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26 de novembro de 2018

4 de fevereiro de 2018

Um retrato do Marquês de Pombal


Retrato do Marquês de Pombal, quadro de Louis Michel van Loo e de J. Vernet (que pintou o fundo, em que se vê o rio Tejo e o Mosteiro dos Jerónimos). Em primeiro plano, à direita, os planos de reconstrução da Baixa de Lisboa. Pintura datada de 1766.


6 de dezembro de 2015

Características da Lisboa pombalina

Baixa pombalina
Características da Lisboa pombalina (a zona da Baixa), partindo da informação do manual do 6.º ano:

- Ruas largas, paralelas e perpendiculares umas às outras, com passeios calcetados.


É visível, nesta planta da Lisboa pombalina - o plano dos engenheiros Eugénio dos Santos e Carlos Mardel - o traçado geométrico das ruas: paralelas e perpendiculares.

Alguém terá questionado a grande largura das ruas, mas foi-lhe respondido que um dia, no futuro, essas ruas já não deveriam ser suficientemente largas.


Os passeios calcetados são, ainda hoje, uma "marca" das ruas e praças da Baixa de Lisboa (mas a calçada lisboeta que conhecemos hoje virá já da década de 1840 - século XIX).


- Edifícios harmoniosos, todos da mesma altura, com bonitas varandas de ferro forjado e construídos com um sistema de proteção contra sismos.

Tipos de edifícios pombalinos (desenhos da época)
Prédios pombalinos
Grade de varanda, em ferro forjado
Varanda com grade de ferro forjado


O sistema "de gaiola" visível, na atualidade, em edifícios que estão em obras

- Uma grande praça (a Praça do Comércio), construída no sítio do antigo Terreiro do Paço, onde iam dar as ruas nobres (mais importantes) da cidade.

A Praça do Comércio - a grande "sala de visitas"
de Lisboa - onde vão dar as 3 principais ruas da Baixa
(assinaladas a cor de laranja)
Estátua de D. José I no centro da Praça do Comércio

O Terreiro do Paço
(em finais do século XVII)
O nome da Praça homenageia a atividade económica desenvolvida por aqueles que ajudaram a pagar as obras de Lisboa: os comerciantes, ou seja, os burgueses.


23 de novembro de 2015

O Terreiro do Paço antes e depois do terramoto

O Terreiro do Paço em sucessivas épocas:

1572 (pormenor de um desenho da cidade, antes do domínio filipino)



1619 - Quando da primeira visita de D. Filipe II (Filipe III de Espanha) a Lisboa. Podem-se ver arcos montados para a receção ao rei.



Pouco antes do terramoto


Com o terramoto de 1755, o Paço (ou Palácio) Real deixou de se situar nesta zona, mesmo depois da reconstrução da Baixa pombalina.
O antigo Terreiro do Paço passou a ter a denominação de Praça do Comércio, em 1760, como homenagem aos comerciantes da cidade, os quais contribuíram, voluntariamente, para a reconstrução de Lisboa.
Passaram-se umas dezenas de anos antes da praça estar concluída - já se tinha entrado no século XIX.
E todos os lisboetas ainda conhecem esta praça como o "Terreiro do Paço".


Praça do Comércio no início do século XX



Praça do Comércio na atualidade.



22 de novembro de 2015

Lisboa antes e depois do terramoto de 1755

Plantas da cidade de Lisboa - comparem o que diz respeito à Baixa pombalina, pois as duas últimas plantas só tratam dessa parte:

Em 1650


O plano final de Eugénio dos Santos e de Carlos Mardel, de 1758


Em 1786


Lisboa pombalina

O Marquês de Pombal e os planos de reconstrução da Lisboa pombalina

A Lisboa pombalina ou Baixa pombalina é a zona da cidade de Lisboa que resultou da reconstrução planeada após o terramoto de 1755.
O adjetivo "pombalina" vem do título do Secretário de Estado do rei D. José I, o Marquês de Pombal.
Foi sob a sua direção política que se planeou e iniciou a reconstrução dessa parte da cidade.

A vermelho, os limites da chamada Baixa pombalina

A Baixa foi a zona mais afetada pelo marmoto (tsunami), por estar mais próxima do rio, e pelo terramoto, por causa do tipo de terreno em que se encontrava construída.

Em tempos, havia duas ribeiras (a do Vale do Pereiro e a de Arroios) que corriam pela parte central da Baixa e iam desaguar no rio Tejo.
Com o tempo, deu-se o depósito de matérias que as águas transportavam - lodo, areia, calhaus, cascalho - aquilo que se chama um enchimento aluvionar.
Foi sobre esses terrenos aplanados resultantes do enchimento que se construiu parte da baixa da cidade.


Planta atual da Baixa, representando com cor azul
o espaço que seria das duas ribeiras.
Hoje, esses cursos de água estão encanados.
  
Não admira, assim, que fossem tantos os estragos do terramoto.