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25 de Abril de 1974

6 de dezembro de 2013

Ficha de Avaliação - 6.º D e 6.º I

O que deves saber para a ficha de avaliação sobre a monarquia absoluta no tempo de D. José I e as invasões francesas - encontras aqui.

Aconselho que vejam as seguintes apresentações sobre os temas: D. José I, o terramoto de 1755 e reconstrução de Lisboa e as invasões francesas.

A apresentação sobre as invasões ainda está conforme o anterior acordo ortográfico.

Bom estudo.
Dúvidas: poderão ser colocadas para carloscarrasco9@gmail.com


1 de dezembro de 2013

Restauração da independência

A 1 de dezembro de 1640, os conjurados restauravam a independência de Portugal, pondo fim à dinastia filipina.


D. João IV, duque de Bragança, seria o novo rei. Iniciava-se a chamada dinastia de Bragança, a 4.ª e última da nossa história.

29 de novembro de 2013

A partida da família real para o Brasil - 29 de novembro de 1807

A 29 de novembro de 1807, partia do rio Tejo - das docas de Belém - a armada que levava a família real para o Brasil, fugindo do exército francês que já invadira o reino.

O embarque tinha acontecido dois dias antes, mas o tempo impedia a partida dos navios.
Junot com a sua guarda avançada corria para Lisboa a fim de evitar a fuga real...

O vento mudou na manhã de 29 e logo pelas sete horas da manhã foi dada ordem para levantar âncora. Junot não chegou a tempo...
Cerca de sete semanas depois, D. João e a sua corte chegavam ao Brasil.
Para trás - no reino de Portugal - ficara um panorama desolador...



28 de novembro de 2013

Ficha de Avaliação - 5.º B e 5.º C

Os alunos do 5.º B e do 5.º C encontram aqui informação que pode orientar o estudo para a ficha de avaliação.

Bom estudo.
Em caso de necessidade, podem enviar as vossas dúvidas pela caixa de comentários ou pelo mail carloscarrasco9@gmail.com


24 de novembro de 2013

O trabalho dos metais

Sobre o trabalho dos metais - a técnica da metalurgia - sobre a qual vários alunos do 5.º B e do 5.º C colocaram questões, aproveitei uma boa explicação ilustrada do manual de HGP do 5.º ano, da Santillana.



Autoria do manual: Arlindo Fragoso, Eurico Sequeira e Luís Aguiar Santos.


Iberos e Celtas

Os povo agropastoris mais importantes que viveram na Península Ibérica foram os Iberos e os Celtas - ver mensagem sobre a distribuição geográfica destes povos.

Os Iberos introduziram na Península o fabrico de instrumentos de metal (cobre e bronze).

Guerreiro ibero
Falcata - uma arma usada pelos Iberos e também pelos Lusitanos

Os Celtas introduziram a técnica do trabalho do ferro na Península, bem como a arte de trabalhar o ouro.

Guerreiros celtas
Espada celta


O tempo faria com que Iberos e Celtas se misturassem, dando origem aos Celtiberos.

Objeto de adorno usado pelos Celtiberos
Das várias populações celtiberas destacaram-se os Lusitanos.

Estes povos organizavam-se em tribos e viviam em aldeias fortificadas, situadas no cimo de montes - os castros ou citânias.
A sua principal atividade era a pastorícia, mas também praticavam a agricultura.



Castros ou citânias, com casas reconstruídas.


Reunião do MFA na Casa da Cerca - 24 de novembro de 1973

No dia 24 de novembro de 1973, reuniram em S. Pedro do Estoril, na Casa da Cerca, os elementos das comissões Coordenadora e Consultiva do Movimento das Forças Armadas.

Foi nesta reunião que se falou na hipótese de se derrubar pela força o Governo de Marcelo Caetano através de um golpe militar - a revolução e o fim da guerra colonial.
O 25 de Abril de 1974 vinha a caminho.

A Casa da Cerca, neste momento, está neste lamentável estado de ruína.



23 de novembro de 2013

Comunidades agropastoris - os grandes monumentos de pedra

A prática da agricultura mudou a relação do Homem com a Natureza.
Terá crescido a atenção em relação ao ciclo das estações do ano e ao movimento das estrelas, sobretudo do Sol.

Terá sido a sua nova relação com a terra - a sua adoração pelas forças da Natureza - que levou à implantação de menires - blocos compridos de pedra no solo.

Menir

Cromeleque dos Almendres (arredores de Évora)
Quando os menires se multiplicam em círculo, o conjunto tem o nome de cromeleque.

 

Quando os menires estão colocados em fila, o conjunto tem o nome de alinhamento.

Pensa-se que os cromeleques e alinhamentos estão relacionados com os fenómenos astrais.

Os povos agropastoris também se preocupariam com a vida para além da morte. Enterravam os seus mortos segundo certos rituais e, em sua honra, construíram monumentos de pedra - as antas ou dólmens.


Antas

Estes grandes monumentos em pedra são os chamados monumentos megalíticos.


21 de novembro de 2013

Comunidades agropastoris - as novas técnicas

Com a prática da agricultura e da pastorícia, houve necessidade de produzir novos utensílios. Desenvolveram-se, então, novas técnicas.

Técnicas:
  • Moagem - obtenção de farinha a partir dos grãos de cereais
  • Cestaria - fabrico de cestos
  • Cerâmica - fabrico de objetos de barro
  • Tecelagem - confeção de tecidos de lã e de linho

Mós
Junco
Vime a secar




Objetos de cerâmica

Tear

Algumas das atividades artesanais

Mais tarde aprenderam a trabalhar os metais - técnica da metalurgia.
Trabalhou-se o cobre, depois o bronze (uma liga de cobre e estanho) e, finalmente, o ferro. Ao mesmo tempo trabalhavam-se metais valiosos como a prata e o ouro.

Várias atividades numa comunidade agropastoril, com destaque para a técnica da metalurgia (em 1.º plano)

Machado de bronze


Bloqueio Continental

Napoleão
Em 21 de novembro de 1806, Napoleão, Imperador de França, ordenou que todos os países europeus fechassem os seus portos aos navios ingleses.
Essa ordem chamou-se "Bloqueio Continental" - o continente europeu bloquearia os seus portos à Inglaterra.



20 de novembro de 2013

Comunidades agropastoris - a agricultura e a sedentarização

A prática da agricultura obrigou à utilização de novos instrumentos, como o arado (para lavrar a terra), a enxada (para cavar) e a foice (para colher).

Arado
Foice

Vários instrumentos relacionados com as atividades agrícolas

Pela necessidade de viverem perto dos campos que cultivavam, defendendo-os de outros grupos, o Homem passa a viver sempre no mesmo local, tendo uma casa fixa - torna-se sedentário.
Surgem, então, os primeiros aldeamentos.



Comunidades agropastoris - a prática da agricultura e da pastorícia

Há aproximadamente 10 mil anos, houve grandes mudanças no clima da Europa e da Ásia: o clima tornou-se mais quente e seco.

Com essas alterações os gelos derreteram, desapareceram algumas espécies animais e de plantas, das quais o Homem se alimentava, surgindo outras.


Todas essas mudanças provocaram alterações no modo de vida do Homem.

O Homem vai começar a produzir os seus alimentos, cultivando a terra e domesticando e criando animais.
Nasceram a agricultura e a pastorícia.


Há 5 mil anos, na Península Ibérica, já havia grupos humanos que praticavam a pastorícia e a agricultura - eram comunidades agropastoris. As comunidades de caçadores-recoletores foram adotando o novo modo de vida.


7 de novembro de 2013

S. Martinho no Moinho (2013) - Moinho de Maré de Corroios


S. Martinho no Moinho é para todos!
O Moinho de Maré de Corroios acolherá mais uma edição do S. Martinho no Moinho com várias atividades destinadas a diversos públicos.
Entre 12 e 15 de Novembro, as escolas de ensino pré-escolar e do primeiro ciclo do ensino básico podem participar nas visitas temáticas S. Martinho vai ao Moinho, para descobrirem a lenda de S. Martinho, contada por fantoches, visitar o espaço e celebrar esta festa de outono e o desejado bom tempo.
As comemorações de sábado, dia 16 de novembro, começam às 15 h com a atuação do Coro Polifónico da UNISSEIXAL e continuam com a inauguração da exposição Há vida no sapal de Corroios e uma visita comentada com a participação dos ilustradores científicos Xavier Pita e Mafalda Paiva e de José Lino Costa, do Centro de Oceanografia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. A tarde termina com o tradicional Magusto, com oferta de castanhas aos participantes. Juntem-se a nós!

De 12 a 15 de novembro, das 10h às 12h ou das 14h30 às 16h30
Dia 16 de novembro, das 15h às 17h



A monarquia absoluta no tempo de D. José I (1)

Sobre a monarquia absoluta no tempo de D. José I, podem encontrar aqui uma primeira apresentação.

Esta apresentação centra-se nos principais dados biográficos de D. José I e de Sebastião José Carvalho e Melo (Marquês de Pombal), no terramoto de 1755 e na reconstrução da Baixa de Lisboa - construção da Baixa pombalina.

D. José I

Marquês de Pombal

Terramoto de 1755
Desenho de um prédio pombalino



6 de novembro de 2013

Bom dia, Marina e meninas

Retido em casa pela greve dos comboios...

Se vierem aqui durante o apoio ao estudo, sugiro que vão explorando os textos e documentos sobre o terramoto de 1755 e a ação do Marquês de Pombal.

Qualquer coisa, escrevam.

Boa aula.

P.S. - Vejam o vídeo da mensagem anterior...
Podem, também, fazer pesquisa - nas etiquetas - por Marquês de Pombal e por Terramoto de 1755.

31 de outubro de 2013

O luxo na corte de D. João V

Em resposta à dúvida da Eunice (6.º I).

O que é viver com luxo?
Luxo é o que ultrapassa o necessário, é o viver com o que é de elevado preço (caro). E o rei gostava de mostrar a todos que era rico e poderoso.
Por isso tinha vários palácios decorados com objetos de grande valor - tapeçarias, quadros, esculturas, mobiliário de madeiras raras, loiças finas, etc. Fazia-se transportar em coches ricamente decorados com tecidos caros e talha dourada, dava grandes festas, organizava banquetes onde se servia uma enorme variedade de comida, o seu vestuário era o da moda francesa, tinha criados para tudo e mais alguma coisa (seriam às dezenas!), etc.

Dizer que o rei tinha o poder absoluto significa dizer que o rei tinha todos os poderes.
O rei governava como bem entendia, sem ouvir, sequer, os grupos sociais nas cortes. D. João V nunca reuniu cortes. Ele fazia ou mandava fazer as leis que entendia, governava da maneira que entendia. Por isso se diz que o regime era uma monarquia absoluta (o poder absoluto do rei).


Rio Zêzere

A Beatriz Rodrigues, do 5.º C, que conhece o rio Zêzere, escreveu um texto sobre o rio.

O Rio Zêzere é o segundo maior rio dos que nascem em Portugal, a seguir ao Rio Mondego.
Nasce na Serra da Estrela e passa por Manteigas, perto da cidade da Covilhã indo desaguar em Constância, no rio Tejo.

Troço inicial do rio Zêzere no vale de origem glaciar (Serra da Estrela)

Os afluentes do rio são: o rio Alge,o rio Cabril, a ribeira de Unhas, a ribeira de Paúl, a ribeira de rio Caria, a ribeira da Malhadancha, a ribeira de Isna, a ribeira da Meimoa, a ribeira de Sertã, a ribeira de Teixeira e o Rio Nabão.
Onde o Rio Nabão desagua existe uma casa de madeira onde se comem petiscos, entre eles o peixe frito apanhado no rio.
Essa localidade chama-se a Foz do Rio e o meu avô paterno tem uma casa lá perto, nas Limeiras, e quem também lá tem uma casa é a professora Edite Pereira, que esteve muitos anos no concelho diretivo desta escola.

Perto de Limeiras
A meio do rio há uma barragem chamada Castelo de Bode, e é esta barragem que fornece a água para os habitantes de Lisboa beberem.
Na albufeira da barragem praticam-se alguns desportos náuticos, como canoagem, vela, motonáutica (corridas de barcos), pesca e também se fazem passeios de barco.

Barragem de Castelo do Bode
Por baixo da barragem pescam-se barbos, bogas, fataça, sável e lampreia. A lampreia é um peixe parecido com uma cobra, que desova no Zêzere.
É com a lampreia que se faz um prato típico daquela  região, o arroz de lampreia, que é um prato muito caro.
Nessa zona as margens do rio são muito bonitas, e, no verão o meu pai vai lá pescar e eu vou brincar para a água do rio que é muito fria.

Constância
Por fim, o  Rio Zêzere desagua em Constância, também conhecida por vila Poema, porque Camões viveu lá. Na zona ribeirinha encontramos a casa do Camões e a sua estátua. Foi colocada num jardim muito bonito onde as árvores estão cobertas de lã.

Constância - estátua de Camões
Na praça principal de Constância, nas paredes das habitações, temos marcados os anos das maiores cheias, mostrando deste modo onde as águas chegaram.


Beatriz Matias Rodrigues 5º C – Nº 5


30 de outubro de 2013

À atenção do 6.º D e do 6.º I - correção do TPC

Encontram aqui a correção do TPC.

Pode ser útil para estudar para a ficha de avaliação.


Capela de S. João Batista (na Igreja de S. Roque)

Na última aula do 6.º D, sobre o estilo barroco e as construções do reinado de D. João V, a conversa passou pela Capela de S. João Batista, no interior da Igreja de S. Roque.

A igreja de S. Roque não é desconhecida para os alunos que eram do 5.º 8. Passámos por ela na visita de estudo sobre a cidade de Lisboa na época da revolução de 1383-1385.


S. Roque, construída na segunda metade do século XVI, foi a primeira igreja da Companhia de Jesusem Portugal - lembram-se de termos falado dos jesuítas e do Padre António Vieira?

Foi nesta igreja que D. João V quis instalar uma capela dedicada a S. João Baptista. E fez essa encomenda a arquitectos italianos, em 1740 - ainda havia ouro do Brasil.

A capela foi sendo construída em Roma, montada e preparada para que o Papa Bento XIV pudesse celebrar lá uma missa - 6 de Maio de 1747 - e, posteriormente, desmontada e transportada para Lisboa, em 3 naus, substituindo outra capela.

A capela é uma obra de arte, em estilo barroco. Os materiais de que é feita e a qualidade artística faziam inveja a muitos outros edifícios religiosos da época, dentro e fora de Portugal.
Não chegam os dedos das mãos para contar a variedade dos mármores utilizados. O mosaico também é profusamente utilizado, tendo a sua montagem sido concluída já após a morte de D. João V. É igualmente usado o bronze dourado.

Imagens da capela de S. João Batista:

Sobre a capela as armas reais de D. João V






Os paramentos e as peças de culto, igualmente de grande valor, encontram-se, em parte, no Museu de S. Roque, ao lado da igreja.




Algumas das peças encomendadas teriam desaparecido na viagem de Roma para Lisboa.

Perguntava o Pedro : "Stôr, onde é que está o ouro do Brasil?"