H

H
A Adoração dos Pastores - Pintura atribuída a Bento Coelho da Silveira (Lisboa, 1617(?) - 1708), um dos mais conceituados pintores portugueses da sua época. Foi nomeado pintor régio por D. Pedro II, em 1678.

16 de abril de 2013

As reais personagens da crise de 1383-1385 - D. João, Mestre de Avis


D. João, Mestre de Avis, futuro D. João I de Portugal, foi o primeiro rei da segunda dinastia, a dinastia de Avis.
Filho de D. Pedro I e de uma dama galega chamada Teresa Lourenço, nasceu em 11 de abril de 1357.
Foi nomeado Mestre da Ordem Militar de Avis com apenas 7 anos de idade. Viveu em Avis, na sede da Ordem de que era Mestre, mas também passou períodos na corte.
Apesar de pertencer a uma ordem religiosa e militar e de ter feito voto de castidade, aos 20 anos já era pai de D. Afonso, o 1.º Duque de Bragança.

Nessa altura, D. João já era um dos mais ricos senhores de Portugal e desempenhou missões importantes para D. Fernando I, nomeadamente as negociações para os vários casamentos prometidos de D. Beatriz.
Visto como chefe do “partido” que estava contra D. Leonor Teles, numa corte cheia de intrigas, D. João chegou a ser preso (1382) mas foi readmitido por D. Fernando.
Depois da morte deste (22 de outubro de 1383) foi nomeado fronteiro para o Alentejo (responsável pela defesa da zona da fronteira).
A conjura contra D. Leonor Teles e o Conde Andeiro leva-o a participar no assassinato do Conde, a 6 de dezembro de 1383.

Assassinato do Conde Andeiro
Depois... a sua vida deu uma volta tal que chegou a rei.
Mas disso falaremos depois

Sem comentários:

Enviar um comentário