25 de Abril de 1974 - Salgueiro Maia (à esquerda) e Maia Loureiro (de dedos em V) acabam de assegurar a adesão do Regimento de Cavalaria 7 à Revolução, ultrapassando o confronto que esteve eminente na Av. Ribeira das Naus. Fotógrafo: Eduardo Gageiro
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts. Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.

24 de fevereiro de 2011

A Mala-Posta (de 1797/8 a 1831)

O serviço da Mala-Posta surgiu em Portugal em 1797 ou 1798, explorado pelo Estado, tornando-se o primeiro transporte público de carreira em Portugal.
A este transporte chamava-se Mala-Posta, porque Mala se relaciona com caixa, saco ou outros receptáculos portadores de objectos e o termo Posta vem de postal, ou seja, a actividade de transporte de correio. O termo Mala-Posta passou a designar as diligências de correio e passageiros.
Inicialmente o percurso da Mala-Posta fazia-se três vezes por semana entre Lisboa e Coimbra, estendendo-se, mais tarde, até ao Porto e outras localidades. Tinha horário estabelecido e este era cumprido em pormenor.
Este transporte encerrou em 1804 e foi retomado entre 1826 até 1831.

Os seus percursos eram:
- 1798 a 1804 - Mala-Posta de Lisboa a Coimbra.
- 1826 e 1827 - Mala-Posta de Vila Nova da Rainha às Caldas da Rainha
- 1829 a 1831 - «Reais Diligências de Posta» entre Aldeia Galega (Montijo) e Badajoz

Em 1852, operaram-se grandes remodelações nos serviços de comunicações.


Nas imagens:

Carruagem da Mala-Posta da carreira Lisboa - Porto (1859-1864)
Cocheiro da Mala-Posta (1798)

Texto de Ana Rita Antão (6.º 10)


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