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15 de abril de 2018
Portugal na 2.ª metade do século XIX - Atividades económicas
Encontram aqui a apresentação sobre a situação de Portugal em meados do século XIX, a alteração política verificada nessa época e o desenvolvimento verificado nas atividades económicas produtivas, sobretudo na agricultura e na indústria.
23 de fevereiro de 2016
A primeira locomotiva a vapor
A primeira viagem de uma locomotiva a vapor aconteceu há 112 anos, no País de Gales (Grã-Bretanha).
A locomotiva foi concebida pelo engenheiro de minas Richard Trevithick.
Nesse território, as fundições fabricavam produtos pesados e o transporte sobre via férrea, como nas minas, parecia ser a solução ideal, mas sem . A invenção da máquina a vapor, por James Watt, em 1776 e os primeiros aparelhos movidos a vapor permitiam pensar em soluções mais eficazes.
Um proprietário de fundições desafiou o engenheiro, seu amigo, a construir uma máquina capaz de transportar 10 toneladas.
Foi assim que surgiu a primeira locomotiva a vapor, com uma caldeira sobre uma carreta.
No dia 21 de fevereiro de 1804, Richard Trevithick colocou 10 toneladas de ferro em cinco vagões e convidou 60 pessoas para a "longa" viagem de 16 km, também em cinco vagões.
O trajecto foi cumprido em 4 horas e 5 minutos - cerca de 4km/hora*.
* Também já li em vários textos que a velocidade teria sido de 8 km/hora - muito mais rápido!
A locomotiva foi concebida pelo engenheiro de minas Richard Trevithick.
Nesse território, as fundições fabricavam produtos pesados e o transporte sobre via férrea, como nas minas, parecia ser a solução ideal, mas sem . A invenção da máquina a vapor, por James Watt, em 1776 e os primeiros aparelhos movidos a vapor permitiam pensar em soluções mais eficazes.
Um proprietário de fundições desafiou o engenheiro, seu amigo, a construir uma máquina capaz de transportar 10 toneladas.
Foi assim que surgiu a primeira locomotiva a vapor, com uma caldeira sobre uma carreta.
No dia 21 de fevereiro de 1804, Richard Trevithick colocou 10 toneladas de ferro em cinco vagões e convidou 60 pessoas para a "longa" viagem de 16 km, também em cinco vagões.
O trajecto foi cumprido em 4 horas e 5 minutos - cerca de 4km/hora*.
* Também já li em vários textos que a velocidade teria sido de 8 km/hora - muito mais rápido!
22 de fevereiro de 2016
Fábricas do Seixal do século XIX
Fábrica da Companhia de Lanifícios da Arrentela
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| Vista aérea da antiga fábrica (2005) |
Fábrica de Vidros de Amora
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| Vista aérea do local onde se localizava a fábrica (2005) As instalações fabris da imagem são da fábrica de cortiça Queimado & Pampolim Neste sítio localiza-se, hoje, um hipermercado |
Fábrica da Pólvora de Vale de Milhaços
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| Vista aérea (2005) A antiga fábrica é, hoje, uma extensão do Ecomuseu Municipal do Seixal. |
2 de março de 2015
Fábrica da Pólvora de Vale de Milhaços
Visita à Fábrica Africana da Pólvora (de Vale de Milhaços), extensão do Ecomuseu Municipal do Seixal.
1 de março de 2015
Máquina a vapor em funcionamento
Museu têxtil em Burnley (Lancashire - Reino Unido), com máquina a vapor em funcionamento.
23 de março de 2011
Revolução Industrial
A Revolução Industrial começou na Inglaterra, no século XVIII.
A Inglaterra foi a pioneira da Revolução Industrial por muitos factores, como por exemplo :
A Inglaterra foi a pioneira da Revolução Industrial por muitos factores, como por exemplo :
- possuía grandes reservas de carvão mineral no seu subsolo, ou seja, a principal fonte de energia para movimentar as máquinas e as locomotivas a vapor;
- possuía grandes reservas de minério de ferro, a principal matéria-prima utilizada nesse tempo;
- a burguesia que tinha dinheiro suficiente para financiar as fábricas e contratar empregados.
No século XVIII houve um grande salto tecnológico. As máquinas a vapor, principalmente os gigantes teares, mas o problema era que as máquinas substituíam o homem fazendo assim milhares de desempregados; mas, por outro lado, o preço das mercadorias baixou e o ritmo da produção acelerou.
Nas fábricas, o ambiente de trabalho era mau e as condições também . Os salários recebidos pelos trabalhadores eram muito baixos e estes trabalhavam 18 horas e levavam castigo dos patrões.
Alícia, 6.º 10
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