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Acendedor de candeeiros a gás, na Praça do Comércio. Lisboa passou a ter iluminação pública a gás no dia 30 de julho de 1848. Eram 26 candeeiros na zona da Baixa/Chiado. A iluminação elétrica na cidade só foi inaugurada em Outubro de 1878, quando o rei D. Luís ofereceu 6 candeeiros à Câmara Municipal.

25 de abril de 2018

O Movimento dos Capitães

«O Movimento dos Capitães iniciou-se no verão de 1973, por iniciativa de um grupo de oficiais de postos médios (capitães e majores) dos quadros permanentes do Exército, em reação a dois decretos publicados pelo Governo que visavam facilitar o acesso à carreira militar e a rápida promoção ao posto de capitão, de oficiais milicianos, necessários à continuação da guerra colonial. Este movimento corporativo evoluiu rapidamente para a contestação à continuação da guerra, nas circunstâncias em que os militares portugueses a faziam, argumentando com o desprestígio das Forças Armadas. Alguns destes militares, cujo número foi sempre crescendo, acabaram por pôr em causa o próprio regime, e iniciar uma trajectória de confronto, que acabaria no planeamento de uma operação militar e na elaboração de um programa político de índole democrática, com vista ao seu derrube, o que ocorreu em 25 de abril de 1974.»
Joana Pontes, Rodrigo de Sousa e Castro e Aniceto Afonso, A Hora da Liberdade




A placa que se encontra num plano superior assinala a realização, na casa onde está afixada (no Monte Sobral - Alcáçovas), da reunião que pode ser designada de assembleia constituinte do Movimento dos Capitães, a 9 de setembro de 1973.
Já antes se tinha realizado uma reunião clandestina de capitães, a 21 de agosto de 1973, em Bissau (Guiné).


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