Batalha da Salga, na ilha Terceira (25 de julho de 1581) - Painel de azulejos
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts. Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.

21 de abril de 2020

6.º E e 6.º G - Revolução de 5 de Outubro de 1910

Sobre a Revolução Republicana do 5 de Outubro de 1910, vê o filme e realiza as atividades a partir da n.º 10 até ao fim.

Atividades da Escola Virtual
É a partir daqui... 

Onde a seta vermelha aponta, têm os botões que vos levam até às ações a desenvolver, entre o visionamento de vídeos, atividades interativas para obtenção de informação e realização de exercícios.

Nada te impede de explorares outras atividades sobre os acontecimentos imediatamente anteriores à implantação da República.


Turma 6.º E - O Regicídio (Conta-me História)

Outro vídeo - um excerto de um programa televisivo intitulado Conta-me História - que completa a informação sobre o regicídio.
Uma outra forma de abordar a História.



Turma 6.º E - O Regicídio

Reponho aqui dois vídeos sobre o Regicídio, para facilitar a sua consulta pelos alunos do 6.º E.


Uma boa narrativa do Regicídio, para um vídeo curta duração. 

Quando no princípio do vídeo é dito que a família real vinha de Vila Viçosa, tal não corresponde exatamente à verdade: o infante D. Manuel (o filho mais novo de D. Carlos) estava em Lisboa e foi esperar os pais e o irmão. Por isso, também seguia na carruagem em direção ao palácio real.


20 de abril de 2020

Turmas 6.º E e 6.º G - Semana para mudarmos o regime

Estamos na transição do regime da Monarquia Constitucional para a República.

A turma está a estudar os acontecimentos marcantes dessa passagem de um regime para o outro.

Portugal era uma monarquia desde a sua fundação em 1143, com D. Afonso Henriques.
A crise económica e financeira de 1890, o Ultimato Inglês e os acontecimentos que se seguiram vão marcar os últimos anos do regime.

Os problemas do país eram muitos, a insatisfação era grande, os republicanos tinham cada vez mais adeptos e provocaram a queda da monarquia.


Esta semana vamos abordar a primeira tentativa de revolução republicana, o regicídio e os acontecimentos de 4 e 5 de Outubro de 1910 que conduzirão à implantação da República.

O 6.º G (ligeiramente mais atrasado) vai, ainda, começar pelo Ultimato Inglês.
Mas, daqui a uma semana, com a realização das duas fichas, ficará a par.


HGP online - horário

Cumprindo o horário estipulado pelo Plano de Ensino a Distancia do Agrupamento de Escolas Paulo da Gama, à 3.ª feira, das 9 h às 10 h, e à 4.ª feira, das 14 h às 15 h, através de mail ( carloscarrasco@aepg.pt ), estarei "deste lado" para responder às vossas dúvidas e questões sobre a disciplina de História e Geografia de Portugal.

Mas, como sabem, podem utilizar o mail mesmo noutros momentos, que eu tentarei responder o mais rapidamente possível.
No entanto, estou a procurar cumprir um horário que respeite os tempos de descanso.


À 5.ª feira, entre as 14 h e as 15 h, dedicaremos o tempo à disciplina de Cidadania, para as turmas 5.º F e 6.º E.
Como essa hora é partilhada com a disciplina de TIC, esclarecerei brevemente como iremos trabalhar.
Para já, esta 5.ª feira (23 de abril), o 6.º E poderá contactar com a prof.ª de TIC. Dia 30 de abril, trataremos de Cidadania.

Quanto às sessões através da televisão... estou curioso em ver!
Mais nada (por enquanto)!

O problema é a internet estar m u i t o    l  e  n  t  a!
E está com falhas...
Já há uns largos minutos que estou a tentar editar esta mensagem...


17 de abril de 2020

Turma 5.º F - Início do trabalho do 3.º período

Olá ao 5.º F
Bem-vindos

Neste início de período, vamos estudar como se formou Portugal.

Das tarefas que vos fora indicadas, a primeira é o visionamento do vídeo que se encontra neste blogue, feito com colegas vossos, que agora estão no 8.º ano.
O título é A Reconquista Cristã e a formação do Condado Portucalense e também o podem encontrar no YouTube

Depois, podem experimentar as animações O longo processo da Reconquista Cristã e as 3 atividades interativas:


Mas não se esqueçam da Ficha de Trabalho n.º 1/3, que já está na vossa caixa de correio.

Se tiverem problemas nas ligações, comuniquem.

Bom trabalho!



Turma 6.º G - Início do trabalho do 3.º período

Bom dia, jovens!

A forma como se precipitou o final do período passado não permitiu que tivéssemos concluído o estudo da 2.ª metade do século XIX.

Faltou-nos ver as reformas feitas no ensino e o que se refere à justiça e aos direitos humanos, em que foram tomadas algumas medidas muito interessantes.
É sobre estes temas que vão realizar a vossa primeira tarefa escrita.

Podem começar por ver o vídeo que se encontra aqui.

Depois, receberão a Ficha de Trabalho n.º 1/3.

Devem ver, posteriormente, os vídeos que se seguem:




Os dois primeiros para consolidação de conhecimentos, o último para conheceres um pouco da arte da época em estudo (assunto não abordado nas aulas).
Bom trabalho!



16 de abril de 2020

Turma 5.º E - Ligações

Os alunos do 5.º E (diretamente ou através do mail do encarregado de educação), devem ter recebido a informação das tarefas a desenvolver.

De todas as tarefas indicadas, só a última (a n.º 4) é para me enviar depois de realizada.

As atividades 1, 2 e 3 são para fazerem antes: verem a apresentação, experimentarem as animações e realizarem as atividades interativas.

Como a editora do manual que utilizamos - a Santillana - abriu o acesso aos materiais online, e alguns alunos estavam com mais dificuldade em aceder a esses materiais, vou editar aqui as suas ligações, para ver se facilito esse acesso.

1. Apresentação PPT:

2. Animações:
(no 5.º ano - Descobrir - clicam no subdomínio 6)
O longo processo da Reconquista Cristã (I)


3. Atividades interativas:
(no 5.º ano - Descobrir - clicam no subdomínio 6)





Se continuarem a ter problemas nas ligações, comuniquem.
Penso que a ligação à apresentação está resolvida.

Bom trabalho!

15 de abril de 2020

Turma 6.º F - Informação para a Ficha de Trabalho n.º 1/3

Para a realização da vossa Ficha de Trabalho n.º 1/3, precisam de aceder a estas duas apresentações:

Sobre o desenvolvimento das atividades económicas na 2.ª metade do século XIX e sobre

desenvolvimento dos transportes e das comunicações na 2.ª metade do século XIX.

Se tiverem algum problema com as ligações, comuniquem.



Turma 6.º F - Início do trabalho do 3.º período

Bom dia, jovens e dedicados trabalhadores!

Para retomarmos o nosso trabalho - nós, que estávamos a fazer um percurso do presente para o passado - precisamos de nos (re)situar.

Recordo a imagem várias vezes projetada na sala de aula:

Os últimos trabalhos do 2.º período tinham-nos levado à crise da monarquia (1890-1910) e ao período da 1.ª República.

Que período encontram antes da crise (1890)?
Até parece que vos estou a ouvir (em coro, menos 2 ou 3 distraídos): a Regeneração.

E a Regeneração iniciou-se em que ano? 1851.

Então, o período de tempo que vamos começar a estudar situa-se entre que anos? 1851 e 1890.

Seguindo o quadro, que características gerais apresenta esse período?
"Período de acalmia política e de maior desenvolvimento económico e tecnológico".
É também um período em que se publicam leis respeitadoras dos direitos humanos.

O primeiro trabalho que vão receber através dos vossos mails diz respeito a esse desenvolvimento económico e tecnológico.

Procurem, entretanto, quem foram os reis que governaram Portugal durante esse período de tempo.

Qualquer questão, já sabem: enviem mail ou podem usar os comentários do blogue (identifiquem-se, no caso dos comentários).

Bom trabalho!


14 de abril de 2020

3.º Período letivo 2019-2020


Olá a todos!

Hoje começa o 3.º período deste ano letivo.
Será o período mais estranho já experimentado por nós - professores, alunos e pais.

Temos um desafio pela frente.
Vamos experimentar um modelo de ensino/aprendizagem à distância, obedecendo àquilo que são as diretrizes do Plano de Ensino a Distância (E@D) do Agrupamento de Escolas Paulo da Gama.

Na flexibilidade que nos é permitida e a que nos obrigam os diferentes contextos dos nossos alunos, vamo-nos concentrar nos processos que nos parecem mais acessíveis, que não tragam, portanto, dificuldades à realização das tarefas e que possam ajudar a desenvolver aprendizagens significativas.
E que essas aprendizagens sejam passíveis de uma avaliação consequente, embora tenhamos consciência de que as condições para que tal aconteça não são as ideais.

Espero que este blogue possa ser um apoio e dê o seu contributo, aos meus alunos, em especial, mas também a outros, para atingirmos os nossos objetivos.

Sem medo de fazer, errar e refazer, num ambiente que terá de ser de grande compreensão mútua, vamos todos fazer o melhor possível para que as aprendizagens aconteçam e que todos nos sintamos bem.
Votos do melhor 3.º período possível!



9 de abril de 2020

Como irá decorrer o 3.º período de 2019-2020

O 3.º período inicia-se no próximo dia 14, 3.ª feira, mas sem atividades letivas presenciais.

No ensino básico, do 1.º ao 9.º ano, inclusive, todo o 3.º período prosseguirá com o ensino a distância, o qual será reforçado com o apoio de emissão televisiva de conteúdos pedagógicos que complementarão, mas não substituirão, o trabalho que os professores vêm desenvolvendo com os seus alunos, de modo a ter o alcance o mais universal possível.
Estas emissões diárias serão transmitidas a partir do próximo dia 20, no canal RTP Memória.

A avaliação no ensino básico será feita, em cada escola, pelos professores que melhor conhecem o conjunto do percurso educativo de cada aluno, sem provas de aferição e sem exames do 9.º ano.

Informação a partir da comunicação do 1.º Ministro, hoje à tarde. 



17 de março de 2020

Turmas 6.º E e 6.º G - Portugal na 2.ª metade do século XIX: transportes e comunicações

Para os alunos do 6.º G, reponho uma apresentação sobre o desenvolvimento dos transportes e comunicações na 2.ª metade do século XIX.

É clicar na ligação.


Turmas 6.º E e 6.º G - As reformas no ensino; justiça e direitos humanos

Vídeo da editora do nosso manual.
(tentei enviá-lo por mail para os alunos da turma, atendendo à atual situação, mas o seu "peso" não permitiu, pelo que o coloco aqui temporariamente).



Turma 6.º G - O desenvolvimento dos transportes e das comunicações

Vídeo da editora do nosso manual.
(tentei enviá-lo por mail para os alunos da turma, atendendo à atual situação, mas o seu "peso" não permitiu, pelo que o coloco aqui temporariamente). 



Agora, à distância


Excerto de documento da Direção-Geral da Educação (16 de março de 2020)

Vamos manter contacto!


28 de janeiro de 2020

Antártida - descoberta há 200 anos

Diz o Diário de Notícias que a descoberta da Antártida foi a 28 de janeiro de 1820.


Bellingshausen, oficial da Marinha Imperial da Rússia, oriundo de uma família alemã, comandava a segunda expedição russa que circum-navegava o globo, quando avistou o continente gelado.

Os dois navios da expedição russa - o Vostok e o Mirnyi - que avistaram a Antártida 


20 de dezembro de 2019

Macau - Há 20 anos, a transferência da soberania para a China


No dia 20 de dezembro de 1999, o território de Macau regressou à soberania chinesa.

Carta de 1571 (Fernão Vaz Dourado)
«A cidade de Macau e a sua vastíssima rede comercial constituíram, sem dúvida, em todo o período da nossa presença no Oriente, a mais importante criação dos portugueses na Ásia, e talvez a única verdadeiramente original.» (Rui Loureiro)

Macau (final do séc. XVI)
Segundo a versão mais corrente, embora não documentada, Macau terá sido cedido aos portugueses, em 1557, em troca de auxílio prestado à China na luta contra a pirataria nos mares do sul da China.
Certo é que, à data, os portugueses já estavam estabelecidos nesse porto, que se tornaria um importante entreposto mercantil.
Entre 1549 e 1639, aproveitando a rivalidade (e a inexistência de relações) entre a China e o Japão, os portugueses tiveram o monopólio da ligação comercial entre os dois países, através da viagem anual da Grande Nau de Macau.



Em 1563, Macau já contava com uma população de 800 portugueses.
Tornou-se sede de diocese - centro de atividade missionária para o Extremo-Oriente - em 1575.
Recebeu o nome de Cidade do Santo Nome de Deus, em 1586, e continuou a conhecer um grande desenvolvimento, tornando-se um dos mais importantes centros comerciais de todo o Oriente.

No século XVII, o sistema comercial português começou a sofrer um crescente declínio, devido à elevada concorrência dos sistemas desenvolvidos por outras potências europeias. Mas o domínio da cidade manteve-se, apesar da existência de interferências chinesas e de tentativas de reforço do poder português.

Macau (séc. XVII)

Em 1966-67, na sequência da evolução política na China, Portugal reconheceu Macau como território chinês e renunciou à sua ocupação perpétua.
Após o 25 de Abril de 1974, Portugal confirmou esse reconhecimento, mas a China aceitava a administração portuguesa sobre o território, até que, em 1987, após negociações entre os dois países, se acordou no regresso de Macau à soberania chinesa.


Essa transferência de soberania aconteceu há 20 anos.
Mais uma página do fim do Império Português. Só faltava encerrar o caso Timor.


1 de dezembro de 2019

Projeto de reabilitação do Palácio da Independência

O presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, anunciou que o projeto para a reabilitação do Palácio da Independência deverá estar concluído durante o primeiro trimestre de 2020, mas não adiantou uma calendarização para a realização da obra.

Sublinhou que a reabilitação do Palácio da Independência “é um imperativo histórico e patrimonial”
“O restauro do edifício terá um duplo significado. O da recuperação de um espaço histórico, requalificado, onde, com a respectiva musealização, vamos poder contar às novas gerações a história deste acontecimento que hoje comemorámos”.


«O Palácio da Independência, também conhecido como Palácio dos Condes de Almada, foi edificado em 1467, por D. Fernando de Almada, e nele reuniram-se, por diversas vezes, Os Conjurados, grupo que conduziu à Restauração da Independência de Portugal, em 1640.

Neste Monumento Nacional habitou também o escritor Almeida Garrett (1834) e nele realizou-se a primeira comemoração pública da Independência, em 1861.»
Em 1940, o Palácio foi doado ao Estado e, posteriormente, em 1983, foi cedido à Sociedade Histórica da Independência de Portugal, entidade que procedeu a obras para a instalação de serviços, biblioteca e zonas de exposição.
Do jornal Público online

O Palácio da Independência, 
ao Rossio, pertinho do Teatro D. Maria II


1 de Dezembro de 1640

 O 1.º de Dezembro de 1640 na ficção (não tão ficção assim) do livro 1640, romance histórico da autoria de Deana Barroqueiro.

«Quarenta confederados, não muitos para tão difícil empresa, mas assim o exigia o segredo. Cada um de nós tinha às suas ordens um punhado de parentes e amigos leais para levar a bom porto a tarefa que lhe fora destinada, porque se alguém falhasse poderia comprometer toda a missão. Reuníamo-nos, pela calada da noite e no maior segredo, nunca na mesma casa, que mantínhamos às escuras, usando apenas uma sala ou quarto interior; na rua tomávamos as maiores precauções para não levantar suspeitas, indo cada um por sua vez e embuçados, para não sermos reconhecidos. E sempre em pequeno número, para minorar o desastre se fôssemos descobertos, transmitindo em seguida as informações ou ordens aos nossos aliados e restantes conjurados.


O ponto de encontro para o derradeiro lance foi o Terreiro do Paço e a hora aprazada as nove da manhã de Sábado, dia primeiro de Dezembro. O palácio, onde se alojava a Vice-Rainha e Vasconcelos tinha o seu ofício, estava protegido por uma força de alabardeiros alemães e pela guarnição castelhana do forte. Era a cabeça da hidra que precisava de ser decepada, logo de início, conquanto a surpresa jogasse a nosso favor.
Esperava-nos a morte, se fôssemos mal sucedidos, e para ela nos preparámos, na véspera, uns fazendo o seu testamento, todos confessando-se e comungado com os padres, nossos companheiros.
(...)
Fomos chegando ao Terreiro do Paço, sós ou em pequenos grupos, a pé, a cavalo ou em coches, dispondo-nos em bandos pela praça, em lugares estratégicos, desde o Arco dos Pregos ao do Ouro, de modo a acorrer prestes ao chamado.

«Decididos a arriscar a vida pela mais nobre das empresas, sabíamos o que estava em jogo e como a responsabilidade de muitas vidas pesava nos nossos ombros, por isso o sentimento era de apreensão e temor. 



(...) quando o relógio deu a primeira badalada das nove e João Pinto Ribeiro bradou: Ide então ali, à sala dos tudescos, a tirar um Rei e pôr outro, para logo nos tornarmos para casa!
Todos vós, mesmo os que não estivestes presentes, sabeis o que então se passou. Saltámos dos cavalos e coches e corremos para o Paço, onde alguns dos nossos já tinham entrado na sala da guarda real (como se fazia, de ordinário, enquanto se esperava para ser recebido por Vasconcelos) e, em ouvindo o sino, dominaram os archeiros e os guardas tudescos, após uma breve mas renhida luta. Houve poucos feridos de parte a parte e apenas um morto, o corregedor Francisco Albergaria, que levou dois tiros por ter gritado Viva El-Rei Dom Filipe, em resposta a Dom Miguel de Almeida, que bradava, de espada em punho e com uma força de espantar num ancião de oitenta anos, "Liberdade, liberdade! Viva El-Rei Dom João o IV!".


A multidão ia engrossando na praça: aprendizes, oficiais e mestres de desvairados ofícios, atraídos pelo alvoroço ou convocados pelos Vinte e Quatro dos Mesteres e também pelo Juiz do Povo, gente que o padre Nicolau da Maia trouxera para a nossa causa. Dom Miguel apareceu na varanda e repetiu o grito: Valorosos Lusitanos, viva El-Rei Dom João, o quarto de Portugal, até agora duque de Bragança. Viva! Morram os traidores, que nos arrebataram a liberdade! 
E o Terreiro do Paço estremeceu com o estrondo dos grandes vivas dados em resposta.
Deana Barroqueiro, 1640


O 1.º de Dezembro de 1640
na capa do Diário Illustrado de 
1 de Dezembro de 1890 

Pormenor do monumento dos Restauradores (Lisboa)
com a bandeira da Restauração, nas cerimónias de hoje


20 de novembro de 2019

A Constituição de 1976

A Constituição organiza o poder político: define quais são os órgãos de soberania – no caso de Portugal, o Presidente da República, a Assembleia da República, o Governo e os Tribunais – quais são as suas competências (dividindo e organizando os poderes) e como são eleitos ou designados.

A Constituição também garante um conjunto grande de direitos fundamentais e liberdades dos cidadãos, como a liberdade de imprensa e a liberdade sindical, o direito à segurança social, à saúde e à educação.




5 de novembro de 2019

Turma 6.º F - Apoio à Ficha de Trabalho n.º 4/1

Apoio ao trabalho da Ficha n.º 4/1 da turma do 6.º F.

Pesquisa para:
- perguntas 3 a 7: Encontram informação aqui.

- pergunta 12: Encontram o nome dos Presidentes da República no manual ou aqui - procura o índice e clica em Terceira República (1974-presente).

Encontram o nome dos Chefes do Governo (Primeiro-Ministro) aqui - procura o índice e clica em Terceira República (1974-presente).

Bom trabalho!


1 de novembro de 2019

Ficha de avaliação - Turmas 5.º E e 5.º F

Aproxima-se a primeira ficha de avaliação:
5.º E - 7 de novembro (5.ª feira)
5.º F - 11 de novembro (2.ª feira)

Os alunos podem encontrar aqui o Guião de Estudo.
O Guião pretende ser uma ajuda de orientação do estudo.

Se os alunos imprimirem as páginas do documento, têm um pequeno quadrado antes de cada objetivo. Nesses quadrados os alunos podem ir assinalando os conhecimentos que já dominam.

Bom estudo!

Qualquer dúvida pode ser esclarecida na aula ou, não havendo oportunidade, através do mail carloscarrasco9@gmail.com