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25 de setembro de 2014

O Estado Novo

Com um pedido de desculpas ao autor, o Miguel Mesmoudi, pelo meu atraso na publicação, aqui apresento um trabalho que o Miguel fez voluntariamente, ainda no final do ano letivo passado, quando estava no 5.º B.
O tema do Estado Novo será tratado no 6.º ano e haverá pormenores que serão melhor compreendidos e explicados.

O Estado Novo

O que é o Estado Novo?
É o nome que se dá ao regime político autoritário que vigorou em Portugal, entre 1933 e 1974.
Em que consistia o regime autoritário?
Consistia num regime em que não existia Liberdade: não se podia reclamar, não havia manifestações nem partidos opositores ao Governo. Se o povo não cumprisse iria para a prisão, sofrendo torturas e espancamentos.

Qual foi a personagem política que marcou este regime?
A personagem que marcou o regime foi António de Oliveira Salazar.
Como é que António de Oliveira Salazar chegou ao poder?
No dia 28 de Maio de 1926, Gomes da Costa e Mendes Cabeçadas impuseram uma ditadura militar. Dois anos depois Salazar era Ministro das Finanças.

António de Oliveira Salazar

Como teve tanto poder se só era Ministro das Finanças?
Após algum tempo subiu de cargo, passou a Primeiro-Ministro.
Não houve eleições durante os anos em que governou?
Sim, houve, mas os resultados não eram verdadeiros.


Nunca foi substituído?
Foi, por Marcelo Caetano.
Por que razão?
Salazar caiu da cadeira, em 1968, e como isso lhe tirou capacidades mentais, não pôde continuar a governar.

Marcelo Caetano

E Marcelo Caetano que leis fez?
Não havia diferença, pois mesmo que outro partido ganhasse, os votos eram modificados.
Quem se manifestou, principalmente, contra o regime?
Os estudantes e os militares (que fizeram o 25 de Abril).

O salazarismo
Salazarismo é o que se chama à política ou à época entre 1932 e 1968, período em que o principal governante foi António de Oliveira Salazar, ditador nacionalista português.
Nessa época fizeram-se imensas leis que proibiam a liberdade de expressão, não se recebia reformas, pensões, abonos, e não havia partidos políticos.

O marcelismo
O marcelismo é o nome que se chama à época entre 1968 e 1974, quando governou Marcelo Caetano, político português.

A revolução de 25 de Abril de 1974 pôs fim ao Estado Novo


31 de outubro de 2013

Rio Zêzere

A Beatriz Rodrigues, do 5.º C, que conhece o rio Zêzere, escreveu um texto sobre o rio.

O Rio Zêzere é o segundo maior rio dos que nascem em Portugal, a seguir ao Rio Mondego.
Nasce na Serra da Estrela e passa por Manteigas, perto da cidade da Covilhã indo desaguar em Constância, no rio Tejo.

Troço inicial do rio Zêzere no vale de origem glaciar (Serra da Estrela)

Os afluentes do rio são: o rio Alge,o rio Cabril, a ribeira de Unhas, a ribeira de Paúl, a ribeira de rio Caria, a ribeira da Malhadancha, a ribeira de Isna, a ribeira da Meimoa, a ribeira de Sertã, a ribeira de Teixeira e o Rio Nabão.
Onde o Rio Nabão desagua existe uma casa de madeira onde se comem petiscos, entre eles o peixe frito apanhado no rio.
Essa localidade chama-se a Foz do Rio e o meu avô paterno tem uma casa lá perto, nas Limeiras, e quem também lá tem uma casa é a professora Edite Pereira, que esteve muitos anos no concelho diretivo desta escola.

Perto de Limeiras
A meio do rio há uma barragem chamada Castelo de Bode, e é esta barragem que fornece a água para os habitantes de Lisboa beberem.
Na albufeira da barragem praticam-se alguns desportos náuticos, como canoagem, vela, motonáutica (corridas de barcos), pesca e também se fazem passeios de barco.

Barragem de Castelo do Bode
Por baixo da barragem pescam-se barbos, bogas, fataça, sável e lampreia. A lampreia é um peixe parecido com uma cobra, que desova no Zêzere.
É com a lampreia que se faz um prato típico daquela  região, o arroz de lampreia, que é um prato muito caro.
Nessa zona as margens do rio são muito bonitas, e, no verão o meu pai vai lá pescar e eu vou brincar para a água do rio que é muito fria.

Constância
Por fim, o  Rio Zêzere desagua em Constância, também conhecida por vila Poema, porque Camões viveu lá. Na zona ribeirinha encontramos a casa do Camões e a sua estátua. Foi colocada num jardim muito bonito onde as árvores estão cobertas de lã.

Constância - estátua de Camões
Na praça principal de Constância, nas paredes das habitações, temos marcados os anos das maiores cheias, mostrando deste modo onde as águas chegaram.


Beatriz Matias Rodrigues 5º C – Nº 5


29 de abril de 2013

A vida nos mosteiros e nas terras senhoriais

O João, da turma 5.º 9, apresentou um bom trabalho sobre a sociedade portuguesa no século XIII, centrando-se na vida quotidiana nos mosteiros e nas terras senhoriais.

É esse trabalho que se encontra aqui disponível.

5 de março de 2012

Brasil - Apresentação

O Brasil é referência importante no programa de História e Geografia de Portugal do 6.º ano.
A Patrícia, do 6.º 7, quis fazer uma apresentação sobre o Brasil. Ela aqui está.

A ver se serve de exemplo para outros colegas.

Aguardo, entretanto, que a Ana Rita, do 6.º 1, trabalhe as imagens na sua apresentação sobre a revolução liberal.

17 de março de 2011

Fontes Pereira de Melo - Biografia

António Maria de Fontes Pereira de Melo nasceu em Lisboa, a 8 de Setembro de 1819, e morreu na mesma cidade, em 22 de Janeiro de 1887.

Foi um dos principais políticos portugueses da segunda metade do século XIX. Era filho de João de Fontes Pereira de Melo, governador de Cabo Verde por duas vezes. António Maria foi eleito deputado pelas ilhas de Cabo Verde, o início de uma brilhante carreira política.
Depois de um período de agitação política que marcou a primeira metade do século XIX, teve início, em 1851, uma nova etapa da monarquia constitucional portuguesa. Esse período foi chamado de Regeneração, pois os governos tentaram recuperar o atraso em que Portugal vivia relativamente a outros países da Europa, modernizando o governo e desenvolvendo as actividades económicas.

No primeiro governo da Regeneração foi criado o Ministério das Obras Públicas, do qual Fontes Pereira Melo se encarregou.
Com Fontes Pereira de Melo aumentou o número de estradas, construiu-se o primeiro troço dos caminhos-de-ferro, que ligava Lisboa ao Carregado, iniciou-se a construção de outras duas linhas (Vendas Novas e Sintra) e montou-se a primeira linha telegráfica.
Além dessas obras, iniciou a revolução dos transportes e das comunicações, inaugurando carreiras regulares de barcos a vapor, os serviços postais e as redes telefónicas.
A sua política de promoção das obras públicas ficou conhecida como o fontismo.

Tiago Nuno (6.º 6)

D. Fernando II

O seu nome completo era Fernando Augusto Francisco António de Saxe-Coburgo-Gota-Koháry. Nasceu a 29 de Outubro de 1816, em Viena, na Áustria.

Foi Príncipe e mais tarde o Rei Consorte de Portugal pelo seu casamento com a Rainha D. Maria II, em 1836.
De acordo com as leis portuguesas, D. Fernando tornou-se Rei de Portugal após o nascimento do primeiro Príncipe, mais tarde designado por D. Pedro V.
D. Fernando foi regente do reino por quatro vezes: durante as gravidezes de D. Maria II, depois da morte de sua esposa em 1853 e quando o seu segundo filho, o rei D. Luís I, e a rainha D. Maria Pia de Sabóia se ausentaram de Portugal para assistirem à Exposição de Paris, em 1867.
D. Fernando II faleceu a 15 de Dezembro de 1885, com 69 anos de idade e ficou conhecido na História de Portugal como “O Rei - Artista” porque sempre que podia, evitava a política e dedicava-se às artes, de que tanto gostava.




Foi D. Fernando que mandou construir o Palácio da Pena, em Sintra, de acordo com o estilo romântico dos palácios alemães.

Catarina (6.º 6)

9 de março de 2011

José Relvas - Desafio

O Pedro (6.º 6), mesmo em férias, estava atento. Já respondeu ao desafio sobre José Relvas.
Vamos ver se há mais atentos!

Não estão esquecidos:
- Um texto sobre a Revolução Industrial, da Alícia (6.º 10).
- Uma biografia de Fontes Pereira de Melo, do Tiago Nuno (6.º 6) - é preciso trabalhar o texto.
- As respostas aos desafios anteriores: Alícia, Ana Carolina e Ana Rita (6.º 10)

Está atrasado:
- Uma biografia do marechal Saldanha, do Bruno Daniel (6.º 6).
Qualquer dia estamos na República, e ainda anda o fantasma do Marechal a pairar por aqui.

25 de fevereiro de 2011

A Mala-Posta (de 1852 a 1871)

Com António Fontes Pereira de Melo à frente do Ministério das Obras Públicas, a partir de 1852, operaram-se grandes remodelações nos serviços de comunicações. Foram adquiridas novas carruagens francesas e novos cavalos.

Entre os anos 1852 até 1871 funcionaram as seguintes carreiras:
- 1852 a 1871 - Mala-Posta e Diligências entre Porto, Braga e Guimarães
- 1854 a 1863 - Mala-Posta de Aldeia Galega (Montijo) a Badajoz
- 1855 a 1864 - Mala-Posta de Lisboa ao Porto

Em 1859, a ligação entre Lisboa e Porto através das carreiras da Mala-Posta fazia-se em 34 horas e passava por 23 estações de muda (média de 14 a 15 km por cada percurso).
A carreira de Lisboa-Coimbra-Porto implicava duas diligências em trânsito ao mesmo tempo, com quatro cavalos em cada diligência e vários outros em descanso para substituir os equídeos cansados.


A substituição dos cavalos fazia-se em edifícios chamados Estações-de-Muda, construídas à beira das novas estradas. Além da muda, isto é, a troca dos cavalos, as Estações-de-Muda serviam também para o intercâmbio de malas de correio. As estações mais centrais serviam refeições aos passageiros que nelas pousavam. Também havia estalagens para a dormida dos passageiros.


O comboio, com a construção de uma extensa rede de vias férreas contribuiu para o fim do serviço da Mala-Posta.


Imagens:
Carruagem da Mala-Posta da carreira Lisboa - Porto (1859-1864)

Estação de muda
Postal com imagens relativas ao serviço da Mala-Posta

Texto de Ana Rita Antão (6.º 10)

24 de fevereiro de 2011

A Mala-Posta (de 1797/8 a 1831)

O serviço da Mala-Posta surgiu em Portugal em 1797 ou 1798, explorado pelo Estado, tornando-se o primeiro transporte público de carreira em Portugal.
A este transporte chamava-se Mala-Posta, porque Mala se relaciona com caixa, saco ou outros receptáculos portadores de objectos e o termo Posta vem de postal, ou seja, a actividade de transporte de correio. O termo Mala-Posta passou a designar as diligências de correio e passageiros.
Inicialmente o percurso da Mala-Posta fazia-se três vezes por semana entre Lisboa e Coimbra, estendendo-se, mais tarde, até ao Porto e outras localidades. Tinha horário estabelecido e este era cumprido em pormenor.
Este transporte encerrou em 1804 e foi retomado entre 1826 até 1831.

Os seus percursos eram:
- 1798 a 1804 - Mala-Posta de Lisboa a Coimbra.
- 1826 e 1827 - Mala-Posta de Vila Nova da Rainha às Caldas da Rainha
- 1829 a 1831 - «Reais Diligências de Posta» entre Aldeia Galega (Montijo) e Badajoz

Em 1852, operaram-se grandes remodelações nos serviços de comunicações.


Nas imagens:

Carruagem da Mala-Posta da carreira Lisboa - Porto (1859-1864)
Cocheiro da Mala-Posta (1798)

Texto de Ana Rita Antão (6.º 10)


21 de fevereiro de 2011

Desafio n.º 2 - Triângulo A

Está quase tudo bem nas respostas do Triângulo A (6.º 10) ao Desafio n.º 2, quase...
Este quase ajudou-me a ver um erro que eu tinha cometido: é evidente que a esposa de D. Manuel II não podia ter nascido e morrido nas mesmas datas que D. Estefânia. Se tivesse morrido em 1859 não se podia ter casado em 1913!!! O copy and paste tem destes perigos.
Amanhã na aula falaremos nisso.

Tenho pena que ninguém do 6.º 6 tenha respondido aos desafios. Só o Pedro e o Daniel têm estado activos. Aguardo pelos textos do Bruno Daniel, do Tiago Nuno e da Catarina.

Entretanto, a Ana Rita (6.º 10) fez um texto sobre a Mala-Posta. Vamos ver se o arrumamos, também amanhã.
O Daniel (6.º 6) fez uma apresentação sobre a febre tifóide, a propósito do facto de 3 filhos de D. Maria II terem morrido em 1861 de uma epidemia de tifóide. Falta melhorar a "ligação da Medicina à História".

20 de fevereiro de 2011

O direito de voto em Portugal

Há já algum tempo desafiei o Pedro (6.º 6) a escrever sobre quem, ao longo da história do Portugal contemporâneo - da revolução liberal (1820) aos nossos dias - podia votar.
O Pedro fez esse (bom!) trabalho.
Como é um texto um pouco longo para "postar" aqui, deixo-o como documento anexo que poderão abrir e ler.
É este o trabalho sobre o direito de voto .

27 de novembro de 2010

O Marquês de Pombal - reinou sem ser rei

O Diogo G. (6.º 10) enviou este texto sobre o Marquês de Pombal.

Era sábado, dia de Todos os Santos, mais precisamente 1 de Novembro de 1755. A terra começou a tremer entre as nove e as dez da manhã e, pouco tempo depois, o mar entrou Lisboa adentro levando tudo à sua frente.


O terramoto durou apenas 7 minutos, mas quando finalmente o mar recua e a terra pára de tremer, tudo era destruição, caos e desespero.


O rei estava em choque e não sabia o que fazer. Valeu-lhe um dos seus homens de confiança. Chamava-se Sebastião José de Carvalho e Melo e era o secretário dos Negócios Estrangeiros.
Foi ele que criou e estudou a nova reconstrução de Lisboa.
Foi desta forma que se transformou numa das pessoas mais importantes do país, sendo, às vezes, até
mais valorizado do que o próprio rei.
Com o passar do tempo, o prestígio de Sebastião José foi aumentando, tendo-lhe sido concedido, o título de conde de Oeiras. Mas foi com outro título que ficou conhecido: o de Marquês de Pombal.

7 de novembro de 2010

Palácio e Convento de Mafra

O Pedro (6.º 10) escreveu este texto sobre o Palácio e Convento de Mafra, uma das grandes obras do reinado de D. João V.


O Convento – Palácio de Mafra foi mandado construir pelo rei D. João V na primeira metade do século XVIII.
Foi construído para cumprir a promessa do rei caso tivesse um descendente para ocupar o trono.

 Sala da Benção

Este monumento, de estilo barroco, integra um Paço Real (palácio), uma basílica e um convento, incluindo este uma biblioteca com cerca de 40 mil livros de séculos passados. [A Biblioteca, à qual se destinou a maior sala, considera-se hoje parte integrante do Palácio.] 



Biblioteca

A direcção da obra foi de João Frederico Ludovice, ourives alemão, com formação de arquitectura em Itália.

As obras começaram em 1717 e em 1730 procedeu-se à sagração da Basílica, embora as obras tenham continuado até 1775.

Quarto das Rainhas


3 de novembro de 2010

O Café

Porque falámos das principais produções agrícolas do Brasil do século XVIII, o José pesquisou informação sobre o café. Trabalhámos o texto - descobrimos significados, sublinhámos as ideias principais e ficou o que apresentamos.


O café é originário da Etiópia (leste de África). É conhecido há mais de mil anos na região de Kafa, de onde poderá vir o nome "café".
Foi descoberto casualmente por pastores de cabras. As cabras, ao comerem o pequeno fruto do café, tornavam-se mais espertas e resistentes.

Fruto do café ainda no cafeeiro

Um desses pastores passou a colher os frutos do café e a preparar uma pasta com os os frutos esmagados e manteiga, sentindo maior vivacidade. Um monge da região, tomando conhecimento disso, começou a utilizar uma infusão de frutos para resistir ao sono enquanto orava.
Na Arábia, onde o café começou a ser plantado e consumido, aquela bebida recebeu o nome de kahwah ou cahue, de onde deverá vir o nome de "café".

Grãos de café já torrados

O café chegou à Europa trazido por navegantes e aventureiros holandeses, alemães e italianos.
A partir do século XVII, o café tornou-se uma das bebidas mais consumidas na Europa, passando a fazer parte dos hábitos da burguesia ou das cortes europeias.

Os holandeses e os franceses levaram a planta do café para as suas colónias americanas, para aproveitar o clima apropriado ao seu cultivo.

Cafezal

No Brasil, então dominado por Portugal, o Governador do Pará mandou Francisco Mello Palheta, um oficial aventureiro, ir ao território da Guiana francesa trazer algumas sementes de café (o que na época era proibido porque quem o produzia não queria que fosse plantado noutro sítio).
Assim, em 1727, aquele oficial conseguiu contrabandear as primeiras sementes de café que viriam a dar origem a uma importante produção no Brasil.
Em pouco tempo o café tornou-se o mais importante produto brasileiro.

Lavrador de café

José Caramelo (6.º 4), (com adaptações)


Monarquia absoluta

Monarquia absoluta ou absolutista é a forma de governo onde o Monarca ou Rei exerce o poder absoluto, isto é, independente e superior ao de outros órgãos do Estado.

A principal característica é o poder do rei estar acima de todos os outros poderes ou de concentrar em si os três poderes: legislativo, executivo e judicial.


O absolutismo, foi fortalecido pelo desenvolvimento da teoria do "direito divino dos Reis" – o direito divino dos reis é baseado na crença de que o monarca tem o direito de governar por vontade de Deus e não devido aos seus súbditos.
Este tipo de governo foi muito comum na Europa ocidental entre o século XVII e meados do Século XIX.

     Texto de Ana Rita Antão (6.º 10)
 
Em Portugal, o reinado de D. João V é um óptimo exemplo desta forma de governo aqui descrita pela Ana Rita.



1 de novembro de 2010

A editar

Estão à espera de edição textos sobre o Padre Bartolomeu de Gusmão (Débora e Inês - 6.º 10), o café (José - 6.º 4), a monarquia absoluta e Alexandre de Gusmão (ambos da Ana Rita - 6.º 10).

Identificámos a nossa seguidora Annie Rose (Ana Rita) e hoje surgiu um 6.º - o Hugo Pereira (6.º 10).

31 de outubro de 2010

Padre António Vieira (2)

Apesar de já haver um texto sobre o padre António Vieira, a Ana Carolina (6.º 10) enviou hoje um trabalho sobre esta interessante personagem da nossa história. Como nos dá algumas informações novas, achei bem publicá-lo.
Poderá haver algumas dúvidas sobre o que será a Inquisição ou o que são os Cristãos-Novos, mas nas próximas aulas falaremos desses temas.

O padre António Vieira, sendo missionário no Brasil, destacou-se defendendo os direitos humanos dos povos indígenas, combatendo contra a exploração e escravização dos mesmos.
Este padre também foi conhecido por defender os Judeus e a abolição da distinção entre os cristãos-novos e os cristãos-velhos.
Também foi bastante conhecido por defender a abolição da escravatura, tendo criticado severamente os sacerdotes e a Inquisição.
Ficou, também, célebre pelo seu «Sermão aos peixes» em São Luís no Maranhão.

Após a Restauração da Independência [1 de Dezembro de 1640], já em Lisboa, foi nomeado pregador régio por D. João IV de Portugal.
António Vieira tornou-se confessor da rainha D. Luísa de Gusmão, mulher de D. João IV.
Já com D. Afonso VI, António Vieira não foi bem recebido. Regressou ao Brasil em 1681, onde acabou por morrer a 18 de Julho de 1697, com 89 anos.

Padre António Vieira


Real Ópera do Tejo

O Pedro Melo (6.º 6) trabalhou este domingo, dando conta do que terá sido um dos grandiosos teatros europeus do século XVIII.
A real ópera do Tejo situava-se na rua do Arsenal em Lisboa. Era uma obra de Giovanni Carlo Sicinio Gali Bibiena, membro de uma prestigiada família de arquitectos e cenógrafos teatrais.
Segundo escassos testemunhos, a ópera do Tejo, seria um sumptuoso edifício decorado a branco e dourado, com a lotação de 600 lugares.
Foi inaugurado na Primavera de 1755 [31 de Março], no aniversário da Rainha Dona Mariana Vitória [mulher de D. José I].
Pouco tempo depois o terramoto veio destruir por completo aquele que era considerado um dos mais grandiosos teatros europeus.

Ruínas da real ópera do Tejo, após o terramoto de 1755



30 de outubro de 2010

Mais textos em breve

A Débora (6.º 10) entregou um texto sobre o "padre voador" (Bartolomeu de Gusmão), mas está muito longo e precisa de ser trabalhado. O mesmo se passa com um texto do José Caramelo (6.º 4), sobre a história da produção e do consumo de café, a propósito da sua plantação no Brasil.
A Ana Rita (6.º 10) enviou um texto sobre a monarquia absoluta, a inserir aqui em breve, mas com esquemas que têm de ser trabalhados como imagens.

Entretanto, o Pedro Melo (6.º 6) juntou-se aos seguidores e o mesmo aconteceu a uma enigmática rosa (rosie).

Esqueci-me de referir nas aulas que na próxima 2.ª feira, dia 1 de Novembro, passam 255 anos do terramoto que destruiu uma boa parte da cidade de Lisboa.
Lá se foi o Paço da Ribeira (de que já falámos em mais do que uma ocasião) e a Real Ópera do Tejo, de que pouco se fala e que se localizava perto. Quem descobre que edifício era este?



Brevemente falaremos do terramoto de 1755.

28 de outubro de 2010

Mais uma seguidora

Isto vai devagarinho... Mas vai!
A Inês, autora de textos já aqui editados e de outro quase a sair, sobre o Padre Bartolomeu de Gusmão, juntou-se aos seguidores.

A Daniela, do 6.º 4, a propósito da produção de café no Brasil, enviou-me o endereço de um site que conta a história do café - http://www.planetaorganico.com.br/cafebrev1.htm

Deixo a imagem da capa de um livro da colecção Na crista da onda, onde o Padre Bartolomeu de Gusmão "sonha" com a "Passarola".
Se calhar, dos vários leitores deste blogue, a Inês será a pessoa que mais saberá desse "segredo".



A não perder - brevemente!

Digo-vos que a colecção Na crista da onda, em grande parte existente na Biblioteca da nossa escola, tem 2 ou 3 livros muito interessantes sobre o Brasil, nomeadamente sobre a produção de açúcar e, também, sobre os bandeirantes que se aventuravam Brasil dentro.

Espero que mais alunos venham aqui. O 6.º 6 ainda não deu sinal de vida!!!