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A imagem faz parte de um livro publicado no ano de 1647, por J. Blaeu (um importante cartógrafo holandês), em que está desenhado um conjunto de mapas do nordeste brasileiro, então ocupado pelos holandeses, decorados com cenas da vida quotidiana. A cena que apresentamos representa uma fazenda brasileira produtora de açúcar, na zona de Pernambuco.

2 de fevereiro de 2012

A Reforma Postal - o correio ao domicílio

Na aula do 6.º 7 de ontem, a boa conversa (a má é aquela que os alunos fazem de forma pouco educada) passou pela modernização dos serviços dos correios na segunda metade do século XIX.

A distribuição de correio ao domicílio só se iniciou em 1821, já depois da revolução liberal.
Quem pagava esse serviço era o destinatário, a pessoa que recebia a correspondência.

Fontes Pereira de Melo
Fontes Pereira de Melo, o ministro de quem já falámos por ter sido o grande impulsionador dos transportes, também foi o responsável pela reforma postal (1852) - as grandes alterações verificadas no serviço dos correios - que ainda hoje está na base do funcionamento do correio português.
O correio de Lisboa com as outras capitais de distrito passou a ser diário.
Foram abertas várias estações de correio no país. No Seixal, a sua primeira estação começou a funcionar no ano de 1878.


Reconstituição de uma estação de correios do final do séc. XIX
(Museu das Comunicações) 

Selo com a figura de D. Maria II (1853)

Com as alterações introduzidas por aquele ministro, passou a ser obrigatório o uso do selo postal colado nas cartas. Assim, o transporte do correio era pago pelo remetente, a pessoa que envia a correspondência.
Os primeiros selos tinham a efígie da rainha D. Maria II e são hoje muito cobiçados pelos colecionadores de todo o mundo.


Carteiro (1854)
 

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