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10 de março de 2018

Da Revolução Liberal à Guerra Civil (com imagens)

As razões que levaram à Revolução Liberal

Cortes Constituintes

Os princípios do liberalismo

A divisão dos poderes na monarquia constitucional

As revoltas contra o liberalismo

Desembarque do exército liberal comandado por D. Pedro 

Monumento na praia onde desembarcaram os liberais

Absolutistas contra liberais
D. Miguel e D. Pedro - os dois irmãos em luta


24 de agosto de 2016

A revolução liberal - 24 de agosto de 1820

Em 1818, na cidade do Porto, o juiz Manuel Fernandes Tomás fundou uma sociedade secreta chamada Sinédrio com o objetivo de preparar uma revolução que instalasse uma monarquia constitucional em Portugal.
O Sinédrio conseguiu a adesão de chefes militares portuenses ao seu projeto revolucionário.

Na madrugada de 24 de agosto de 1820 iniciou-se a revolução, com uma concentração de tropas no campo de Santo Ovídio, junto ao quartel.
Foi disparada uma salva de artilharia, a anunciar publicamente o levantamento militar. Às oito horas da manhã, os revolucionários reuniram-se na Câmara Municipal do Porto e aí constituíram a Junta Provisional do Governo Supremo do Reino, redigindo um “Manifesto aos Portugueses”, no qual davam a conhecer os objetivos do movimento. As suas principais reivindicações eram a convocação de Cortes para a redação de uma Constituição e o imediato retorno da família real do Brasil, para onde tinham fugido das invasões francesas.

O movimento teve um apoio generalizado e a regência britânica, em Lisboa, foi deposta, vindo a ser constituído um governo provisório.

Cerimónia comemorativa do levantamento militar de 24 de agosto de 1820.
Ao fundo, o quartel de onde saíram as tropas que iniciaram a revolução liberal,
na cidade do Porto (fotografia de cerca de 1900)
Fachada do mesmo quartel, na atualidade.
O Campo de Santo Ovídio transformou-se na atual Praça da República
Praça da República (Porto)


24 de agosto de 2015

A 24 de agosto de 1820, a Revolução Liberal

Campo de Santo Ovídio, actual Praça da República, na cidade do Porto

«Raiou finalmente o dia 24 de Agosto. Ao amanhecer o coronel Cabreira reuniu a artilharia no campo de Santo Ovídio, fez dizer uma missa, a que ele assistiu com os soldados e no fim dela, uma salva de artilharia de 21 tiros, anunciou aos habitantes do Porto que um grande feito estava começando.»
Xavier de Araújo, A Revolução de 1820 - Memórias

Era o início da revolução liberal.


5 de dezembro de 2011

A independência do Brasil

Retirei temporariamente a apresentação sobre a independência do Brasil, uma vez que nas aulas das turmas do 6.º 7 e do 6.º 9 já informei que este tema (integrado no capítulo da revolução liberal de 1820) não sairia.

Mais tarde voltarei a colocar uma ligação a essa apresentação.
Se houver alguém muito interessado no assunto, poderá fazer pesquisa e encontrará a ligação feita aqui há cerca de um ano.

12 de janeiro de 2011

A independência do Brasil - Apresentação

Uma das consequências da Revolução Liberal acabaria por ser, indirectamente, a independência do Brasil.
A declaração de independência, feita por D. Pedro (filho de D. João VI, que se tornará D. Pedro I do Brasil e D. Pedro IV de Portugal), não foi bem aceite em Portugal.
Mas isso é natural: significava a perda da colónia que mais rendimentos proporcionava a Portugal, num momento em que o país se encontrava em má situação.

Fica aqui a apresentação que será passada nas próximas aulas.

9 de janeiro de 2011

Razões que levaram à Revolução de 1820

Considerei que o esquema agora apresentado é mais claro quanto às razões que levaram a que fosse feita a Revolução Liberal de 1820.


Este esquema substitui o que foi aqui apresentado no dia 6 de Janeiro.

8 de janeiro de 2011

Distribuição de poderes na monarquia absoluta e na monarquia liberal


Com a Revolução Liberal de 1820, alterou-se a organização do poder político.
Onde antes existia um poder concentrado numa só pessoa (o rei), passou a existir, com a Constituição de 1822, uma divisão de poderes.
Observem o esquema:

Podes ampliar: clica sobre a imagem, depois amplia a imagem (canto inferior direito do monitor; em 150% parece ser bem legível).


General Gomes Freire d'Andrade e o Forte de S. Julião

A propósito da revolução de 1820, falámos no General Gomes Freire d'Andrade, executado, em 1817, no forte de S. Julião, por ter sido considerado o líder (ou um dos líderes) de uma conspiração que se preparava contra a monarquia absoluta/o domínio inglês em Portugal.

Momento em que se preparava a execução do General, por enforcamento

Ao projectar a fotografia do forte onde Gomes Freire foi executado, na turma do 6.º 4 houve quem duvidasse que, das janelas de minha casa, eu vejo o forte.
Aqui vai a prova:

Forte de S. Julião da Barra
(ao longe, Serra da Arrábida e praias da Costa da Caparica)

Para outra visão do Forte:
O Forte de S. Julião visto da praia de Carcavelos


Piada para o Fábio (6.º 4): A foto foi tirada com o meu telemóvel!!!

5 de janeiro de 2011

A Revolução Liberal de 1820 - Apresentação e Jogos

Como falámos nas aulas desta semana, têm agora acesso à apresentação sobre a Revolução Liberal de 1820

Também já estão disponíveis alguns jogos/actividades sobre o tema no Ludotech. Podem clicar aqui .
Brevemente deverá haver mais umas palavras cruzadas.

Convido-vos a deixarem a vossa opinião.