Desfile das tropas chefiadas pelo general Gomes da Costa, em Lisboa (Cais do Sodré), 6 de junho de 1926.
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts. Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.

11 de janeiro de 2011

Prisões

Na aula de hoje do 6.º 10, a Débora, a propósito da difícil implantação do liberalismo em Portugal, mostrou-se interessada em saber como eram as prisões.
Prisões houve (e há) muitas.

Falei da última que conheci, a Cadeia da Relação, no Porto, onde funcionou a sede do Tribunal da Relação e que serviu de cadeia até Abril de 1974. Hoje é sede do Centro Português de Fotografia, um espaço cultural onde visitei uma exposição relacionada com os 100 anos da República em Portugal.
Deixo aqui duas fotografias do seu interior.


Sei que, como prisões políticas antes de 1926, funcionaram a Torre de Belém, os fortes do Bom Sucesso (próximo da Torre de Belém) e de S. Julião da Barra (já aqui referido).
A cadeia do Limoeiro (próximo da Sé de lisboa) e o Arsenal de Marinha, albergaram ocasionalmente presos políticos.
Tirando estas cadeias de Lisboa, não tenho muitas informações - só sobre o forte de S. João Batista, em Angra do Heroísmo (Terceira - Açores).


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