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A imagem faz parte de um livro publicado no ano de 1647, por J. Blaeu (um importante cartógrafo holandês), em que está desenhado um conjunto de mapas do nordeste brasileiro, então ocupado pelos holandeses, decorados com cenas da vida quotidiana. A cena que apresentamos representa uma fazenda brasileira produtora de açúcar, na zona de Pernambuco.

23 de novembro de 2014

Real Ópera do Tejo

Ruínas da Ópera Real de Lisboa, também chamada Real Ópera do Tejo,
depois do terramoto de 1755

Ópera Real de Lisboa

Foi mandada construir por D. José I, tendo sido desenhada pelo arquiteto Giovanni Sicinio Galli Bibiena.
O edifício da ópera situava-se junto ao rio, onde hoje é o arsenal da marinha.
A casa da ópera foi um típico teatro à italiana: tinha quatro pisos de camarotes, a tribuna real era central em relação ao palco e tinha uma caixa cénica profunda: imaginem que no palco podiam ser usados 25 cavalos na encenação. A plateia tinha 600 lugares. 
Foi inaugurada em Março de 1755, nas festas de aniversário da rainha D. Maria Vitória (casada com D. José I), começando com a ópera Alessandro nell'Indie, da autoria de David Perez.
Passados sete meses, foi destruída pelo terramoto.
João Pegas (6.º D)





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