H

H
A imagem faz parte de um livro publicado no ano de 1647, por J. Blaeu (um importante cartógrafo holandês), em que está desenhado um conjunto de mapas do nordeste brasileiro, então ocupado pelos holandeses, decorados com cenas da vida quotidiana. A cena que apresentamos representa uma fazenda brasileira produtora de açúcar, na zona de Pernambuco.

31 de janeiro de 2013

5.º 8 - Trabalhos de Grupo

Constituição dos Grupos para o trabalho sobre os romanos e respetivo tema:

Grupo A  -  Tema: As estradas romanas
Bruna
Daniel

Grupo B  -  Tema: As construções romanas
Eliana
Fafá
Fany

Grupo C  -  Tema: O exército romano
João
Rúben

Grupo D  -  Tema: As atividades económicas
Margarida
Mariana
Pedro

Recordo os livros que já aqui indiquei sobre os romanos, os quais podem/devem ser consultados na Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos.

Aspetos da herança muçulmana - na língua

Existem ainda hoje cerca de seis centenas de palavras de origem árabe na língua portuguesa.
O que tem de comum a maioria dessas palavras?  Iniciarem-se por al.

São palavras de origem árabe: açorda, alcatifa, alecrim, alface, alfarroba, algarismo, Algarve, álgebra, alguidar, algodão, azeite, azenha, camisa, garrafa, laranja, limão, melancia, tapete, xadrez, etc.

A palavra oxalá é igualmente de origem árabe - en xá Allah - e significa "se Deus quiser", expressão que também é usada pelos cristãos.


27 de janeiro de 2013

Aspetos da herança muçulmana - os conhecimentos científicos

Entre os muçulmanos havia uma vida cultural rica.
Entre nós transmitiram conhecimentos científicos relativos a áreas diferenciadas, como a matemática, a astronomia, a geografia e a medicina.

Tabela matemática

Observação dos astros


Astrónomos

Astrolábio - instrumento que permitia
a orientação pelos astros

Mapa do século XII
Mapa do século XII

Médico a observar o doente

Operação aos olhos

Aspetos da herança muçulmana - as atividades económicas

Desenvolveram-se as atividades económicas, como a agricultura, o artesanato e o comércio.

Na agricultura introduziram-se novas culturas, como a amendoeira, a laranjeira, o limoeiro, a alfarrobeira, (provavelmente) o arroz, etc.

Amendoeira em flor

Amêndoas na árvore

Amêndoas

Laranjeira

Limoeiro
Alfarrobeira

Alfarrobas

Arrozal 
Arroz
No artesanato, destacam-se o fabrico de tapetes, armas e objetos de couro.

Peles  -  couros
Tanques para tratamento de couros (Marrocos)
Armas, vasilhas e outros objetos em metal
 

Tapetes













O comércio também se desenvolveu.

Mercado árabe (pintura moderna)

Com os muçulmanos, aprenderam-se novas técnicas de captar, elevar, guardar e distribuir água.


Aspetos da herança muçulmana – as construções

Palácios















Palácio de Alhambra (Granada)

Castelos

Castelo de Silves
Castelo dos Mouros - Sintra
Mesquitas

Igreja de Mértola
(antiga mesquita, transformada em igreja)

Igreja de Mértola - interior
Torre de igreja (Sevilha)
antiga torre (minarete) de mesquita 
Bibliotecas

Biblioteca árabe numa pintura de 1236
Casas com terraços (açoteias)

Olhão

Chaminés


Materiais - os azulejos

 

A herança muçulmana

Os Muçulmanos invadiram a Península Ibérica em 711 e em poucos anos dominaram-na quase totalmente.

A Reconquista Cristã, iniciada pouco depois, durou até 1492, data em que os chamados Reis Católicos conquistaram o Reino de Granada, último reino muçulmano da Península.

O domínio muçulmano da Península Ibérica, mesmo que parcial, durou séculos.
Durante esse período de tempo, a população peninsular foi influenciada pelo modo de vida dos muçulmanos, pela sua cultura. Portanto, ficaram marcas da presença muçulmana – o que se chama a herança muçulmana.
Essa influência foi maior no Sul da Península, porque foi aí que o domínio mais se prolongou no tempo. O Norte foi reconquistado mais rapidamente pelos cristãos.


20 de janeiro de 2013

As (muitas) invasões e conquistas


Quando nas aulas falamos de conquistas...
     ... e os Romanos conquistaram/dominaram a Península Ibérica
     ... e os Visigodos conquistaram/dominaram a Península Ibérica
     ... e os Muçulmanos conquistaram/dominaram (quase toda) a Península Ibérica

... não significa que os exércitos invasores/conquistadores tenham matado toda a população que aqui vivia. Isso seria a desgraça absoluta... para todos!!!


Quem conquista e passa a dominar um território precisa de quem trabalha, de quem cultive a terra e produza os alimentos.


Nas guerras, há os que morrem, os que ficam feridos e, em épocas antigas, havia os que eram transformados em escravos.
Mas, qualquer que fosse o povo que ficasse a dominar, a maioria da população continuava a fazer a sua vida: cultivar os campos, criar o gado, pescar, fazer o pão, fazer os tecidos, fazer os objetos de barro ou de ferro, comerciar os mais variados produtos, pagar impostos, obedecer a quem manda...

Qual a diferença, então? A diferença é o senhor que governa e a quem se tem de obedecer e pagar os impostos.

Pintura de Brueghel, em 1616 - O cobrador de impostos
Sim, a história dos impostos é uma longa história, quase tão antiga como o Homem.
Isso vocês aprenderão.

Conselho de trabalho para o Ricardo

Para o trabalho escrito da aula de amanhã, estuda da pág. 56 à pág. 59 do manual.
Resolve os exercícios da pág. 56 e a primeira questão da página 58.

Parece estar a haver algum problema com as comunicações.
No Blog, procurei fazer algumas pequenas atualizações e a largura das colunas apareceu-me alterada. Não estou a conseguir repô-las.

Bom fim de semana