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29 de junho de 2018

À memória do Professor José Manuel Tengarrinha

Morreu José Manuel Tengarrinha.
Nascido em Portimão, em Abril de 1932, foi (entre outras profissões) um político, professor e historiador que se distinguiu no estudo do período liberal e da história da imprensa.

Opositor ao regime de Salazar, viria a estar ligado, já no período da Primavera Marcelista, à fundação da Comissão Democrática Eleitoral (CDE) para disputar as eleições de 1969. 
Detido várias vezes pela polícia política, estava na prisão de Caxias quando da revolução de 25 de Abril de 1974.

Um conjunto de opositores ao Estado Novo presos uma semana antes do 25 de Abril de 1974. 
Esta fotografia foi feita 40 anos depois dessa detenção. José Manuel Tengarrinha é o 3.º a contar da esquerda.
Uma entrevista a esse respeito pode ser vista aqui

Após o 25 de Abril, a CDE constituiu-se em partido - MDP/CDE -, tendo conseguido eleger 5 deputados à Assembleia Constituinte. José Manuel Tengarrinha foi um desses deputados, mais tarde também eleito para a Assembleia da República.
Professor da Faculdade de Letras, época em que o conheci, dedicou-se mais à carreira académica. 
Voltaria à política recentemente, tendo aderido ao partido Livre.

Cartaz numa homenagem feita a José Manuel Tengarrinha, em 2012.



Algumas das obras de História da autoria de José Manuel Tengarrinha


27 de abril de 2011

Vitorino Magalhães Godinho contado aos jovens

Vitorino Magalhães Godinho

Vitorino Magalhães Godinho
Este nome não vos dirá nada, aos jovens que vocês são.
Mas é um nome a fixar. Para quem gosta de História e/ou para quem se interessa pelo mundo em que vive e pelos caminhos que Portugal leva.
É, reconhecidamente, um dos grandes historiadores portugueses. Foi dos mais marcantes na minha formação.
Morreu ontem, aos 92 anos de idade.
Nasceu em Lisboa, em 1918. Portugal vivia a 1.ª República, ainda decorria a 1.ª Guerra Mundial.

O seu pai, Vitorino Henriques Godinho, foi um oficial do exército e político republicano. Foi chefe do Estado-Maior da Divisão portuguesa que combateu na batalha de La Lys, criou os primeiros serviços de estatística (1923) e foi ministro dos Negócios Estrangeiros e do Interior (1925). Com a ditadura foi sendo afastado de todos os cargos do Estado por onde passou: Estado-Maior do Exército, Escola de Guerra, Director de Estatística e Administração dos Caminhos de Ferro.

Vitorino Magalhães Godinho também nunca abdicou de intervir activamente como cidadão. E por isso também foi perseguido.
Formado em História, era professor da Faculdade de Letras quando, em 1944, foi afastado porque, diziam, "fazia propaganda política e atacava a religião". Foi para França onde fez carreira académica na universidade.

Voltou para Portugal em 1960, como professor, e voltou a ser demitido em 1962. Não tinha assinado a carta de apoio a Salazar no princípio da guerra colonial (1961) e esteve do lado dos estudantes na crise académica (1962).
Voltou para França e só voltou após o 25 de Abril de 1974.

Foi ministro da Educação (1974), foi um dos fundadores da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e Director da Biblioteca Nacional (1984).
Tem muitos livros publicados, sobretudo sobre a história da expansão portuguesa.

Vitorino Magalhães Godinho afirmava que "aquilo que somos esclarece-se em boa parte através do que fomos."
Isto é, conhecer a História é fundamental para compreendermos a realidade que temos - o mundo em que vivemos.

21 de abril de 2011

Príncipe D. Luís Filipe - um príncipe esquecido

D. Luís Filipe, filho do rei D. Carlos e de D. Maria Amélia, é uma personagem da nossa história de quem pouco se fala. Só a propósito do regicídio. Acaba por ser conhecido pela forma como morreu e não pelo que fez na sua curta vida. D. Luís Filipe, que se estava a preparar para ser rei.

Luís Filipe Maria Carlos Amélio Fernando Victor Manuel António Lourenço Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis Bento de Bragança Saxe-Coburgo-Gotha, nasceu em Lisboa, a 21 de Março de 1887.

Teve uma educação esmerada e exigente, no palácio, seguindo o modelo introduzido pelo marido de Dona Maria II, D. Fernando, em que também tinham sido instruídos D. Pedro V, D. Luís e D. Carlos, para que se tornasse "um Rei sério e grave".
Após os primeiros estudos literários, a educação do Príncipe foi entregue ao herói das guerras de África, Mouzinho de Albuquerque, nomeadamente a parte do treino militar.
D. Luís Filipe foi jurado príncipe herdeiro do trono, em Julho de 1901 e, a partir de 13 de Abril de 1906, passou a fazer parte do Conselho de Estado.
O Príncipe exerceu a regência quando D. Carlos se ausentou em visita a Espanha, França e Inglaterra.
Após o regicídio, Dona Amélia ainda insistiu no reconhecimento de D. Luís Filipe como Rei de Portugal, pois morreu depois do pai. Teria sido rei por minutos.

D. Luís Filipe, bebé, sentado ao colo de sua avó, a rainha D. Maria Pia. Sentados à frente, ao lado da rainha, D. Maria Amélia e o rei D. Luís. D. Carlos é o 3.º em pé (da esquerda para a direita), logo atrás de D. Maria Pia, sua mãe.

30 de março de 2011

Voltando a Herculano e a Sophia de Mello Breyner

Para concluir...
De Herculano, o vimos lutar pelo regime liberal e intervir na sociedade da época, escrevendo, como deputado nas Cortes, Presidente de Câmara.

De Sophia, sabemos dos seus antepassados (Pedro e Tomás) a lutar pelo liberalismo. O filho de Pedro (António de Mello Breyner) também estava no exército de D. Pedro IV e foi gravemente ferido no Cerco do Porto.
E a poeta, durante o Estado Novo (1933-1974), também lutou pela liberdade em Portugal e teve intervenção social e política (assinando documentos de crítica ao regime, escrevendo, participando em encontros ou nas acções possíveis).
No seu "Livro Sexto" Salazar é retratado como um "velho abutre" cujos discursos "têm o dom de tornar as almas mais pequenas".
Ainda antes do 25 de Abril, participou na campanha da CEUD (Comissão Eleitoral de Unidade Democrática - formação eleitoral que disputou as eleições de 1969 contra o partido do regime) e integrou a Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos. Nessa campanha proferiu um discurso em que afirmou «Aos pobres de Portugal é costume dizer: “Tenham paciência”. Mas na verdade devemos dizer: “Não tenham paciência”. Devemos pedir ao povo português que procure o caminho de uma “impaciência pacífica”, que se exprima e combata sem violência mas com teimosia e firmeza.» O seu marido, o advogado e jornalista Francisco Sousa Tavares, chegou a estar preso por motivos políticos.

Após o 25 de Abril de 1974 - "o dia inicial inteiro e limpo", como escreveu - foi deputada pelo Partido Socialista à Assembleia Constituinte (1975-1976). Depois dedicou-se mais à escrita, embora sempre atenta ao que se passava à sua volta e sempre crítica em relação ao que considerava injusto na sociedade.
Como escreveu: "Corajoso é combater o que está à nossa frente e no poder, e só o que é corajoso é divertido."

A Poesia está na rua  -  frase de Sophia de Mello Breyner a propósito do 25 de Abril de 1974.
Frase-inspiração para a pintora Vieira da Silva, amiga de Sophia.

28 de março de 2011

Alexandre Herculano, aniversariante

Faz hoje 201 anos que nasceu, na cidade de Lisboa, Alexandre Herculano, personagem sobre a qual os alunos do 6.º 6 irão descobrir um pouco mais.

Soldado, Bibliotecário, Escritor, Jornalista, Historiador, Político, Agricultor

Depois de já termos falado de alguns acontecimentos em que Herculano esteve envolvido, nas lutas entre liberais e absolutistas – foi um dos “Bravos do Mindelo”, integrado no Regimento dos Voluntários da Rainha – aqui lembramos, muito resumidamente, o escritor, autor de obras de poesia e de ficção, nomeadamente romances históricos. Juntamente com Almeida Garrett (outro escritor liberal), é considerado o iniciador do estilo romântico em Portugal, que inaugurou a prosa de ficção moderna no nosso país.

E não podemos deixar de referir o seu papel como historiador: é considerado o fundador da moderna historiografia portuguesa, isto é, o primeiro estudioso da História, em Portugal, a seguir um método de investigação que fez com que os seus estudos fossem considerados exemplares e a sua forma de usar e analisar os documentos históricos fosse apontada como o caminho a seguir por quem queria estudar com objectividade a História de Portugal.
E começou a publicar, exactamente, uma História de Portugal, que não chegou a completar. No campo da História, publicou ainda um estudo sobre a origem do tribunal da Inquisição em Portugal e foi encarregado de fazer uma recolha de documentos valiosos, até então dispersos por vários arquivos.
Decorria a Guerra Civil quando foi nomeado, por D. Pedro IV, bibliotecário da Biblioteca do Porto. Mais tarde dirigiu a revista O Panorama. A convite de D. Fernando II, desempenhou o cargo de Director das Bibliotecas Reais da Ajuda e das Necessidades.

Painel da autoria de Columbano Bordalo Pinheiro,
na Sala dos Passos Perdidos (Assembleia da República),
retratando Passos Manuel, Almeida Garrett,
Alexandre Herculano e José Estevão de Magalhães

Alexandre Herculano manteve-se sempre fiel aos seus ideais políticos, defendendo a Carta Constitucional. Foi deputado às Cortes, Presidente da Câmara Municipal de Belém (que ainda não pertencia à cidade de Lisboa) e preceptor do futuro rei D. Pedro V.
Apesar de ser próximo de muitas figuras do liberalismo que estiveram no poder quando do início da Regeneração (1851), e de em sua casa se terem efectuado, com o Duque de Saldanha, reuniões em que se preparou o golpe da Regeneração, recusou fazer parte do Governo chefiado pelo próprio Duque [“Aquele gajo”, segundo o 6.º 6].
Após o seu casamento, já em 1866, retirou-se definitivamente para a sua quinta de Vale Lobos (Santarém), dedicando-se quase inteiramente à agricultura.

Alexandre Herculano e Sophia de Mello Breyner (2)

Recuemos no tempo...
1828 - D. Miguel regressou do exílio, depois de se ter comprometido a casar com a sobrinha (D. Maria II), a respeitar a Carta Constitucional de 1826 e a governar como regente até D. Maria II ter idade para ser ela a governar.

D. Miguel "esqueceu-se" do compromisso assumido, assumindo-se antes como rei absoluto. Começou a perseguição aos liberais (os "malhados"). Muitos liberais fugiram para o estrangeiro, muitos outros foram presos, outros foram mortos.

Vítima dessa perseguição absolutista, Pedro de Mello Breyner foi preso no forte de S. Julião da Barra, onde viria a morrer, mal tratado, doente e com falta de cuidados, perto do Natal de 1831.
Nas imagens, o Forte de S. Julião da Barra, onde muitos liberais estiveram presos no reinado de D. Miguel: perspectiva do seu interior e vista aérea sobre o forte.


Nesse ano (1831), um jovem nascido em 28 de Março de 1810, de seu nome Alexandre Herculano, liberal defensor da Carta Constitucional, esteve envolvido na revolta do Regimento n.º 4 de Infantaria de Lisboa contra o governo de D. Miguel. O levantamento falhou, mas Alexandre Herculano conseguiu fugir para Inglaterra e depois para França.
Em 1832, integrou a expedição militar de D. Pedro IV, saindo dos Açores e desembarcando na praia de Arnosa de Pampelido (hoje também chamada Praia da Memória).
Após o desembarque liberal, ainda na praia, D. Pedro IV entregou o estandarte do seu exército a um soldado veterano que com ele vinha na expedição: Tomás de Mello Breyner. Ele seria, a partir de então, o porta-estandarte das forças liberais.

A entrega do estandarte por D. Pedro IV a
Tomás de Mello Breyner (de joelho em terra)


25 de março de 2011

Alexandre Herculano e Sophia de Mello Breyner (1)

Esta semana decorreu na nossa escola a Semana da Leitura.
Calhou-me acompanhar a Turma do 6.º 4 à Biblioteca, quando a outra turma presente na sessão era o 6.º 6.
O acaso (para mim) fez com que alunos do 6.º 4 tivessem preparado uma biografia de Sophia de Mello Breyner e a leitura de alguns dos seus poemas e alunos do 6.º 6 tivessem feito a leitura de pequenos textos de Alexandre Herculano.


Que relação pode haver entre Alexandre Herculano e Sophia de Mello Breyner, para além dos dois serem escritores/poetas?
Quando a poeta nasceu (ela detestava que lhe chamassem poetisa!) já Herculano morrera há mais de 40 anos.
Mas, indirectamente, acaba por haver uma ligação familiar interessante e há algumas coincidências nas suas vidas.
Além disso, Alexandre Herculano está directamente envolvido na história da época que acabámos de estudar: a segunda metade do século XIX. E, imaginem, em sua casa conspirou... "aquele gajo"!

Na próxima 2.ª feira, dia em que Alexandre Herculano faria anos (201 anos!), vamos descobrir essas ligações e um pouco mais.

27 de novembro de 2010

O Marquês de Pombal - reinou sem ser rei

O Diogo G. (6.º 10) enviou este texto sobre o Marquês de Pombal.

Era sábado, dia de Todos os Santos, mais precisamente 1 de Novembro de 1755. A terra começou a tremer entre as nove e as dez da manhã e, pouco tempo depois, o mar entrou Lisboa adentro levando tudo à sua frente.


O terramoto durou apenas 7 minutos, mas quando finalmente o mar recua e a terra pára de tremer, tudo era destruição, caos e desespero.


O rei estava em choque e não sabia o que fazer. Valeu-lhe um dos seus homens de confiança. Chamava-se Sebastião José de Carvalho e Melo e era o secretário dos Negócios Estrangeiros.
Foi ele que criou e estudou a nova reconstrução de Lisboa.
Foi desta forma que se transformou numa das pessoas mais importantes do país, sendo, às vezes, até
mais valorizado do que o próprio rei.
Com o passar do tempo, o prestígio de Sebastião José foi aumentando, tendo-lhe sido concedido, o título de conde de Oeiras. Mas foi com outro título que ficou conhecido: o de Marquês de Pombal.

31 de outubro de 2010

Padre António Vieira (2)

Apesar de já haver um texto sobre o padre António Vieira, a Ana Carolina (6.º 10) enviou hoje um trabalho sobre esta interessante personagem da nossa história. Como nos dá algumas informações novas, achei bem publicá-lo.
Poderá haver algumas dúvidas sobre o que será a Inquisição ou o que são os Cristãos-Novos, mas nas próximas aulas falaremos desses temas.

O padre António Vieira, sendo missionário no Brasil, destacou-se defendendo os direitos humanos dos povos indígenas, combatendo contra a exploração e escravização dos mesmos.
Este padre também foi conhecido por defender os Judeus e a abolição da distinção entre os cristãos-novos e os cristãos-velhos.
Também foi bastante conhecido por defender a abolição da escravatura, tendo criticado severamente os sacerdotes e a Inquisição.
Ficou, também, célebre pelo seu «Sermão aos peixes» em São Luís no Maranhão.

Após a Restauração da Independência [1 de Dezembro de 1640], já em Lisboa, foi nomeado pregador régio por D. João IV de Portugal.
António Vieira tornou-se confessor da rainha D. Luísa de Gusmão, mulher de D. João IV.
Já com D. Afonso VI, António Vieira não foi bem recebido. Regressou ao Brasil em 1681, onde acabou por morrer a 18 de Julho de 1697, com 89 anos.

Padre António Vieira


D. Mariana Vitória, princesas e casamentos

O texto sobre a Real Ópera do Tejo fez-me procurar informação sobre a rainha D. Mariana Vitória.
Era filha de Filipe V, de Espanha, e, não sabia mas fiquei a saber, que tinha sido prometida em casamento a Luís XV, de França, quando tinha a idade de... 4 anos!
D. Mariana Vitória (com aquela idade podíamos chamar-lhe Marianinha) foi então para a corte francesa, mas... a pressa dos franceses em terem um príncipe herdeiro fez com que desistissem daquele casamento e D. Mariana regressou a Espanha 2 anos depois, para se vir antes a casar com o nosso D. José I.
Quando se tratou deste casamento tinha D. Mariana 9 anos de idade e D. José tinha 13 anos.

Tão novinhos que eles eram!
Estão a perceber que os interesses da política externa, de alianças entre países, é que tinham importância para a realização dos casamentos reais?























Quadros representando D. Mariana Vitória e D. José I

26 de outubro de 2010

Padre António Vieira

O Padre António Vieira foi um homem religioso, escritor e orador português, da Companhia de Jesus.
Nasceu em 1608, na rua do Cónego, perto da Sé, em Lisboa.
Os seus pais chamavam-se Cristóvão Vieira Ravasco e D. Maria de Azevedo, sendo o seu pai mulato.



Quando tinha 6 anos os seus pais mudaram-se para o Brasil e foi aí que iniciou estudos, tendo entrado aos 15 anos para a Companhia de Jesus.
Tornou-se sacerdote jesuíta em 1685.
Foi confessor e conselheiro de D. João IV, pregador, embaixador e missionário.
Faleceu em S. Salvador da Baía, em 1697.

Texto de Inês Félix (1.ª parte) e Pedro Gomes (2.ª parte) da turma 6.º 10
Imagem seleccionada pela Inês.

9 de maio de 2010

Prof. António Borges Coelho

Às vezes parece-nos que os miúdos estão longe e não estão a apanhar as coisas. E às vezes surpreendem-nos.

A propósito da repressão no Estado Novo, e porque tinha lido há dias uma pequena auto-biografia do Prof. António Borges Coelho (no Jornal de Letras), contei na aula que ele tinha sido preso depois de ter sido denunciado por um camarada do seu partido (PCP) que era um elemento da PIDE infiltrado.
O Prof. Borges Coelho foi meu professor na Faculdade e, quando dos 25 anos do 25 de Abril (1999), esteve na Paulo da Gama, a meu convite, para participar numa sessão sobre esse aniversário com os alunos do 9.º 2 e 9.º 4 (que saudades dessas turmas!).
Poucos dias depois, a Raquel (6.º 8) veio dizer-me que o Prof. Borges Coelho também era conhecido da sua mãe. Contara-lhe em casa o que tínhamos falado na aula e agora trazia aquela novidade.
Pensava lá eu que algum dos miúdos, sem que o tivéssemos escrito, fixasse o nome do Professor!...

Prof. Borges Coelho no uso da palavra durante o debate
sobre o 25 de Abril, na EB 2/3 Paulo da Gama - Abril de 1999

Prof.

6 de março de 2010

Nem só de República se faz a História

Olá, Chris

Lembraste-te da "raparega"! (lol)
O termo "rapariga" não é o mais adequado, Chris.
O nome é Eva Braun (por vezes também pode ser identificado por Eva Brown, mas o nome completo era Eva Anna Paula Braun).

Boa sorte!

Prof.