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A imagem faz parte de um livro publicado no ano de 1647, por J. Blaeu (um importante cartógrafo holandês), em que está desenhado um conjunto de mapas do nordeste brasileiro, então ocupado pelos holandeses, decorados com cenas da vida quotidiana. A cena que apresentamos representa uma fazenda brasileira produtora de açúcar, na zona de Pernambuco.

14 de abril de 2013

As reais personagens da crise de 1383-1385 - infante D. João

O infante D. João nasceu em 1352 e era filho de D. Pedro I e de D. Inês de Castro.
Depois da declaração de D. Pedro, em 1360, de que casara com D. Inês de Castro, passou a ser reconhecido como infante.
Recebeu a doação de muitos bens por parte de seu pai. Esteve ao lado de D. Fernando I nas duas primeiras guerras contra Castela.
Depois de ter sido perdoado pelo assassinato da mulher, uma irmã de D. Leonor Teles, teria chegado a ser pensado para marido de D. Beatriz. Talvez porque essa hipótese começou a não lhe parecer possível abandonou a corte e acolheu-se a Castela. Os seus bens em Portugal foram confiscados e passou a servir o rei D. João I. Por esse  motivo, na guerra de 1381-82 esteve do lado de Castela contra D. Fernando.
Quando D. Fernando I morreu, D. João I de Castela, pensando que o infante podia ser um candidato ao trono de Portugal e, portanto, seu rival, prendeu-o.
Tendo a situação evoluído de maneira diferente, o infante D. João foi solto e acabaria por casar com uma meia-irmã do rei de Castela, recebendo novas doações deste. Morreu em 1397.


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