25 de Abril de 1974 - Salgueiro Maia (à esquerda) e Maia Loureiro (de dedos em V) acabam de assegurar a adesão do Regimento de Cavalaria 7 à Revolução, ultrapassando o confronto que esteve eminente na Av. Ribeira das Naus. Fotógrafo: Eduardo Gageiro
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts. Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.

31 de outubro de 2010

Real Ópera do Tejo

O Pedro Melo (6.º 6) trabalhou este domingo, dando conta do que terá sido um dos grandiosos teatros europeus do século XVIII.
A real ópera do Tejo situava-se na rua do Arsenal em Lisboa. Era uma obra de Giovanni Carlo Sicinio Gali Bibiena, membro de uma prestigiada família de arquitectos e cenógrafos teatrais.
Segundo escassos testemunhos, a ópera do Tejo, seria um sumptuoso edifício decorado a branco e dourado, com a lotação de 600 lugares.
Foi inaugurado na Primavera de 1755 [31 de Março], no aniversário da Rainha Dona Mariana Vitória [mulher de D. José I].
Pouco tempo depois o terramoto veio destruir por completo aquele que era considerado um dos mais grandiosos teatros europeus.

Ruínas da real ópera do Tejo, após o terramoto de 1755



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