25 de Abril de 1974 - Salgueiro Maia (à esquerda) e Maia Loureiro (de dedos em V) acabam de assegurar a adesão do Regimento de Cavalaria 7 à Revolução, ultrapassando o confronto que esteve eminente na Av. Ribeira das Naus. Fotógrafo: Eduardo Gageiro
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts. Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.

31 de outubro de 2010

Padre António Vieira (2)

Apesar de já haver um texto sobre o padre António Vieira, a Ana Carolina (6.º 10) enviou hoje um trabalho sobre esta interessante personagem da nossa história. Como nos dá algumas informações novas, achei bem publicá-lo.
Poderá haver algumas dúvidas sobre o que será a Inquisição ou o que são os Cristãos-Novos, mas nas próximas aulas falaremos desses temas.

O padre António Vieira, sendo missionário no Brasil, destacou-se defendendo os direitos humanos dos povos indígenas, combatendo contra a exploração e escravização dos mesmos.
Este padre também foi conhecido por defender os Judeus e a abolição da distinção entre os cristãos-novos e os cristãos-velhos.
Também foi bastante conhecido por defender a abolição da escravatura, tendo criticado severamente os sacerdotes e a Inquisição.
Ficou, também, célebre pelo seu «Sermão aos peixes» em São Luís no Maranhão.

Após a Restauração da Independência [1 de Dezembro de 1640], já em Lisboa, foi nomeado pregador régio por D. João IV de Portugal.
António Vieira tornou-se confessor da rainha D. Luísa de Gusmão, mulher de D. João IV.
Já com D. Afonso VI, António Vieira não foi bem recebido. Regressou ao Brasil em 1681, onde acabou por morrer a 18 de Julho de 1697, com 89 anos.

Padre António Vieira


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