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A imagem faz parte de um livro publicado no ano de 1647, por J. Blaeu (um importante cartógrafo holandês), em que está desenhado um conjunto de mapas do nordeste brasileiro, então ocupado pelos holandeses, decorados com cenas da vida quotidiana. A cena que apresentamos representa uma fazenda brasileira produtora de açúcar, na zona de Pernambuco.

7 de outubro de 2011

Panteão Real da Dinastia de Bragança

A Leila (6.º 5) tem o apelido Bragança. Talvez por isso, a sua curiosidade em saber onde estavam sepultados os reis da 4.ª dinastia, a de Bragança.

A maioria dos reis e infantes da 4.ª dinastia está sepultada no Panteão Real da Dinastia de Bragança, situado no Mosteiro de S. Vicente de Fora (Lisboa), na grande sala que era o seu antigo refeitório e que foi adaptado.

Convento de S. Vicente de Fora
Panteão é o nome dado ao edifício em que se depositam os restos mortais de pessoas ilustres.

Panteão da Dinastia de Bragança
Ao centro, o túmulo de D. Manuel II, último rei de Portugal
Os túmulos são, na sua maioria, gavetões de mármore dispostos ao longo das paredes da sala.
Destacam-se, por serem diferentes, os túmulos de D. João IV (o primeiro rei da 4.ª dinastia), de D. Carlos I e da sua mulher, a rainha D. Amelia de Orleães, do príncipe herdeiro D. Luís Filipe (que não chegou a governar por ter sido assassinado, em 1908) e de D. Manuel II (o último rei de Portugal).

Túmulo de D. João IV, o fundador da dinastia de Bragança
Os únicos reis da dinastia de Bragança cujos restos mortais não estão no Panteão são D. Maria I (sepultada na Basílica da Estrela, em Lisboa) e D. Pedro IV, que foi transladado para o Brasil, por ter sido o primeiro imperador do Brasil.

O Panteão pode ser visitado, estando incluído na visita ao Convento de S. Vicente de Fora.

5 comentários:

  1. Como professor que é, deveria dar o exemplo aos seus alunos e aos seguidores de seu Blog e indicar as fontes que utilisa para excrever (ou copiar!) o que publica. Este artigo nada mais é que um "copiar/colar" da Wikipédia em português com algumas frases seguramente copiadas de outro lado... Ainda mais, sabe-se que a Wikipédia não dà nenhuma garantia do que là està escrito. Nenhum trabalho cientifico e/ou minimamante sério se serve dessa fonte (que para o verdadeiro historiador de formação e de profissão) não é uma fonte.

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  2. Sr. Anónimo
    Entendo que as características dos textos do blog não justificam a apresentação da bibliografia. Não tenho a pretensão de estar a apresentar aqui "trabalho científico". Faço uma simples divulgação de informação sobre acontecimentos/personagens/bens patrimoniais, da forma que entendo mais adequada a alunos que frequentam o 2.º ciclo e que muitas vezes não têm um contacto regular com bens culturais, e procuro alguma interação com os alunos (a possível, usando este meio), de forma a contribuir para o desenvolvimento do seu trabalho e do seu interesse por temas ligados à história.
    Entendo que este meu trabalho, não sendo científico, é sério e tem cumprido alguns dos meus objetivos. Não todos, mas isso por outras razões.
    Se detetou alguma informação incorreta a propósito do Panteão, agradeço que o diga.
    Obrigado pela sua opinião.

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  3. Sou brasileiro, sou monarquista. Vou visitar Portugal pais ao qual sempre tive grande admiração. Gostaria de poder visitar o panteão, está aberto para visitação ou é necessário uma autorização ou marcar um horário???

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  4. Sílvio Geraldo, só hoje vi o seu comentário e, por isso, só agora respondo.
    O Mosteiro de S. Vicente de Fora (se o horário não mudou nos últimos dias), está aberto de 3.ª feira a Domingo, das 10 h às 18 h. Encerra à 2.ª feira.
    Espero que esta informação ainda vá a tempo de programar a sua visita, porque, independentemente de ser monárquico ou republicano e qualquer que seja a ideologia política ou a religião, a visita vale a pena.
    Desejo que tenha uma visita agradável.

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