A Ponte sobre o Tejo em fase de construção.
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts. Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.
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14 de junho de 2022

Galeria Real - Dinastia de Bragança

Trabalho realizado pelos alunos do 6.º E.


D. João IV
(autores: Diogo e Leonor)

O D. João IV Foi o primeiro rei da quarta dinastia com o cognome de "O Restaurador".

Ele nasceu no dia 19 de março de 1604, em Vila Viçosa, e começou a governar Portugal em 1640, depois de restaurar a independência do Reino, acabando com o domínio filipino em Portugal.

D. João IV morreu dia 6 novembro de 1656. Ele teve 7 filhos. O filho que ficou com o trono depois de sua morte foi o D. Afonso VI.

Diogo e Leonor


D. Afonso VI
(autores: Joel e Kelvi)

O D.Afonso VI nasceu em Lisboa a 21 de agosto de 1643.

Os seus ascendentes são D. João IV e D. Luísa de Gusmão.

D.Afonso VI casou com a Maria Francisca Isabel de Saboia.

O irmão de Afonso VI era D.Pedro II, que foi o sucessor do trono.

No reinado de D. Afonso VI foi importante o final da Guerra da Restauração.

A 23 de novembro de 1667, D. Afonso VI abdicou do poder a favor do irmão, D. Pedro II.

A 24 de março de 1668, o seu casamento foi anulado e D. Afonso foi desterrado para Angra do Heroísmo.

Em 1674, regressou ao Reino e foi fechado no Palácio de Sintra, onde faleceu a 12 de agosto de 1683, vítima de tuberculose pulmonar.

Joel


D. Pedro II
(autor: Daniel)

D. Pedro II (Lisboa, 26 de abril de 1648 – Alcântara, 9 de dezembro de 1706), apelidado de "O Pacífico", foi o Rei de Portugal e Algarves de 1683 até à sua morte, anteriormente servindo como regente de seu irmão, o rei Afonso VI, a partir de 1668 até sua ascensão ao trono.

Artur


D. João V
(autores: Vasco e Phellype)

D. João V nasceu no dia 22 de outubro de 1689, no Paço da Ribeira, em Lisboa.

O pai de D. João V é D. Pedro II e a mãe, Maria Sofia Isabel de Neuburgo.

D. João casou com a Maria Ana de Áustria, filha do imperador Leopoldo da Áustria, e tiveram 6 filhos: José I, Pedro III, Maria Bárbara, Pedro de Bragança, Príncipe do Brasil, Carlos e Alexandre Francisco.

Como rei, João V empenhou-se em projetar Portugal como uma potência internacional. Ele ordenou as faustosas embaixadas que enviou ao imperador Leopoldo I, em 1708, ao rei Luís XIV de França, em 1715, e ao papa Clemente XI, em 1716. 

Também foi um grande edificador, sendo os principais testemunhos materiais do seu tempo: o Palácio Nacional de Mafra, a Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra, o Aqueduto das Águas Livres em Lisboa, e a maior parte dos coches da coleção do Museu Nacional dos Coches.

D. João V morreu a 31 de julho de 1750, com 60 anos, no Paço da Ribeira (onde nascera) e é conhecido como "O Magnânimo”.

Vasco


D. José I (em falta)


D. Maria I
(autoras: Érica e Geovana)

 

D. João VI
(autor: Santiago)

D. João VI, também chamado de “O Clemente”, nasceu em 13/05/1767, em Lisboa, filho do rei D. Pedro III e da rainha D. Maria I. 

Ele casou-se no dia 8 de maio de 1785 com D. Carlota e teve nove filhos.

Um dos principais acontecimentos do seu reinado foi a Revolução Liberal (1820), que aconteceu enquanto estava no Brasil.

Ele jurou a constituição liberal – a Constituição de 1822 -, sendo o primeiro monarca liberal em Portugal.

O seu falecimento foi a 10 de março de 1826, por envenenamento.

Santiago



D. Pedro IV (em falta)


D. Miguel
(autor: Rafael)

D. Maria II
(autora: Renata)

D. Pedro V
(autoras: Daniela e Mariana)

D. Luís
(autores: Renato e Lara)

D. Luís nasceu em 31 de outubro de 1838, em Lisboa. 

O ascendente de D. Luís era Pedro V.

D. Luís casou com D. Maria Pia de Saboia.

Os descendentes de D. Luís foram Carlos I e Afonso, Duque do Porto.
D. Luís morreu a 19 de outubro de 1889, em Lisboa.

Renato


D. Carlos
(autora: Daiane)

D. Manuel II
(autor: Danilo)

O rei D. Manuel II nasceu no dia 15 de novembro de 1889, no Palácio de Belém, Lisboa. O pai era Carlos I de Portugal e a mãe Amélia de Orleães.

Foi o último rei de Portugal, tendo saído do país para o exílio, em Inglaterra, a 5 de Outubro de 1910.

O rei D. Manuel II casou-se com D. Augusta Vitória de Hohenzollern-Sigmaringen e não tiveram filhos

D.Manuel II faleceu inesperadamente na sua residência, em 2 de julho de 1932, sufocado por um edema da glote. O Governo português, chefiado por António de Oliveira Salazar, autorizou a sua sepultura em Lisboa, organizando o funeral com honras de Estado. Os seus restos mortais chegaram a Portugal, em 2 de agosto, sendo sepultados no Panteão Real da Dinastia de Bragança, no Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa. 

Danilo

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Trabalho desenvolvido nas disciplinas de Ed. Visual e Tecnológica (Prof.ª Teresa Gonçalves), Português (Prof.ª Ema Fuzeta) e História e Geografia de Portugal.




Meios de comunicação - Telemóvel

O primeiro telemóvel foi inventado em 1970, por Martin Cooper, que assumiu o cargo de responsável pela equipa de desenvolvimento do primeiro telemóvel do mundo. O primeiro protótipo que efetivamente funcionou, levou apenas 90 dias para ficar pronto. Pesava 793 gramas.



Danilo, 6.º E


Meios de comunicação - Telégrafo

Quem inventou a telegrafia foi Samuel Finley Breese Morse.

Ele construiu o seu primeiro protótipo de telégrafo em 1835 e, em 1838, estabeleceu o primeiro código morse.


A primeira linha telegráfica foi terminada em 1844, ligando duas cidades americanas: Baltimore e Washington DC.

A primeira mensagem transmitida pelo telégrafo foi What hath God wrought! (Que obra fez Deus!)


Em Portugal, foi no ano de 1857 que abriram ao público os primeiros serviços telegráficos. No final do século XIX já havia 8000 km de linhas em Portugal.

Renato, Santiago e Vasco, 6.º E


Meios de comunicação - A Carta de Pero Vaz de Caminha

A comunicação da descoberta do Brasil ao rei D. Manuel I

Pero Vaz de Caminha era o escrivão da armada comandada por Pedro Álvares Cabral que se dirigia para a Índia.

Carta de Pero Vaz de Caminha é o documento em que Pero Vaz de Caminha conta muito da história do descobrimento do Brasil, descrevendo as suas impressões sobre o território e os seus nativos. É considerado o primeiro documento escrito da história do Brasil.

Depois de ter descoberto oficialmente o Brasil em abril de 1500, a armada prosseguiu o seu caminho para a Índia, mas era necessário comunicar ao rei D. Manuel I a novidade da descoberta do Brasil. Uma nau retornou a Portugal trazendo a Carta de Pero Vaz de Caminha.


O rei terá tomado conhecimento da descoberta cerca de dois meses depois do acontecimento.

Diogo, Lara, Leonor, Phellype e Renata, 6.º E


Meios de comunicação - Pombos-correio


O pombo-das-rochas selvagem tem uma grande capacidade de retornar ao seu ninho, tornando-se pombos-correio.

Sabe-se que os pombos-correio já eram usados para trocar mensagens por volta de 3.000 a.C., no Antigo Egito.

No século XIX os pombos-correio eram utilizados para comunicações militares. Foram ainda muito usados na I Guerra Mundial.

Artur, 6.º E


26 de março de 2021

A doação do Condado Portucalense - redação de um texto

Resultado de um trabalho realizado pelas turmas do 5.º ano, de redação de um texto sobre a doação do Condado Portucalense.

Tópicos obrigatórios do texto:

- Quem fez a doação do Condado Portucalense;
- A quem foi doado;
- Quando foi doado;
- Por que motivo foi doado;
- Quais as condições impostas por quem o doou.

Texto final do Romeu (5.º B), depois de corrigido.

«O Condado Portucalense foi doado no ano de 1096. Quem fez a doação do condado foi D. Afonso VI e foi doado a D. Henrique e a D. Teresa.

O condado foi doado a D. Henrique pelos serviços prestados por este a D. Afonso VI no combate contra os muçulmanos. 

As condições impostas pelo rei D. Afonso VI foram as seguintes: D. Henrique tinha de prestar auxílio militar quando o rei pedisse, tinha de ir às suas cortes, defender o Condado Portucalense dos ataques dos inimigos e alargar as fronteiras do Condado a sul, através da conquista de terras em posse dos muçulmanos.»



14 de março de 2021

Se D. Afonso Henriques tivesse BI...

 ... em tempos de República.

A Leonor (5.º C) não pôs em causa o regime republicano. 
E o BI ficou catita!...

 

A Alice (5.º B) privilegiou o texto manuscrito e o preto e branco.

Ambas apontam 5 de agosto de 1109 como sendo a data de nascimento e Guimarães como o local.
Mas será que foi mesmo assim?

Guimarães é tradicionalmente apontado como o seu local de nascimento e a tradição "ainda é o que era". Mesmo que os estudos mais recentes apontem para Viseu (ver vídeo) - os jovens alunos têm dificuldade em se desapegar do que aprenderam como sendo certo.  


 

Também é difícil aceitarem que não se sabe a data certa de muitos acontecimentos antigos.
Mas há muitos sites em que as datas são indicadas com uma certeza absoluta e vá lá saber-se quais as fontes para tanta certeza. Isso acontece mesmo em informação facultada por pessoas (divulgadores, professores, investigadores (?), etc.) que deviam ser mais rigorosos. E um dos sites indicados aos alunos incorre nesse erro.
Não fica mal dizer-se que não existe certeza quanto às datas... quando não existe. É muito mais honesto e correto.


26 de fevereiro de 2019

Turma do 5.º F - Correção de exercícios e ficha de trabalho

Não tendo havido tempo para fazer a correção escrita de todos os exercícios e fichas de trabalho realizados sobre a presença romana e a presença muçulmana na Península Ibérica, podem encontrar aqui essa correção.

Espero que vos possa ser útil.

Bom estudo.

12 de fevereiro de 2019

Turmas do 5.º ano - Ficha de Trabalho - Islamismo e expansão muçulmana

Descarrega o ficheiro Ficha de Trabalho - sobre o islamismo e a expansão muçulmana - para o computador (o ficheiro irá ficar na pasta "Transferências").

Abre essa pasta e resolve a ficha.

Vai gravando o ficheiro para que nada se perca do teu trabalho.

Quando terminares a ficha, guarda o ficheiro com um novo nome, acrescentando o teu nome e turma ao nome atual do ficheiro.
Exemplo: Imperio_muculmano-Eduardo-5F


25 de novembro de 2018

O terramoto de Lisboa de 1755


No dia 1 de novembro, às 9 horas e 30 minutos, a Terra começou a tremer e os cidadãos começaram a ficar assustados.
Começaram a abrir-se fendas no chão, as casas começaram a desabar e várias pessoas correram pelas ruas estreitas para ver se encontravam espaços abertos.
Chegaram à margem do rio… Tudo estava calmo até que uma onda gigante atingiu a costa e o resto da cidade! As pessoas tentaram fugir, mas a onda era demasiado rápida. 


Muitas centenas de pessoas morreram depois do maremoto, outras ficaram cercadas no meio dos incêndios que se seguiram e também ficaram feridas. 
Hoje em dia, ninguém sabe quantas pessoas morreram ao certo.
Laura Raimundo, n.º 13, 6.º B

Lisboa vista do Tejo, na atualidade.
Em 1.º plano, a Praça do Comércio



Trabalho feito sob orientação da Prof.ª Fátima Bastos.


O terramoto de Lisboa

Como seria Lisboa vista do Tejo, antes do terramoto

No dia 1 de novembro de 1755 aconteceu o terramoto de Lisboa, que também atingiu quase toda a Europa e o norte de África.
A zona do Terreiro do Paço ficou destruída, incluindo casas de habitação, palácios e igrejas.
Era um dia normal como os outros, mas de repente começou a sentir-se a terra a tremer. Muitas pessoas morreram e outras ficaram feridas. O terramoto prolongou-se por dez minutos. Entretanto aconteceu algo muito estranho: as águas do porto começaram a recuar, mas, alguns momentos mais tarde, as águas reapareceram com muita força e submergiram aquela zona.



No Terreiro do Paço havia muita gente em pânico, até que apareceu um homem chamado Marquês de Pombal e que teve a ideia de reconstruir a baixa de Lisboa. Usou várias estratégias até chegar a uma decisão final.
Construiu as habitações em paralelo (umas em relação às outras), para não haver tantos estragos, caso houvesse novo terramoto. Alguns anos depois aquela zona ficou reconstruída. Até hoje ainda não houve problemas e esperemos que não aconteça.
Foi a partir dessa altura que a baixa de Lisboa passou a chamar-se “Baixa Pombalina”.

Beatriz Fernandes, n.º 2, 6.º B

Trabalho feito sob orientação da Prof.ª Fátima Bastos.


3 de novembro de 2017

Correção de formativas - para estudo

Como informei, hoje, na turma do 6.º E, aqui estão as correções das fichas realizadas já há umas semanas, mas cujo conteúdo será conveniente reler.


Ficha Formativa n.º 1


Ficha Formativa n.º 2


Ficha de Trabalho n.º 1

Bom estudo!


25 de novembro de 2016

Viver na Pré-História...

Hoje, desenvolvemos várias sessões sobre o modo de vida numa aldeia pré-histórica, atividade dinamizada por técnicos do Centro de Arqueologia de Almada.

Grupos de alunos do 5.º ano passaram pela experiência de serem... pré~históricos: fizeram lanças, caçaram com arco e flecha, fizeram tecelagem, tentaram fazer fogo e outras ações que os nossos antepassados longínquos desenvolviam.

Divertiram-se - pena que não pudesse ter sido para todos! - e aprenderam (estamos nós convencidos!).







No final, saíram satisfeitos e a quererem repetir. Mas isso... Temos de sair da pré-história!

Houve quem dissesse, referindo-se à vida dos nossos antepassados, "Não era assim tão fácil, stôr!"
Também houve quem dissesse "Esta vida é tão boa!". Mas penso que se estava a referir a esta atividade!


Está montada a gruta!

Num trabalho conjunto HGP/Ed. Visual/Ed. Tecnológica, o 5.º A montou a tenda gruta!

Qual Altamira ou Lascaux!...
Se o Ministério da Cultura sabe, ainda nos vamos candidatar a ser Património da Humanidade!
As pinturas rupestres são de primeira qualidade, como já vimos.




21 de novembro de 2016

O regresso dos pintores rupestres!...

Na Paulo da Gama, artistas de palmo e meio mas de mão cheia fazem-nos regressar ao tempo das cavernas!
Os alunos da turma do 5.º A, num trabalho interdisciplinar - HGP e Ed. Visual -, fluíram "através da arte primitiva... felizes por conseguirem reproduzir o que, durante milhares de anos, o tempo não destruiu... voltar às raízes... da garatuja do desenho..." (M.ª Cristina Araújo).