Margarida
Margarida vive no mosteiro, isolando-se das outras companheiras. Vive da esperança que Filipe, a quem escreve, às escondidas, longas cartas, a venha libertar.
As cartas que recebe, às escondidas, também, queima-as para não ser apanhada com elas.
Só se animou um pouco quando conheceu Joana, a quem os absolutistas prenderam o marido e o filho. O maior sofrimento de Joana, com quem convive, ajuda-a a aceitar melhor o isolamento e o tempo de espera em que vive.
Desfile das tropas chefiadas pelo general Gomes da Costa, em Lisboa (Cais do Sodré), 6 de junho de 1926.
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts.
Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.
28 de janeiro de 2011
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