Não havendo tempo para a sua correção integral na aula, fica aqui a correção da Ficha de Trabalho sobre mudanças na população e na sociedade e a modernização das cidades.
Bom estudo!
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19 de março de 2019
23 de janeiro de 2019
Uma noite na corte do rei D. Dinis - Habitantes do castelo
No caso do projeto da turma do 5.º G, falamos num castelo real (do rei).
No caso desta imagem, a referência é a do castelo senhorial (o castelo que pertencia a um elemento da nobreza).
No caso desta imagem, a referência é a do castelo senhorial (o castelo que pertencia a um elemento da nobreza).
6 de dezembro de 2017
Turmas do 6.º ano - correção das fichas de trabalho
Repito a apresentação da correção das fichas de trabalho - poder político, sociedade e Inquisição - de forma a que estejam mais visíveis.
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| Auto de fé no Terreiro do Paço (Lisboa) |
1 de dezembro de 2017
Turmas do 6.º A e 6.º E - Correção dos trabalhos
Especialmente para estas duas turmas (têm ficha de avaliação já na próxima aula), correção das fichas de trabalho sobre as características do poder político no tempo de D. João V e a sociedade portuguesa no século XVIII.
Bom estudo.
Bom estudo.
18 de abril de 2017
A sociedade portuguesa nos séculos XIII e XIV
Para uma breve revisão no início do 3.º período, esta apresentação sobre os grupos sociais nos séculos XIII e XIV.
12 de novembro de 2014
Correção da Ficha Formativa e do TPC do 6.º D
Ao 6.º D
Jápodem deixaram de encontrar aqui o TPC realizado para a aula de hoje (aquele de que o Rafael falou e... eu deixei "escapar" a correção)...
Atenção às perguntas 2 e 3 e à síntese sobre a sociedade (pergunta 7).
A propósito da ficha formativa que já corrigi, avaliei e vos entreguei (exceção do João F, Rúben e Nádia - fiquei com as vossas fichas), chamo a vossa atenção para a questão n.º 8, sobre os grupos sociais (de que fizemos um registo escrito na aula).
Na última questão da ficha formativa, em que vos era pedido para apresentar duas características da sociedade portuguesa da primeira metade do século XVIII, a maioria dos alunos falou mais do poder absoluto do rei do que dos grupos sociais.
Deviam ter realçado a estratificação social, isto é, a existência de grandes diferenças entre os grupos privilegiados e os não privilegiados.
Essa distinção muito marcada tinha por base o grupo onde se nascia: quem nascesse no grupo da nobreza, na nobreza deveria permanecer; quem nascesse no chamado terceiro estado (povo e burguesia), no terceiro estado deveria permanecer.
À partida, os elementos do clero não teriam filhos. O alto clero ia sendo constituído por pessoas oriundas da alta nobreza e da própria família real; o baixo clero ia sendo constituído por pessoas de origens mais humildes.
Dentro de cada grupo social ou ordem também havia vários estratos - alta nobreza/baixa nobreza; alto clero/baixo clero; burguesia/povo. Nem falamos dos escravos, que ainda existiam.
Havia, portanto, pouca mobilidade social - não era fácil alguém não privilegiado passar a ter uma posição privilegiada. Havia, no entanto, alguns burgueses que, pela sua educação, podiam desempenhar funções importantes (altos funcionários, magistrados) e ascender à nobreza (era a chamada nobreza de toga*).
Para além da origem, os grupos privilegiados distinguiam-se mais pelos seus cargos/funções e pelos seus direitos (privilégios) do que pela sua riqueza.
Havia burgueses que podiam ser mais ricos do que muitos nobres e do que a grande maioria do clero, mas isso não era razão suficiente para serem considerados privilegiados. Continuavam a ter mais deveres, como o pagamento de rendas e impostos.
NOTA
Nobreza de toga* - Nas aulas não falámos nesta designação.
BOM ESTUDO
Dúvidas (como não nos vemos amanhã): podem escrever para carloscarrasco9@gmail.com
Já
Atenção às perguntas 2 e 3 e à síntese sobre a sociedade (pergunta 7).
A propósito da ficha formativa que já corrigi, avaliei e vos entreguei (exceção do João F, Rúben e Nádia - fiquei com as vossas fichas), chamo a vossa atenção para a questão n.º 8, sobre os grupos sociais (de que fizemos um registo escrito na aula).
Na última questão da ficha formativa, em que vos era pedido para apresentar duas características da sociedade portuguesa da primeira metade do século XVIII, a maioria dos alunos falou mais do poder absoluto do rei do que dos grupos sociais.
Deviam ter realçado a estratificação social, isto é, a existência de grandes diferenças entre os grupos privilegiados e os não privilegiados.
Essa distinção muito marcada tinha por base o grupo onde se nascia: quem nascesse no grupo da nobreza, na nobreza deveria permanecer; quem nascesse no chamado terceiro estado (povo e burguesia), no terceiro estado deveria permanecer.
À partida, os elementos do clero não teriam filhos. O alto clero ia sendo constituído por pessoas oriundas da alta nobreza e da própria família real; o baixo clero ia sendo constituído por pessoas de origens mais humildes.
Dentro de cada grupo social ou ordem também havia vários estratos - alta nobreza/baixa nobreza; alto clero/baixo clero; burguesia/povo. Nem falamos dos escravos, que ainda existiam.
Havia, portanto, pouca mobilidade social - não era fácil alguém não privilegiado passar a ter uma posição privilegiada. Havia, no entanto, alguns burgueses que, pela sua educação, podiam desempenhar funções importantes (altos funcionários, magistrados) e ascender à nobreza (era a chamada nobreza de toga*).
Para além da origem, os grupos privilegiados distinguiam-se mais pelos seus cargos/funções e pelos seus direitos (privilégios) do que pela sua riqueza.
Havia burgueses que podiam ser mais ricos do que muitos nobres e do que a grande maioria do clero, mas isso não era razão suficiente para serem considerados privilegiados. Continuavam a ter mais deveres, como o pagamento de rendas e impostos.
NOTA
Nobreza de toga* - Nas aulas não falámos nesta designação.
BOM ESTUDO
Dúvidas (como não nos vemos amanhã): podem escrever para carloscarrasco9@gmail.com
6 de março de 2013
A sociedade portuguesa no século XIII
10 de março de 2010
Os automóveis antes da República
O primeiro carro que houve em Portugal foi um Panhard et Levassor, importado, em 1895, pelo Conde de Avilez.
O carro chegou a Lisboa e seguiu para Sul, para Santiago do Cacém, onde o conde tinha um palácio. Nessa viagem – a primeira em estradas portuguesas – verificou-se o primeiro acidente: um burro foi atropelado.
O burro morreu!
No início do século XX já havia 150 automóveis registados em Portugal.
D. Afonso, o irmão mais novo de D. Carlos, era um apaixonado por automóveis e era conhecido pela alcunha de “O Arreda”, pois corria pelas ruas da cidade aos gritos «Arreda, arreda!», para que lhe saíssem da frente.
Em 1902, D. Afonso organizou a primeira corrida de automóveis, no hipódromo de Belém.
D. Afonso está de chapéu, no carro da frente, junto à margem esquerda, ao volante, ao lado de um homem fardado.
Prof.
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