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Monumento a D. Nuno Álvares Pereira - Campo de S. Jorge (Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota, baixo-relevo de Raul Xavier, 1959)

23 de novembro de 2015

O Terreiro do Paço antes e depois do terramoto

O Terreiro do Paço em sucessivas épocas:

1572 (pormenor de um desenho da cidade, antes do domínio filipino)



1619 - Quando da primeira visita de D. Filipe II (Filipe III de Espanha) a Lisboa. Podem-se ver arcos montados para a receção ao rei.



Pouco antes do terramoto


Com o terramoto de 1755, o Paço (ou Palácio) Real deixou de se situar nesta zona, mesmo depois da reconstrução da Baixa pombalina.
O antigo Terreiro do Paço passou a ter a denominação de Praça do Comércio, em 1760, como homenagem aos comerciantes da cidade, os quais contribuíram, voluntariamente, para a reconstrução de Lisboa.
Passaram-se umas dezenas de anos antes da praça estar concluída - já se tinha entrado no século XIX.
E todos os lisboetas ainda conhecem esta praça como o "Terreiro do Paço".


Praça do Comércio no início do século XX



Praça do Comércio na atualidade.



22 de novembro de 2015

Lisboa antes e depois do terramoto de 1755

Plantas da cidade de Lisboa - comparem o que diz respeito à Baixa pombalina, pois as duas últimas plantas só tratam dessa parte:

Em 1650


O plano final de Eugénio dos Santos e de Carlos Mardel, de 1758


Em 1786


Lisboa pombalina

O Marquês de Pombal e os planos de reconstrução da Lisboa pombalina

A Lisboa pombalina ou Baixa pombalina é a zona da cidade de Lisboa que resultou da reconstrução planeada após o terramoto de 1755.
O adjetivo "pombalina" vem do título do Secretário de Estado do rei D. José I, o Marquês de Pombal.
Foi sob a sua direção política que se planeou e iniciou a reconstrução dessa parte da cidade.

A vermelho, os limites da chamada Baixa pombalina

A Baixa foi a zona mais afetada pelo marmoto (tsunami), por estar mais próxima do rio, e pelo terramoto, por causa do tipo de terreno em que se encontrava construída.

Em tempos, havia duas ribeiras (a do Vale do Pereiro e a de Arroios) que corriam pela parte central da Baixa e iam desaguar no rio Tejo.
Com o tempo, deu-se o depósito de matérias que as águas transportavam - lodo, areia, calhaus, cascalho - aquilo que se chama um enchimento aluvionar.
Foi sobre esses terrenos aplanados resultantes do enchimento que se construiu parte da baixa da cidade.


Planta atual da Baixa, representando com cor azul
o espaço que seria das duas ribeiras.
Hoje, esses cursos de água estão encanados.
  
Não admira, assim, que fossem tantos os estragos do terramoto.


6 de novembro de 2015

Correção do trabalho de casa (que a grande maioria não fez!)

Os alunos do 6.º ano podem encontrar aqui a correção do Guia de Estudo n.º 1, na versão da antiga edição do Caderno das Perguntas, e aqui na nova edição "de acordo com as metas curriculares".

Este material pode servir de estudo para a ficha de avaliação.


4 de novembro de 2015

Ficha de avaliação - 5.º C

Os alunos do 5.º C encontram aqui os conteúdos e os objetivos/guião de estudo para a ficha de avaliação a realizar no próximo dia 11 de novembro.

Dúvidas que surjam poderão ser enviadas para carloscarrasco9@gmail.com

Bom trabalho.


2 de novembro de 2015

Ficha de avaliação das turmas do 6.º ano

Está aí a primeira ficha de avaliação do ano.

Os objetivos / guião para o estudo encontram-se aqui.

Dúvidas que surjam poderão ser enviadas para carloscarrasco9@gmail.com

Bom trabalho.


1 de novembro de 2015

O terramoto de 1755

Para quem gosta de aprofundar estes assuntos, fica a proposta de um vídeo.




Terramoto de 1755

Há 260 anos - 1 de novembro de 1755 - aconteceu o terramoto que arrasou a parte baixa da cidade de Lisboa.

A família real encontrava-se na Casa Real de Campo de Belém, nessa época fora da cidade, onde as vibrações sísmicas foram menores.
Mas não ganhou para o susto!...

Com receio de réplicas, a família real instalou-se em tendas nos jardins do palácio.
Terá sido aí que o Secretário de Estado, Marquês de Pombal, proferiu a célebre frase sobre o que havia a fazer:"Cuidar dos vivos e enterrar os mortos."

Em Lisboa, com a destruição verificada, houve quem ficasse a viver em tendas, como ilustra a figura. Mas esses nem seriam os que estavam pior...