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A Ponte sobre o Tejo em fase de construção.
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts.
Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.
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14 de março de 2021
19 de setembro de 2013
Revisões do 5.º ano
Ficam aqui os documentos usados nas aulas do 6.º ano para pôr a memória em dia e "aquecer" os motores - as células cinzentas.
«Eu vi muitas vezes, na Casa da Índia, mercadores com sacos cheios de moedas de ouro e prata para fazerem pagamentos do que iam comprar em especiarias, pedras preciosas e outros produtos. Os funcionários do rei pediam para voltarem noutro dia porque não havia tempo para contarem o dinheiro, tanta era a quantidade que recebiam todos os dias.»
«O Império Português do Oriente era muito grande e os diferentes territórios estavam muito separados uns dos outros. Era, por isso, difícil e caro mantê-lo e defendê-lo. Era difícil, porque sofria constantes ataques, quer dos Muçulmanos no Índico, quer dos piratas europeus no Atlântico. Era caro, porque se gastava muito dinheiro com a guerra e com os muitos funcionários que tratavam dos negócios do rei. Em pouco tempo, tornaram-se maiores as despesas que os lucros.»
CRONOLOGIA
| Lisboa quinhentista |
«Eu vi muitas vezes, na Casa da Índia, mercadores com sacos cheios de moedas de ouro e prata para fazerem pagamentos do que iam comprar em especiarias, pedras preciosas e outros produtos. Os funcionários do rei pediam para voltarem noutro dia porque não havia tempo para contarem o dinheiro, tanta era a quantidade que recebiam todos os dias.»
Damião de Góis, Crónica de D. Manuel I (adaptado)
| Rendimentos dos produtos provenientes dos territórios do Império Português, no reinado de D. Manuel I |
«O Império Português do Oriente era muito grande e os diferentes territórios estavam muito separados uns dos outros. Era, por isso, difícil e caro mantê-lo e defendê-lo. Era difícil, porque sofria constantes ataques, quer dos Muçulmanos no Índico, quer dos piratas europeus no Atlântico. Era caro, porque se gastava muito dinheiro com a guerra e com os muitos funcionários que tratavam dos negócios do rei. Em pouco tempo, tornaram-se maiores as despesas que os lucros.»
CRONOLOGIA
1578 O exército português foi
derrotado em Alcácer-Quibir.
Morte do rei D.
Sebastião.
1580 Morte do rei D.
Henrique.
O exército de D.
Filipe II de Espanha entrou em Portugal.
As forças fiéis a D.
António Prior do Crato foram derrotadas em Alcântara.
1581 As Cortes de Tomar
aclamaram, como rei de Portugal, D. Filipe II de Espanha
1604 Os Holandeses atacaram
as fortalezas de Moçambique e Macau.
1609 Os Holandeses
conquistaram Ceilão (a sul da índia).
1610 Os Franceses fixaram-se
no Maranhão (no Brasil).
1617 Os Portugueses foram
expulsos do Japão pelos Holandeses.
1622 A fortaleza de Ormuz, no
golfo Pérsico, foi tomada pelos Ingleses.
1624 Conquista de S. Salvador
da Baía pelos Holandeses.
1637 Uma armada holandesa
tomou a fortaleza de S. Jorge da Mina.
1637 Motins populares em
Lisboa e Évora.
1640 Restauração da
Independência de Portugal. Início de uma nova dinastia com o rei D. João IV – a dinastia de Bragança.
1668 O Tratado de Madrid pôs fim à Guerra da Restauração. 12 de abril de 2013
Crise de 1383-1385 - Árvore genealógica
Para se perceber melhor "quem é quem?" e a relação familiar existente entre os reais* intervenientes nos acontecimentos.
* reais porque da família real. Outros intervenientes houve.
* reais porque da família real. Outros intervenientes houve.
16 de fevereiro de 2011
22 de janeiro de 2011
Árvore genealógica de D. João VI a D. Maria II
Não inclui na árvore (por facilidade de "arrumação" gráfica) a filha de D. Pedro IV e D. M.ª Amélia B. Leuchtenberg, também chamada Maria Amélia (1831-1853).
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