Desfile das tropas chefiadas pelo general Gomes da Costa, em Lisboa (Cais do Sodré), 6 de junho de 1926.
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts. Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.

28 de janeiro de 2011

Guerra Civil - Romance (4)

Família Almeida
José de Almeida (a quem já chamei Dom), absolutista empedrenido (daqueles teimosos!), tem esperanças que a Margarida lhe passe a paixão por Filipe.
Casado com D. Leonor, desgostosa pela situação da filha (mas mulher era apenas mulher e submetia-se à vontade do marido), D. José era pai, ainda, de António Almeida, capitão de artilharia e miguelista ainda mais assanhado.
Tinha dois irmãos: Pedro, absolutista mais suave, que vivia numa quinta no Gradil (próximo de Mafra), e Carlos, liberal, que já tinha emigrado há anos para Paris e pouco se dava com os irmãos.
Pedro era casado com D. Bernardina e tinha três filhas: Adamância, Bebiana e Cunegundes. Não chegaram à letra D porque não tiveram mais filhos.
Como Margarida não aceitou casar com o primo Mendonça, foi a prima Bebiana que casou.

E não se esqueçam: quando forem grandes e tiverem meninas, Adamância, Bebiana e Cunegundes são nomes bonitos.

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