árvore genealógica semelhante a esta.

Bom estudo.


22 de maio de 2016

Ficha de Trabalho para o 5.º C

Atenção aos alunos do 5.º C que ainda não entregaram a ficha.
Não esquecer!

Ficha de trabalho a realizar até 4.ª feira.