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Palácio de Queluz - Escadaria Robillion ou dos Leões

14 de dezembro de 2015

Invasões francesas

Quadro síntese das três invasões francesas


Invasão
Data do início da invasão
General que a comandou
Principais batalhas
Data em que terminou
1.ª
1807
Junot
Roliça e Vimeiro
1808
2.ª
1809
Soult
1809
3.ª
1810
Massena
Buçaco
[+ confrontos nas Linhas de Torres]
1811


8 de dezembro de 2015

Aldeia pré-histórica - comunidades agropastoris

Os alunos do 5.º C, podem encontrar aqui informações úteis sobre as novas técnicas dos povos agropastoris 

A imagem de uma comunidade agropastoril em que podemos observar a prática de todas as novas atividades.

Amanhã, na aula, vamos observar estas imagens.
Fazem lembrar a aldeia pré-histórica em que a turma viveu durante 90 minutos...



O terramoto, o maremoto e os incêndios - Lisboa 1755



«[Sabe-se que de manhã, entre as nove e meia e as dez horas] começou o território de Lisboa a tremer de sorte que dentro de pouco tempo se sentiu abalar a terra por vários modos. (…) alguns sete minutos durou o tremor de terra, o mais formidável que já viram os portugueses. A este se seguiram outros quatro, mais pequenos na duração, mas iguais na força. (…) Ao primeiro tremor de terra se seguiu imediatamente no mar uma extraordinária alteração e crescimento das águas (…) e em Lisboa saindo dos seus limites, e entrando pela terra dentro mais de cinco estádios, romperam as ondas algumas pontes, desfizeram muros, e arrojaram à praia madeiras de demarcada grandeza (…) mas ainda não se dava por satisfeita com estes castigos a ira de Deus que no mesmo dia afligiu com outro novo. (…) Foi esse um grandíssimo incêndio, que de repente se ateou em vários sítios da cidade (…) puderam as chamas discorrer livremente por várias partes, e consumir em quatro dias as riquezas de uma cidade, que era o Empório de toda a Europa.»

Padre António Pereira de Figueiredo (1725 - 1797) 
(citado em RAMOS, Rui (coord.), História de Portugal 


6 de dezembro de 2015

Características da Lisboa pombalina

Baixa pombalina
Características da Lisboa pombalina (a zona da Baixa), partindo da informação do manual do 6.º ano:

- Ruas largas, paralelas e perpendiculares umas às outras, com passeios calcetados.


É visível, nesta planta da Lisboa pombalina - o plano dos engenheiros Eugénio dos Santos e Carlos Mardel - o traçado geométrico das ruas: paralelas e perpendiculares.

Alguém terá questionado a grande largura das ruas, mas foi-lhe respondido que um dia, no futuro, essas ruas já não deveriam ser suficientemente largas.


Os passeios calcetados são, ainda hoje, uma "marca" das ruas e praças da Baixa de Lisboa (mas a calçada lisboeta que conhecemos hoje virá já da década de 1840 - século XIX).


- Edifícios harmoniosos, todos da mesma altura, com bonitas varandas de ferro forjado e construídos com um sistema de proteção contra sismos.

Tipos de edifícios pombalinos (desenhos da época)
Prédios pombalinos
Grade de varanda, em ferro forjado
Varanda com grade de ferro forjado


O sistema "de gaiola" visível, na atualidade, em edifícios que estão em obras

- Uma grande praça (a Praça do Comércio), construída no sítio do antigo Terreiro do Paço, onde iam dar as ruas nobres (mais importantes) da cidade.

A Praça do Comércio - a grande "sala de visitas"
de Lisboa - onde vão dar as 3 principais ruas da Baixa
(assinaladas a cor de laranja)
Estátua de D. José I no centro da Praça do Comércio

O Terreiro do Paço
(em finais do século XVII)
O nome da Praça homenageia a atividade económica desenvolvida por aqueles que ajudaram a pagar as obras de Lisboa: os comerciantes, ou seja, os burgueses.


Turmas do 6.º ano - Ficha de avaliação

As informações úteis sobre a próxima ficha de avaliação encontram-se aqui.

As dúvidas poderão ser esclarecidas na aula de 4.ª feira nas aulas desta semana ou serem remetidas para carloscarrasco9@gmail.com

Bom estudo.


Objetivos e Guia de Estudo para a ficha do 5.º C

Os alunos do 5.º C podem encontrar aqui as informações sobre os objetivos e o guia de estudo para preparar a ficha de avaliação do próximo dia 11.

As dúvidas poderão ser esclarecidas na aula de 4.ª feira ou serem remetidas para carloscarrasco9@gmail.com

Bom estudo.


Turmas do 6.º ano - TPC - Guia de estudo n.º 2

Para os alunos que não dispõem de Caderno das Perguntas, as duas páginas do Guia de estudo n.º 2.
Os exercícios são iguais, quer na nova edição do livro quer na antiga.
O trabalho é para entregar numa folha à parte.

Guia de Estudo n.º 2 - pág. 1


Guia de Estudo n.º 2 - pág. 2

          Nesta página, não quero que façam qualquer esquema circular, como o que está no guia. Façam um esquema simples, como, por exemplo:

Reformas económicas: - .........

Reformas sociais: - .........

(...)

moodle

23 de novembro de 2015

O Terreiro do Paço antes e depois do terramoto

O Terreiro do Paço em sucessivas épocas:

1572 (pormenor de um desenho da cidade, antes do domínio filipino)



1619 - Quando da primeira visita de D. Filipe II (Filipe III de Espanha) a Lisboa. Podem-se ver arcos montados para a receção ao rei.



Pouco antes do terramoto


Com o terramoto de 1755, o Paço (ou Palácio) Real deixou de se situar nesta zona, mesmo depois da reconstrução da Baixa pombalina.
O antigo Terreiro do Paço passou a ter a denominação de Praça do Comércio, em 1760, como homenagem aos comerciantes da cidade, os quais contribuíram, voluntariamente, para a reconstrução de Lisboa.
Passaram-se umas dezenas de anos antes da praça estar concluída - já se tinha entrado no século XIX.
E todos os lisboetas ainda conhecem esta praça como o "Terreiro do Paço".


Praça do Comércio no início do século XX



Praça do Comércio na atualidade.



22 de novembro de 2015

Lisboa antes e depois do terramoto de 1755

Plantas da cidade de Lisboa - comparem o que diz respeito à Baixa pombalina, pois as duas últimas plantas só tratam dessa parte:

Em 1650


O plano final de Eugénio dos Santos e de Carlos Mardel, de 1758


Em 1786


Lisboa pombalina

O Marquês de Pombal e os planos de reconstrução da Lisboa pombalina

A Lisboa pombalina ou Baixa pombalina é a zona da cidade de Lisboa que resultou da reconstrução planeada após o terramoto de 1755.
O adjetivo "pombalina" vem do título do Secretário de Estado do rei D. José I, o Marquês de Pombal.
Foi sob a sua direção política que se planeou e iniciou a reconstrução dessa parte da cidade.

A vermelho, os limites da chamada Baixa pombalina

A Baixa foi a zona mais afetada pelo marmoto (tsunami), por estar mais próxima do rio, e pelo terramoto, por causa do tipo de terreno em que se encontrava construída.

Em tempos, havia duas ribeiras (a do Vale do Pereiro e a de Arroios) que corriam pela parte central da Baixa e iam desaguar no rio Tejo.
Com o tempo, deu-se o depósito de matérias que as águas transportavam - lodo, areia, calhaus, cascalho - aquilo que se chama um enchimento aluvionar.
Foi sobre esses terrenos aplanados resultantes do enchimento que se construiu parte da baixa da cidade.


Planta atual da Baixa, representando com cor azul
o espaço que seria das duas ribeiras.
Hoje, esses cursos de água estão encanados.
  
Não admira, assim, que fossem tantos os estragos do terramoto.


6 de novembro de 2015

Correção do trabalho de casa (que a grande maioria não fez!)

Os alunos do 6.º ano podem encontrar aqui a correção do Guia de Estudo n.º 1, na versão da antiga edição do Caderno das Perguntas, e aqui na nova edição "de acordo com as metas curriculares".

Este material pode servir de estudo para a ficha de avaliação.


4 de novembro de 2015

Ficha de avaliação - 5.º C

Os alunos do 5.º C encontram aqui os conteúdos e os objetivos/guião de estudo para a ficha de avaliação a realizar no próximo dia 11 de novembro.

Dúvidas que surjam poderão ser enviadas para carloscarrasco9@gmail.com

Bom trabalho.


2 de novembro de 2015

Ficha de avaliação das turmas do 6.º ano

Está aí a primeira ficha de avaliação do ano.

Os objetivos / guião para o estudo encontram-se aqui.

Dúvidas que surjam poderão ser enviadas para carloscarrasco9@gmail.com

Bom trabalho.


1 de novembro de 2015

O terramoto de 1755

Para quem gosta de aprofundar estes assuntos, fica a proposta de um vídeo.




Terramoto de 1755

Há 260 anos - 1 de novembro de 1755 - aconteceu o terramoto que arrasou a parte baixa da cidade de Lisboa.

A família real encontrava-se na Casa Real de Campo de Belém, nessa época fora da cidade, onde as vibrações sísmicas foram menores.
Mas não ganhou para o susto!...

Com receio de réplicas, a família real instalou-se em tendas nos jardins do palácio.
Terá sido aí que o Secretário de Estado, Marquês de Pombal, proferiu a célebre frase sobre o que havia a fazer:"Cuidar dos vivos e enterrar os mortos."

Em Lisboa, com a destruição verificada, houve quem ficasse a viver em tendas, como ilustra a figura. Mas esses nem seriam os que estavam pior...



24 de outubro de 2015

Rios de Portugal - jogo

Pessoal do 5.º C:
A propósito dos rios da Península Ibérica e da sua localização, proponho-vos o Jogo dos Rios de Portugal.



22 de outubro de 2015

A PIDE foi criada há 70 anos

Data menos festiva, a 22 de outubro de 1945 "nascia" a PIDE (Polícia Internacional de Defesa do Estado), nova designação da polícia política do Estado Novo - antes chamava-se PVDE (Polícia de Vigilância de Defesa do Estado).
A mudança de nome estará relacionada com o fim da II Guerra Mundial, com a vitória dos Aliados, e a vontade do chefe do Governo (António de Oliveira Salazar) em dar uma ideia de maior abertura (liberdade) política.

A(s) polícia(s) política(s) no período de governação salazarista concentraram as funções de prevenção e repressão de crimes políticos.
E pensar de forma crítica em relação ao poder era um crime político. Por isso, nesses anos (até ao 25 de abril de 1974) muitas pessoas que lutavam contra o regime foram presas.
A PIDE tinha dois poderes fundamentais sem controlo judicial: o poder de prender e os poderes de instrução judicial (de incriminar), recorrendo sistematicamente à força e à tortura.


A PIDE passou a chamar-se DGS (Direção Geral de Segurança), depois da substituição de Salazar pelo Prof. Marcelo Caetano.
E a DGS foi extinta pelo Decreto-Lei 171/74, do próprio dia da revolução: 25 de abril de 1974.


Basílica de Mafra - a sagração foi há 285 anos

Quando do nascimento do seu primeiro filho - no caso, uma filha, a princesa D. Maria Bárbara - o rei D. João V mandou construir, em Mafra, um convento dedicado a Santo António, em cumprimento de uma promessa feita.
Entendia que esse nascimento, a 4 de dezembro de 1711, era uma graça divina e, "confortado" pelo ouro que ia chegando do Brasil em quantidades cada vez maiores, não se poupou a despesas.

E não foi um simples convento!... Foi um enorme conjunto de edifícios: um convento, um palácio real e uma basílica.
A mão de obra necessária foi contratada e... forçada.
A primeira pedra foi lançada em 1717 e a sagração ocorreu a 22 de outubro de 1730, dia do aniversário de D. João V.

Dizem que a festa da sagração demorou 24 horas e as outras festas feitas em Mafra estenderam-se por 7 dias, incluindo um banquete popular para 9 mil pessoas.
Mas as obras não estavam terminadas. Só no reinado de D. José foram concluídas.

Vamos voar sobre Mafra...




18 de outubro de 2015

A conquista de Lisboa e a cidade - atividades no Museu de Lisboa

Para quem tenha oportunidade, no próximo fim de semana, o Museu de Lisboa (antes chamado Museu da Cidade) apresenta um conjunto de atividades que parece interessante.
Não sei a que acontecimento se refere a designação "Batalha de Lisboa" - será à conquista da cidade, em 1147, após o cerco?



Nos dias 24 e 25 de outubro, o Museu de Lisboa convida o público a saber tudo sobre a conquista de Lisboa, com três atividades surpreendentes.
24 outubro, sábado: 16h
O Cerco de Lisboa
Percurso pelos arraiais das tropas dos Cruzados e de D. Afonso Henriques.
Preço: 2€ com marcação prévia

25 outubro, domingo: 15h
A Batalha de Lisboa
Visita e jogos para famílias.
Entrada livre
25 outubro, domingo: 15h30
Lisboa Medieval
Visita guiada.
Entrada livre com marcação prévia
Museu de Lisboa - Palácio Pimenta (Campo Grande, 245)
+ info : T. 218 172 508 ou museudelisboa@cm-lisboa.pt


21 de setembro de 2015

FELIZ ANO LETIVO

A todos os meus alunos e ex-alunos, votos de um feliz ano letivo. 
Votos extensivos a outros alunos e aos professores que, eventualmente, passem por aqui.


A imagem representa a escola do ano 2000, 
tal como foi imaginada por dois ilustradores franceses, em 1899.


25 de agosto de 2015

Batalha de Alcântara (25 de agosto de 1580)

A 25 de agosto de 1580, deu-se a Batalha de Alcântara, nos arrabaldes da cidade de Lisboa.
De um lado, D. António, Prior do Crato, à frente de um pequeno e fraco exército; do outro, o forte exército comandado pelo Duque de Alba, um dos generais de Filipe II de Espanha.

D. António procurava opor-se às pretensões do rei espanhol ao trono português, após a morte do Cardeal-Rei D. Henrique, mas foi facilmente derrotado.
D. Filipe II iniciaria a 3.ª dinastia da monarquia portuguesa, a dinastia filipina.



24 de agosto de 2015

A 24 de agosto de 1820, a Revolução Liberal

Campo de Santo Ovídio, actual Praça da República, na cidade do Porto

«Raiou finalmente o dia 24 de Agosto. Ao amanhecer o coronel Cabreira reuniu a artilharia no campo de Santo Ovídio, fez dizer uma missa, a que ele assistiu com os soldados e no fim dela, uma salva de artilharia de 21 tiros, anunciou aos habitantes do Porto que um grande feito estava começando.»
Xavier de Araújo, A Revolução de 1820 - Memórias

Era o início da revolução liberal.


21 de agosto de 2015

600 anos da conquista de Ceuta

Conquista de Ceuta
painel de azulejos da autoria de Jorge Colaço (Estação de S. Bento - Porto)

Foi a 21 de agosto de 1415 que as forças portuguesas entraram em Ceuta.
A conquista desta cidade, localizada na costa marroquina (norte de África) e de onde se podia controlar o estreito de Gibraltar, foi o ponto de partida da expansão portuguesa.
A sua tomada aos mouros por D. João I culminou uma expedição militar longamente preparada. O assalto da cidade, em si, deu-se num só dia, pois a resistência foi fraca (a estratégia seguida teria facilitado a conquista, embora os desenhos e pinturas dêem a ideia de bravos combates).


A ação militar permitia expandir o cristianismo em território muçulmano - em 1413 já havia sido nomeado um bispo de Ceuta - e oferecia à nobreza a possibilidade de manter o exercício das armas, desempenhar cargos militares e administrativos e alcançar títulos e rendas.
Dominando o estreito de Gibraltar, Portugal diminuía o perigo da pirataria na costa sul do reino.

Por outro lado, Ceuta possuía um importante porto de passagem de duas grandes rotas comerciais no norte de África: a que era proveniente do interior do continente, pela qual afluíam ao Mediterrâneo o ouro, os escravos e os produtos tintureiros, e a rota com origem no Egipto e que trazia os produtos orientais que chegavam àquele país: as especiarias e as sedas. Atrair o comércio destes produtos para Lisboa era o objetivo dos mercadores das maiores cidades portuguesas - Lisboa e Porto.
Acresce que Ceuta se localizava a norte de ricas regiões produtoras de trigo, cereal necessário ao reino de Portugal.
A burguesia estava, por estes motivos, muita interessada na conquista e importante terá sido no caso o papel de João Afonso, Vedor da Fazenda Régia (1) e burguês abastado.

A frota reuniu-se em Lisboa e seguiu para Lagos, tendo partido desta cidade (ou de Faro) para Ceuta com cerca de 19 mil homens.



Atualmente, Ceuta pertence a Espanha, situação que tem origem na perda da independência de Portugal, em 1580. Mesmo com a Restauração da independência, em 1640, a cidade permaneceu fiel a Filipe IV de Espanha, situação reconhecida no tratado de paz assinado com a Espanha, em 1668.

Ceuta na atualidade

(1) - De uma forma simples, podemos dizer que os Vedores da Fazenda surgiram em 1370, no reinado de D. Fernando I, com a missão de fiscalizarem receitas e despesas do reino e da Casa Real. Sendo Vedor da Fazenda Régia, João Afonso teria por função verificar as despesas e receitas da Casa Real.


16 de junho de 2015

A vida quotidiana nos séculos XIII-XIV - trabalhos de alunos

Dos trabalhos sobre a vida quotidiana nos séculos XIII-XIV que foram apresentados nas aulas, gostaria de destacar o trabalho da Maria Melo (5.º E), sobre a vida nas terras senhoriais (os camponeses), e o do David Fernandes (5.º F), sobre a vida nos mosteiros - é clicar nos links.






P.S. - Já verifiquei que alguns slides do trabalho sobre a vida quotidiana nas terras senhoriais ficam desconfigurados. Vou tentar resolver o problema.


7 de junho de 2015

Tratado de Tordesilhas

Em 7 de junho de 1494, era assinado o Tratado de Tordesilhas.



Portugal e Espanha dividiam o Mundo em dois hemisférios: o português e o espanhol, mesmo não tendo uma ideia exata das dimensões da Terra.
Procuravam-se evitar conflitos por causa das novas terras descobertas.




4 de junho de 2015

Ficha de Avaliação - 5.º D

Encontram aqui os objetivos da próxima ficha de avaliação para as turmas do 5.º E e 5.º F.

Na ficha, como disse na aula, irão interpretar e/ou utilizar informações contidas numa cronologia como esta, numa árvore genealógica como esta e em documentos que até poderão estar aqui (clica em excertos das suas crónicas).

Bom estudo.

Qualquer dúvida (após as aulas) pode ser colocada por mail: carloscarrasco9@gmail.com


23 de maio de 2015

O reconhecimento da independência de Portugal pelo Papa (há 836 anos)

ALEXANDRE, BISPO, SERVO DOS SERVOS DE DEUS, AO CARÍSSIMO FILHO EM CRISTO, AFONSO, ILUSTRE REI DOS PORTUGUESES, E A SEUS HERDEIROS, IN PERPETUUM. 

Está claramente demonstrado que, como bom filho e príncipe católico, prestaste inumeráveis serviços a tua mãe, a Santa Igreja, exterminando intrepidamente em porfiados trabalhos e proezas militares os inimigos do nome cristão e propagando diligentemente a fé cristã, assim deixaste aos vindouros nome digno de memória e exemplo merecedor de imitação. (...)

Assim começa a bula Manifestis probatum, de 23 de maio de 1179, concedida pelo Papa Alexandre III a D. Afonso Henriques.
Desta forma, aquele que já era, de facto, rei de Portugal, vê reconhecida a independência do reino pela mais importante autoridade da Europa Cristã, naquela época.
Ficava expressamente confirmada a soberania de D. Afonso Henriques e a dos seus sucessores.




Inauguração do novo Museu dos Coches

Foi hoje aberto ao público o novo Museu dos Coches, 110 anos após a inauguração do "velho" museu, no edifício do antigo Picadeiro Real, pela rainha D. Amélia (23 de maio de 1905).



19 de maio de 2015

Ficha de Avaliação - 5.º E e 5.º F

Encontram aqui os objetivos da próxima ficha de avaliação para as turmas do 5.º E e 5.º F.

Na ficha, como disse na aula, irão interpretar e/ou utilizar informações contidas numa cronologia como esta, numa árvore genealógica como esta e em documentos que até poderão estar aqui (clica em excertos das suas crónicas).

Bom estudo.

Qualquer dúvida (após as aulas) pode ser colocada por mail: carloscarrasco9@gmail.com


7 de maio de 2015

O fim da II Guerra Mundial - a assinatura da capitulação alemã

Há 70 anos, foi assinada a capitulação da Alemanha.

O desenvolvimento final da II Guerra Mundial na Europa levou ao suicídio de Hitler (30 de abril de 1945).
Uma semana depois, no dia 7 de maio de 1945, o general alemão Alfred Jodl assinou, na cidade francesa de Reims, na presença de generais aliados (americanos, soviéticos e franceses), o reconhecimento da derrota por parte da Alemanha. Os alemães rendiam-se e ficou decidido que os combates terminariam no dia seguinte.
E foi no dia 8 de maio que se anunciou oficialmente a paz na Europa.



2 de maio de 2015

O 1.º de maio há 100 anos

Um comício operário na Rotunda da Avenida da Liberdade, no mesmo local onde os republicanos, em 1910, tinham combatido as forças monárquicas.

1 de maio de 1915


1 de maio de 2015

1 de Maio - Dia do Trabalhador

A 1 de maio de 1886, na cidade de Chicago - à data, a maior cidade dos Estados Unidos da América - os trabalhadores revoltados com os seus horários de trabalho (que chegavam às 18 horas diárias) manifestaram-se a favor de jornadas de trabalho de 8 horas e anunciaram uma greve para os dias seguintes, em defesa dos seus direitos.
Nos dias seguintes houve novas manifestações e a intervenção da polícia provocou 10 mortos, para além dos feridos.
A concentração de trabalhadores, no dia 4 de maio, sofreu uma ação ainda mais repressiva por parte da polícia. Seguiram-se prisões e alguns dos detidos foram condenados à morte.


Para homenagear os trabalhadores que lutaram pelos seus direitos, comemora-se nesta data o Dia do Trabalhador.

Por 8 horas de trabalho, 8 horas de descanso e 8 horas de lazer
Em Portugal, após o 25 de abril de 1974


19 de abril de 2015

Setúbal elevada a cidade

A Câmara Municipal de Setúbal tinha feito uma petição ao rei D. Pedro V, para que tivesse em consideração o crescimento da importância económica e social de Setúbal no século XIX e o que seria expectável quanto ao seu crescimento.
Em 19 de abril de 1860, por decreto de D. Pedro V, Setúbal passou a ter o estatuto de cidade.

Setúbal - Praça de Bocage (ainda antes da implantação da República)


12 de abril de 2015

Lisboa - O terramoto de 1755 (vídeo)

Este vídeo surgiu hoje no YouTube.
É muito interessante: dá, em breves segundos, uma perspetiva do que aconteceu na zona ribeirinha na manhã do dia 1 de novembro de 1755. O terramoto, a onda gigante, os incêndios, a destruição da cidade...




10 de abril de 2015

5.º E - Temas para os trabalhos de pesquisa

Deixo aqui os 4 temas que poderão ser escolhidos e algumas orientações para a concretização do trabalho (se clicarem sobre as imagens elas são ampliadas).
Os grupos e os alunos que estão a fazer os trabalhos individualmente deverão escolher o tema até 3.ª feira.
Na aula de 3.ª feira darei mais indicações sobre os trabalhos.
Qualquer questão poderá ser colocada através dos comentários do blog ou por mail.