H

H
Mostrar mensagens com a etiqueta Trabalhos de alunos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Trabalhos de alunos. Mostrar todas as mensagens

26 de fevereiro de 2019

Turma do 5.º F - Correção de exercícios e ficha de trabalho

Não tendo havido tempo para fazer a correção escrita de todos os exercícios e fichas de trabalho realizados sobre a presença romana e a presença muçulmana na Península Ibérica, podem encontrar aqui essa correção.

Espero que vos possa ser útil.

Bom estudo.

12 de fevereiro de 2019

Turmas do 5.º ano - Ficha de Trabalho - Islamismo e expansão muçulmana

Descarrega o ficheiro Ficha de Trabalho - sobre o islamismo e a expansão muçulmana - para o computador (o ficheiro irá ficar na pasta "Transferências").

Abre essa pasta e resolve a ficha.

Vai gravando o ficheiro para que nada se perca do teu trabalho.

Quando terminares a ficha, guarda o ficheiro com um novo nome, acrescentando o teu nome e turma ao nome atual do ficheiro.
Exemplo: Imperio_muculmano-Eduardo-5F


25 de novembro de 2018

O terramoto de Lisboa de 1755


No dia 1 de novembro, às 9 horas e 30 minutos, a Terra começou a tremer e os cidadãos começaram a ficar assustados.
Começaram a abrir-se fendas no chão, as casas começaram a desabar e várias pessoas correram pelas ruas estreitas para ver se encontravam espaços abertos.
Chegaram à margem do rio… Tudo estava calmo até que uma onda gigante atingiu a costa e o resto da cidade! As pessoas tentaram fugir, mas a onda era demasiado rápida. 


Muitas centenas de pessoas morreram depois do maremoto, outras ficaram cercadas no meio dos incêndios que se seguiram e também ficaram feridas. 
Hoje em dia, ninguém sabe quantas pessoas morreram ao certo.
Laura Raimundo, n.º 13, 6.º B

Lisboa vista do Tejo, na atualidade.
Em 1.º plano, a Praça do Comércio



Trabalho feito sob orientação da Prof.ª Fátima Bastos.


O terramoto de Lisboa

Como seria Lisboa vista do Tejo, antes do terramoto

No dia 1 de novembro de 1755 aconteceu o terramoto de Lisboa, que também atingiu quase toda a Europa e o norte de África.
A zona do Terreiro do Paço ficou destruída, incluindo casas de habitação, palácios e igrejas.
Era um dia normal como os outros, mas de repente começou a sentir-se a terra a tremer. Muitas pessoas morreram e outras ficaram feridas. O terramoto prolongou-se por dez minutos. Entretanto aconteceu algo muito estranho: as águas do porto começaram a recuar, mas, alguns momentos mais tarde, as águas reapareceram com muita força e submergiram aquela zona.



No Terreiro do Paço havia muita gente em pânico, até que apareceu um homem chamado Marquês de Pombal e que teve a ideia de reconstruir a baixa de Lisboa. Usou várias estratégias até chegar a uma decisão final.
Construiu as habitações em paralelo (umas em relação às outras), para não haver tantos estragos, caso houvesse novo terramoto. Alguns anos depois aquela zona ficou reconstruída. Até hoje ainda não houve problemas e esperemos que não aconteça.
Foi a partir dessa altura que a baixa de Lisboa passou a chamar-se “Baixa Pombalina”.

Beatriz Fernandes, n.º 2, 6.º B

Trabalho feito sob orientação da Prof.ª Fátima Bastos.


3 de novembro de 2017

Correção de formativas - para estudo

Como informei, hoje, na turma do 6.º E, aqui estão as correções das fichas realizadas já há umas semanas, mas cujo conteúdo será conveniente reler.


Ficha Formativa n.º 1


Ficha Formativa n.º 2


Ficha de Trabalho n.º 1

Bom estudo!


25 de novembro de 2016

Viver na Pré-História...

Hoje, desenvolvemos várias sessões sobre o modo de vida numa aldeia pré-histórica, atividade dinamizada por técnicos do Centro de Arqueologia de Almada.

Grupos de alunos do 5.º ano passaram pela experiência de serem... pré~históricos: fizeram lanças, caçaram com arco e flecha, fizeram tecelagem, tentaram fazer fogo e outras ações que os nossos antepassados longínquos desenvolviam.

Divertiram-se - pena que não pudesse ter sido para todos! - e aprenderam (estamos nós convencidos!).







No final, saíram satisfeitos e a quererem repetir. Mas isso... Temos de sair da pré-história!

Houve quem dissesse, referindo-se à vida dos nossos antepassados, "Não era assim tão fácil, stôr!"
Também houve quem dissesse "Esta vida é tão boa!". Mas penso que se estava a referir a esta atividade!


Está montada a gruta!

Num trabalho conjunto HGP/Ed. Visual/Ed. Tecnológica, o 5.º A montou a tenda gruta!

Qual Altamira ou Lascaux!...
Se o Ministério da Cultura sabe, ainda nos vamos candidatar a ser Património da Humanidade!
As pinturas rupestres são de primeira qualidade, como já vimos.




21 de novembro de 2016

O regresso dos pintores rupestres!...

Na Paulo da Gama, artistas de palmo e meio mas de mão cheia fazem-nos regressar ao tempo das cavernas!
Os alunos da turma do 5.º A, num trabalho interdisciplinar - HGP e Ed. Visual -, fluíram "através da arte primitiva... felizes por conseguirem reproduzir o que, durante milhares de anos, o tempo não destruiu... voltar às raízes... da garatuja do desenho..." (M.ª Cristina Araújo).










25 de outubro de 2016

A chegada das armas de fogo ao Japão

Nas primeiras aulas do 6.º ano, recuperando temas do 5.º ano, falei da chegada dos portugueses ao Japão e da história da introdução das armas de fogo nesse arquipélago.

O Francisco achou interessante e quis contar essa história.

«A chegada dos Portugueses ao Japão terá acontecido de forma ocasional. 
Três portugueses (um deles de nome António Mota) terão chegado num junco à praia de Tanegashima em 1542 ou 1543.
Até então, apenas se tinha conhecimento do Japão através das descrições de Marco Polo, um mercador, embaixador e explorador Veneziano (1254-1324).

O encontro destas duas diferentes culturas foi marcado por um intercâmbio de objetos, conhecimentos, hábitos e palavras.
Os portugueses que c
hegaram ao Japão levavam armas de fogo – espingardas chamadas "de fecho de mecha" - que os japoneses desconheciam. 
O chefe da ilha japonesa, Tanegashima Tokitaka (1528-1579), comprou duas espingardas aos Portugueses e contratou um fabricante de espadas, um artesão chamado Yaita, para copiar o sistema de disparo.
Como o artesão teve dificuldades em copiar esse sistema, os Portugueses ficaram na ilha durante cerca de um ano, e chamaram um ferreiro para resolver aquele problema. 
Em dez anos, terão sido fabricadas mais de 300 armas. 
A espingarda mudou a história do Japão.»
Francisco Moreira (6.º D)



16 de junho de 2015

A vida quotidiana nos séculos XIII-XIV - trabalhos de alunos

Dos trabalhos sobre a vida quotidiana nos séculos XIII-XIV que foram apresentados nas aulas, gostaria de destacar o trabalho da Maria Melo (5.º E), sobre a vida nas terras senhoriais (os camponeses), e o do David Fernandes (5.º F), sobre a vida nos mosteiros - é clicar nos links.






P.S. - Já verifiquei que alguns slides do trabalho sobre a vida quotidiana nas terras senhoriais ficam desconfigurados. Vou tentar resolver o problema.


23 de novembro de 2014

Real Ópera do Tejo

Ruínas da Ópera Real de Lisboa, também chamada Real Ópera do Tejo,
depois do terramoto de 1755

Ópera Real de Lisboa

Foi mandada construir por D. José I, tendo sido desenhada pelo arquiteto Giovanni Sicinio Galli Bibiena.
O edifício da ópera situava-se junto ao rio, onde hoje é o arsenal da marinha.
A casa da ópera foi um típico teatro à italiana: tinha quatro pisos de camarotes, a tribuna real era central em relação ao palco e tinha uma caixa cénica profunda: imaginem que no palco podiam ser usados 25 cavalos na encenação. A plateia tinha 600 lugares. 
Foi inaugurada em Março de 1755, nas festas de aniversário da rainha D. Maria Vitória (casada com D. José I), começando com a ópera Alessandro nell'Indie, da autoria de David Perez.
Passados sete meses, foi destruída pelo terramoto.
João Pegas (6.º D)