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A imagem faz parte de um livro publicado no ano de 1647, por J. Blaeu (um importante cartógrafo holandês), em que está desenhado um conjunto de mapas do nordeste brasileiro, então ocupado pelos holandeses, decorados com cenas da vida quotidiana. A cena que apresentamos representa uma fazenda brasileira produtora de açúcar, na zona de Pernambuco.

31 de janeiro de 2015

Ficha de avaliação - turmas do 6.º ano

Meninas e meninos do 6.º B, 6.º C e 6.º D:

A 1.ª ficha de avaliação deste período está para breve.

Podem encontrar aqui um guião de estudo.

Bom estudo.

As dúvidas podem ser enviadas para o mail do costume.


28 de janeiro de 2015

A abertura dos portos brasileiros - 1808

Ainda D. João VI mal tinha chegado ao Brasil e já estava a satisfazer os amigos ingleses.
A 24 de janeiro de 1808 desembarcou e a 28 de janeiro assinou a autorização que permitia aos navios das nações amigas - Inglaterra - comerciarem diretamente com o Brasil.
O Brasil acelerava o passo a caminho da sua independência.


«Escrita na Bahia aos vinte oito dias de Janeiro de 1808», assinada pelo Príncipe regente D. João.


Ir ou não ir para o Brasil?

Entalado entre ingleses e franceses, D. João VI, príncipe regente em 1807, tinha de escolher...

História contada com sotaque brasileiro.



27 de janeiro de 2015

70 anos depois da libertação do campo de concentração de Auschwitz

É importante não esquecer aquilo que o regime nazi, na Alemanha, fez entre 1933 e 1945.


Os campos de concentração eram campos de morte, para onde foram enviados milhares de pessoas, sobretudo judeus, que aí eram assassinados em massa - mais de um milhão perderam a vida naquele que foi o símbolo desses campos - Auschwitz-Bikernau.
Em 1945, com o avanço das forças dos Aliados, o campo foi libertado.
Faz 70 anos.



24 de janeiro de 2015

A chegada da família real ao Brasil

A Beatriz R. lembrou na aula de ontem que a 24 de janeiro se comemoram 207 anos da chegada da família real ao Brasil.
A Corte fugia das invasões francesas.
Portugal ficava entregue ao seu destino, e o próprio governo de regência deixado pelo príncipe D. João até foi receber os invasores.

Após dois meses de atribulada viagem, os primeiros barcos avistaram S. Salvador da Baía a 22 de Janeiro.
O desembarque foi já a 24 de Janeiro.

«A família real e a elite da metrópole (...) tinham caído dos céus. E confundindo todas as expectativas, chegavam numa armada em muito pior estado do que alguns dos mais degradados navios mercantes que aportavam neste cais normalmente movimentado. Mais espantoso ainda, faziam-se pedidos de roupas de senhora para bordo, no sentido de socorrer passageiras vestidas com os trapos que restavam dos trajes que usavam à partida de Lisboa (...)»
Patrick Wilcken, Império à deriva

As senhoras, a começar pela própria D. Carlota Joaquina, desembarcaram com estranhos turbantes na cabeça, para disfarçar as cabeças rapadas durante a viagem... por causa de um furioso ataque de piolhos que obrigou a que as cabeleiras fossem deitadas ao mar.

Pintura de Cândido Portinari (1952)
A chegada de D. João VI a S. Salvador


19 de janeiro de 2015

A troca das princesas

Durante o reinado de D. João V, depois da assinatura de um tratado de paz entre vários países europeus (1713), seguiu-se uma política de aproximação entre Portugal e Espanha.
Foi então negociado um duplo casamento entre os príncipes herdeiros dos dois reinos: a princesa portuguesa Maria Bárbara (filha de D. João V) casaria com o herdeiro ao trono espanhol, príncipe Fernando; o futuro rei D. José I casaria com a princesa D. Mariana Vitória (filha de D. Filipe V, 1.º rei da dinastia de Bourbon, em Espanha).
Era também uma forma de procurar garantir a paz entre os dois reinos.

As princesas - D. Maria Bárbara e D. Mariana Vitória

Os documentos para este contrato foram assinados em Lisboa e Madrid, em 1727, tendo-se iniciado os preparativos para a cerimónia dos casamentos, que ficou conhecida como a "troca das princesas" -porque eram as princesas que tinham de mudar de país, indo viver para os países dos seus maridos, futuros reis.

A troca das princesas devia ocorrer em terreno neutro.
Por esse motivo, foi construída uma ponte com um palácio em madeira sobre o rio Caia, rio que assinala a fronteira entre Portugal e Espanha na região de Elvas/Badajoz.
O palácio, muito bem decorado, acolheria as famílias reais e os principais convidados.


As comitivas que conduziram as princesas eram luxuosas. A comitiva da princesa D. Maria Bárbara era composta por vários coches encomendados de propósito para a cerimónia. Seguiam ainda 185 carroças e 6 mil soldados.




Muita gente acorreu às margens do rio para assistir, na medida do possível, aos acontecimentos públicos das cerimónias.

Os casamentos tiveram lugar a 19 de janeiro de 1729.
Há 286 anos.

11 de janeiro de 2015

Manifestação pela Liberdade

Em 1789 iniciou-se a Revolução Francesa, a qual tinha como lema "Liberdade, Igualdade e Fraternidade", os seus 3 grandes objectivos.


A revolução triunfou, aconteceram outras revoluções liberais pela Europa, o tempo passou, o mundo mudou, desenvolveu-se...
Apesar de tudo, os grandes ideais da liberdade e da igualdade perante a lei ainda não são universais e ainda há quem não consiga compreender e aceitar o exercício da liberdade, nomeadamente o da liberdade de expressão.
Os acontecimentos verificados esta semana, em Paris, provam isso.
E várias pessoas foram vítimas dessa intolerância.


Realizou-se hoje, em Paris, uma grande manifestação em memória das vítimas e pela defesa da liberdade.
Há momentos em que estão em jogo valores fundamentais da nossa sociedade. A liberdade é um desses valores. É muito importante, então, manifestarmos publicamente a nossa vontade em defender esses valores.
A manifestação de Paris, com centenas de milhares de pessoas de diferentes orientações políticas e religiosas - assim como outras manifestações realizadas em cidades de todo o mundo - foi um desses momentos importantes.
Foi um momento histórico.