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31 de outubro de 2013

Rio Zêzere

A Beatriz Rodrigues, do 5.º C, que conhece o rio Zêzere, escreveu um texto sobre o rio.

O Rio Zêzere é o segundo maior rio dos que nascem em Portugal, a seguir ao Rio Mondego.
Nasce na Serra da Estrela e passa por Manteigas, perto da cidade da Covilhã indo desaguar em Constância, no rio Tejo.

Troço inicial do rio Zêzere no vale de origem glaciar (Serra da Estrela)

Os afluentes do rio são: o rio Alge,o rio Cabril, a ribeira de Unhas, a ribeira de Paúl, a ribeira de rio Caria, a ribeira da Malhadancha, a ribeira de Isna, a ribeira da Meimoa, a ribeira de Sertã, a ribeira de Teixeira e o Rio Nabão.
Onde o Rio Nabão desagua existe uma casa de madeira onde se comem petiscos, entre eles o peixe frito apanhado no rio.
Essa localidade chama-se a Foz do Rio e o meu avô paterno tem uma casa lá perto, nas Limeiras, e quem também lá tem uma casa é a professora Edite Pereira, que esteve muitos anos no concelho diretivo desta escola.

Perto de Limeiras
A meio do rio há uma barragem chamada Castelo de Bode, e é esta barragem que fornece a água para os habitantes de Lisboa beberem.
Na albufeira da barragem praticam-se alguns desportos náuticos, como canoagem, vela, motonáutica (corridas de barcos), pesca e também se fazem passeios de barco.

Barragem de Castelo do Bode
Por baixo da barragem pescam-se barbos, bogas, fataça, sável e lampreia. A lampreia é um peixe parecido com uma cobra, que desova no Zêzere.
É com a lampreia que se faz um prato típico daquela  região, o arroz de lampreia, que é um prato muito caro.
Nessa zona as margens do rio são muito bonitas, e, no verão o meu pai vai lá pescar e eu vou brincar para a água do rio que é muito fria.

Constância
Por fim, o  Rio Zêzere desagua em Constância, também conhecida por vila Poema, porque Camões viveu lá. Na zona ribeirinha encontramos a casa do Camões e a sua estátua. Foi colocada num jardim muito bonito onde as árvores estão cobertas de lã.

Constância - estátua de Camões
Na praça principal de Constância, nas paredes das habitações, temos marcados os anos das maiores cheias, mostrando deste modo onde as águas chegaram.


Beatriz Matias Rodrigues 5º C – Nº 5


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