A Ponte sobre o Tejo em fase de construção.
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts. Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.
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10 de março de 2018

Da Revolução Liberal à Guerra Civil (com imagens)

As razões que levaram à Revolução Liberal

Cortes Constituintes

Os princípios do liberalismo

A divisão dos poderes na monarquia constitucional

As revoltas contra o liberalismo

Desembarque do exército liberal comandado por D. Pedro 

Monumento na praia onde desembarcaram os liberais

Absolutistas contra liberais
D. Miguel e D. Pedro - os dois irmãos em luta


Turmas do 6.º ano - Correção da Ficha de Trabalho

Como prometido, os alunos do 6.º A encontram aqui a correção integral da Ficha de Trabalho que deixámos com algumas perguntas em branco na aula.

Acrescento um esclarecimento sobre a pergunta 17.
A leitura das frases a) e d) suscitaram dúvidas quanto à sua verdade ou falsidade, conforme os pormenores da informação usada - a do livro ou a dada nas aulas- e prestou-se a mais do que uma interpretação.

Atalhando caminho e para irmos ao mais importante...

O que é fundamental compreenderem é que D. Miguel assumiu um compromisso perante D. Pedro: ele devia governar como regente, respeitando a Carta Constitucional, mantendo, portanto, o modelo liberal da divisão de poderes (em que as Cortes têm o poder legislativo).

D. Miguel, ao fim de poucos dias, não respeitou o compromisso, sendo aclamado (e governando como rei absoluto.

Esqueçam, agora, os verdadeiros e os falsos dessas alíneas da pergunta.
Às vezes acontece as perguntas não ficarem tão claras quanto pretendemos.
Acidentes de percurso!


25 de janeiro de 2012

Esclarecimento de dúvida da Rita


A Rita (6.º 1) estava com dúvidas na resolução da pergunta n.º 9 da ficha que preencheu na 2.ª feira.
A questão tinha a ver com a adequação do título do livro Um trono para dois irmãos à situação que se viveu em Portugal em 1832-1834.

O trono é um dos símbolos do poder real.
D. Pedro IV e o seu irmão D. Miguel lutaram à frente dos seus exércitos. D. Pedro pretendia um regime liberal, D. Miguel queria um regime de monarquia absoluta. O trono era só um.
Portanto, o título do livro está adequado à situação que se vivia em Portugal.

Palácio da Ajuda - Sala do Trono

24 de julho de 2011

24 de Julho de 1833 - Lisboa tomada pelos liberais


Estátua do Duque da Terceira na praça do mesmo nome
 (mais conhecida por Cais do Sodré),
próximo do local onde os liberais desembarcaram.
Após a vitória liberal na batalha da Cova da Piedade, já não havia qualquer obstáculo à entrada na cidade de Lisboa das tropas comandadas pelo Duque da Terceira. O Duque de Cadaval, comandante absolutista, ordenou a evacuação da cidade, sem dar combate. A confiança dos chefes miguelistas nas tropas da guarnição da capital não era grande...
Os liberais entraram e tomaram Lisboa no dia 24 de Julho de 1833.
A perda de Lisboa desmoralizou os absolutistas e obrigou à alteração dos seus planos. Até à derrota final e à assinatura da Convenção de Évora-Monte, reconhecimento dessa derrota.

23 de julho de 2011

Batalha da Cova da Piedade - uma batalha ao pé da porta

A 23 de Julho de 1833, em plena Guerra Civil entre liberais e absolutistas, as tropas liberais comandadas pelo Duque da Terceira derrotaram as tropas absolutistas na batalha da Cova da Piedade.
Mapa com os movimentos das forças liberais
Os liberais tencionavam avançar para Lisboa, depois de uma campanha vitoriosa iniciada no Algarve e que os trouxera do Sul em direcção à capital.
Os absolutistas, comandados pelo general Teles Jordão, governador do Forte de S. Julião da Barra pretendiam conter o avanço dos liberais. A batalha prolongou-se até à beira rio, em Cacilhas, onde os liberais procuraram dispor de barcos em que pudessem atravessar o rio Tejo.
O general Teles Jordão, morto na batalha, terá sido enterrado já na praia, com um braço de fora.
Esta vitória foi decisiva para os liberais conseguirem atingir os seus objectivos. No dia seguinte Lisboa seria tomada.
Amanhã cá estaremos.


Caricatura dos dois irmãos - D. Pedro IV (liberal) e D. Miguel (absolutista) - em luta pelo trono

18 de fevereiro de 2011

Batalha de Almoster - há 177 anos

Foi a 18 de Fevereiro (de 1834) que se travou a batalha de Almoster, nos arredores de Santarém, entre as forças liberais, comandadas pelo marechal Saldanha, e as forças miguelistas. Venceram os liberais, aproximando-se a guerra civil do seu final.

Casa Senhorial de D. Miguel (Rio Maior)

Segundo a tradição, D. Miguel teria aqui vivido durante uns dias, antes da Batalha de Almoster.

7 de fevereiro de 2011

Guerra Civil - Partida de D. Miguel para o exílio - Romance (18)

«Os caprichos dos comandos militares fizeram com que, estando Filipe na escolta de D. Pedro, fosse Nuno nomeado para a escolta de D. Miguel, durante a viagem de Évora a Sines, onde o infante deveria embarcar para o exílio.
(...)
D. Miguel e os seus embarcaram finalmente nos escaleres que os levavam para a fragata Stag, de pavilhão inglês. Nuno de Almeida pensava, vendo o navio fazer vela rumo a Génova, que mais digno seria se fossem portugueses a levar o infante vencido. Um barco português o trouxera, triunfante, em 1828, saudado pelas aclamações entusiásticas do povo órfão e crendeu [crente, ingénuo], gritando festivamente "O rei chegou! O rei chegou!"»

Agora o ex-rei partia e D. Maria II governava.

Guerra Civil - Convenção de Évora-Monte - Romance (17)

«Havia já um certo movimento de oficiais junto à porta da casa onde os generais conferenciavam. Nuno viu o marquês de Fronteira (...) saindo com uma pasta cheia de papéis. Abordou-o, chamou-o de parte; ficou a saber que a Convenção tinha sido assinada e estabelecida a rendição das tropas miguelistas, o exílio e uma pensão para D. Miguel, garantia de perdão e liberdade para os que reconhecessem o novo regime, amnistia dos crimes políticos e preservação da posse dos bens pelos absolutistas (...)»

A assinatura deste acordo deu-se a 26 de Maio de 1834, quase 2 anos depois do início da guerra.
A guerra civil entre liberais e absolutistas chegou ao fim.
D. Miguel iria para o exílio e não poderia voltar a Portugal.

Guerra Civil - Mortos e feridos + Almoster e Asseiceira - Romance (16)

Raimundo já morreu, na cidade do Porto, vítima da epidemia de cólera.
João da Silva morreu, assassinado por um homem que ele denunciara como sendo liberal, nos tempos do governo de D. Miguel, e que por isso sofrera maus tratos na prisão do forte de S. Julião da Barra (o mesmo onde o general Freire de Andrade fora executado).
António de Almeida morreu nos confrontos do cerco do Porto.
Segismundo Avilez ficou gravemente ferido - recuperou mas ficou sem metade de uma orelha, surdo desse ouvido e com uma cicatriz que lhe atravessava a face.
Nuno de Almeida também ficou ferido, mas também recuperara.
E morreram milhares de pessoas, incluindo algumas personagens mais secundárias de quem não cheguei a falar.

O Norte ia sendo dominado pelos liberais.
Em Fevereiro de 1834, os liberais vencem os absolutistas em Almoster e a 16 de Maio em Asseiceira.
Filipe e Nuno lá estiveram.

«Vamos a Santarém informar el-rei de que estamos derrotados e que não fomos capazes de morrer por ele.» A frase foi do coronel José de Almeida, depois da batalha de Asseiceira.
Em Santarém...
«O rei ordenou às tropas que evacuassem a cidade e retirava por Almeirim, seguido dos restos do exército, embrenhando-se no Alentejo, rumo a Évora, germinando ainda planos fantásticos de aliança com os espanhóis carlistas [absolutistas] que pusessem a Península a ferro e fogo.»
(...)
Poucos dias depois (...) Filipe e Nuno estavam aboletados em Arraiolos, perto do Quartel-General, onde tiveram notícia da proposta de D. Miguel para uma suspensão de hostilidades (...)
- D. Miguel tem em Évora mais de doze mil soldados fiéis... - dizia o capitão Villepin - O alentejo quase todo e o Algarve são por ele. E anda-lhe grudado o tio, o infante D. Carlos de Espanha, que tem grandes apoios para lá da fronteira como pretendente ao trono.
- Eu acho que chegou ao fim - retorquiu Nuno. - Quando ele tinha um exército superior ao nosso, na proporção de dez para um, não pôde mais que encurralar-nos no Porto durante um ano. Agora, nós somos três vezes mais fortes (...)»

Nuno tinha razão. Viria aí a Convenção de Évora-Monte e o fim desta guerra.

Guerra Civil - Lisboa, D. Maria II e D. Miguel em Santarém - Romance (15)

A guerra caminha para o fim, mas, a 5 de Setembro de 1833, os absolutistas ainda vão tentar forçar a conquista de Lisboa, depois de terem fugido da cidade.
No entanto, essa tentativa não obteve sucesso.

É já com a cidade mais sossegada nas mãos dos liberais que...
«No dia 24 de Setembro, desembarcou em Lisboa com a imperatriz sua madrasta [D. Maria Amélia de Beauharnais, 2.ª mulher de D. Pedro] uma formosa menina de catorze anos, que viria a ser o vigésimo nono soberano de Portugal sob a designação de D. Maria II.»

«No dia 10 de Outubro, os liberais, tendo finalmente uma considerável supremacia de efectivos, desencadearam um ataque geral às posições inimigas diante de Lisboa. Derrotaram-nas em toda a linha, após combates sangrentos que duraram todo o dia (...)
Quando a noite caía, D. Miguel seguia já com o grosso das tropas na direcção de Santarém e o imperador [D. Pedro] regressava [ao palácio das] Necessidades.»

«Em Santarém, uma corte trapalhona, guardada por soldados esfarrapados e descalços e uma multidão de fugitivos, nobres, funcionários, magistrados, clérigos. Um rebanho de quarenta mil balindo ao pastor Miguel (...)»

6 de fevereiro de 2011

Guerra Civil - Lisboa e cerco do Porto - Romance (14)

Em Lisboa...
«Ao romper do dia 24 de Julho [de 1833], tendo começado a fuga vergonhosa duma divisão de seis mil infantes, seiscentos lanceiros e duas baterias, comandadas pelo duque de Cadaval, e ainda antes dos primeiros destacamentos liberais terem atravessado o Tejo, o povo de Lisboa aclamara a rainha e a Carta e içara bandeiras azuis e brancas. O primeiro acto foi o de arrombar as cadeias, o Limoeiro, o Aljube, o Castelo, e soltar milhares de presos, os políticos à mistura com os criminosos comuns.»
O exército de D. Miguel tinha abandonado Lisboa!

No Porto, no dia seguinte ainda não se sabia do que tinha acontecido em Lisboa e houve um ataque fortíssimo dos absolutistas contra a cidade, liderado por um marechal francês que tinha vindo para o comando das forças absolutistas.
«Durante várias horas o Porto pareceu perdido, suportando uma, duas, três, quatro vezes as investidas da infantaria e as cargas da cavalaria, numa luta ferocíssima que prosseguia dentro e para aquém das trincheiras, à baioneta, à espada, ao sabre, à coronhada.»

Mas os liberais resistiram.

«Antes do meio-dia, sua majestade o senhor D. Miguel, que seguira do posto de observação de S. Gens o desenrolar das operações, atirou o óculo ao chão, raivosamente, montou o cavalo sem auxílio do escudeiro e partiu à desfilada, provavelmente para onde lhe não vissem o desespero pela derrota que tudo comprometia.
(...)
O imperador [D. Pedro] partiu de [barco a] vapor para Lisboa, com alguns reforços, e a cidade permaneceu ainda sujeita a esporádicos bombardeamentos. O cerco mantinha-se, mas a força dos sitiantes, desfalcados de alguns milhares de homens que já iam a caminho do Sul com D. Miguel, deixara de ser a ameaça de antes.
(...) Os liberais iam atacar, enfim, e a sua surtida ia marcar o rompimento do sítio que lhes fora montado havia mais de um ano.»

Guerra Civil - Amora, Cova da Piedade, Cacilhas - Romance (13)

A campanha no Algarve foi um sucesso relativamente rápido, para os objectivos dos liberais.
Entrada "em terra", vitória no mar sobre a armada absolutista, apesar de terem menos barcos e menos homens. Napier foi o estratega dessa batalha.
A armada, com parte dos liberais, vem por mar para Lisboa. Paralelamente, por terra, vem o resto das forças liberais, abrindo caminho desde o Algarve até Lisboa - ver mapa.



Filipe vem por terra, lutando onde é necessário.
Passam Setúbal e estão quase a chegar à Paulo da Gama (isto era uma piada). Mas leiam a passagem:

«Na manhã seguinte, dia 23 [de Julho de 1833], retomaram a marcha. Avançavam como possessos, com uma confiança inexplicável, sem pensarem um instante na força inimiga [absolutista] que os esperava na Piedade e em Almada, sob o comando do tenebroso general Teles Jordão. Atravessaram Azeitão (...) Desceram o vale de Coina. Na Amora deparam com uma força de reconhecimento do inimigo. Organizaram-se as colunas de ataque, os atiradores formaram as linhas nos flancos da estrada para a Cova da Piedade (...)»

E houve batalha. E a batalha prosseguiu até Cacilhas, "à beira da praia do Tejo e do cais de Cacilhas".
Os liberais venceram. Para chegarem a Lisboa, faltava atravessar o rio - de barco, que a ponte é de 1966!

Guerra Civil - Romance (12)

Como até ao momento mais ninguém manifestou dúvidas, vamos aproveitar para acabar com o romance, salvo seja.

No Porto...
«Estava, portanto, consolidado o cerco. Isto é, os de dentro e os de fora olhavam-se e sentiam-se prisioneiros uns dos outros.»

Os liberais conseguiram receber reforços vindos do estrangeiro, exilados portugueses, como o general Saldanha, e militares estrangeiros, como o almirante inglês Charles Napier, que se revelaram fundamentais no desenvolvimento das acções liberais.

Com Saldanha, de Paris, viera Raimundo para se juntar aos liberais. No exército absolutista, para o cerco do Porto, tinha ido João da Silva. Os absolutistas da família Almeida, de Lisboa, também já estavam no cerco. Tal como Segismundo Avilez, o que se enamorara de Margarida.
Há combates que provocam muitas baixas. Nuno de Almeida, o grande amigo de Filipe, durante um desses combates que chega ao corpo a corpo, matou o seu primo António (sem saber, na altura, quem era o seu adversário).
Também ferido, Nuno apaixona-se por Clara, que o trata no hospital.

Do Porto, por mar, sai uma expedição para abrir uma nova frente de guerra no Algarve.
Filipe vai nessa expedição.

4 de fevereiro de 2011

Guerra Civil - O cerco do Porto - Romance (11)

Chegamos ao momento em que os liberais já ocuparam a cidade e alguns locais dos arredores, como o Convento da Serra do Pilar.
Os absolutistas já cercam a cidade...

«Ao redor do Porto os inimigos mataram-se uns aos outros, durante todo o Verão, sem que houvesse verdadeiras vitórias dum lado ou do outro. Ponte Ferreira, Souto Redondo, as batalhas da serra do Pilar semearam de mortos as duas margens do Douro. As baterias miguelistas varriam boa parte da cidade e o cerco instalou-se, visível dos entricheiramentos que riscavam os arrebaldes e as ruas.»

«(...) D. Pedro dava finalmente exemplo de extrema galhardia, atiraram-se [os liberais] à obra de barricar o Porto, cavando trincheiras, erguendo redutos, instalando baterias, traveses, parapeitos, mantendo a todo o custo a posição da serra do Pilar e aberta a foz do Douro por onde entravam os víveres, as munições, o dinheiro e mais uns punhados de mercenários. Até o imperador, com brava tenacidade, empunhava a enxada para abrir os fossos dos baluartes (...)»

Guerra Civil - Romance (10)

O desembarque do exército liberal foi caótico, isto é, muito desorganizado.
«Perto do fim da tarde [do dia 8 de Julho de 1832] desembarcou o regente [D. Pedro] ecoaram os vivas da tropa já em posição nas colinas dominantes, de espingardas erguidas e atirando ao ar as barretinas.»
As forças de cavalaria só tinham desembarcado... 2 cavalos. Um, espantado, fugiu. D. Pedro seria a única personagem deste exército a entrar a cavalo na cidade do Porto.

E os absolutistas? Parece que ainda pior! E se os liberais seriam cerca de 8 mil homens, pensa-se que as forças miguelistas teriam 80 mil. Dez vezes mais!
O general Santa Marta fugira do Porto em "desordem suspeita".
«A mata-cavalos ia a divisão do general Póvoas, rumo ao Norte, e com ele o coronel José de Almeida [pai de Margarida] (...)»
O coronel previa "uma vitória decisiva e rápida", mas pensava na filha, que preferia a vitória dos liberais, e no facto de nas forças liberais vir o seu sobrinho Nuno de Almeida, amigo de Filipe.

Havia famílias contra famílias.

Guerra Civil - Romance (9)

Poderá alguém perguntar o que faz um romance no meio de mensagens sobre a Ficha de Avaliação.
Faz todo o sentido. Porque a personagem principal, Filipe de Villepin, pertencendo às tropas liberais de D. Pedro, já se encontra na cidade do Porto. E os miguelistas já cercam a cidade.

Depois de muitas aventuras na cidade de Paris, incluindo a sua participação em revoltas contra o rei francês Carlos X, que quis dissolver a Câmara de Deputados e acabar com a Constituição (ou Carta Constitucional), Filipe alistou-se, com outros exilados portugueses e muitos estrangeiros, nomeadamente ingleses e franceses, no exército que D. Pedro estava a organizar, em 1831, para vir combater contra o seu irmão, D. Miguel.
Também ele foi para Belle-Isle e daí para os Açores

«Após mais uma semana de preparativos e muitos enjoos nos barcos parados no berço das ondas, partiram rumo aos Açores, no dia 10 de Fevereiro de 1832.»

E daí atravessou o Atlântico para chegar a Portugal Continental.
Também ele desembarcou na praia que está na fotografia do cabeçalho do blog.
Sem saber que o pai de Margarida tinha consentido a sua saída do convento e o seu regresso a casa.
Sem saber que um oficial miguelista, Segismundo Avilez, visitava a casa e se começava a perder de amores por Margarida.
E Margarida?
Não percam os próximos episódios.

25 de janeiro de 2011

Um trono para dois irmãos

Antes de entrar no outro romance, relativamente ao tema da guerra civil, convirá aconselhar a leitura de um livro mais adequado para a vossa idade.
E a obra aconselhada é esta.


Existe na Biblioteca da escola, mas tem sido muito requisitado.

24 de janeiro de 2011

A guerra civil entre liberais e absolutistas - exercícios e desafios

Vamos experimentar colocar aqui algumas questões, de forma a ajudar-vos a verificar aquilo que já aprenderam/o que ainda não sabem.
Agradeço à minha colega Fátima Sabino, que preparou os exercícios.

Se tiverem dúvidas/dificuldades, coloquem-nas nos comentários ou, como alguns se têm queixado da dificuldade em inserir comentário, enviem-nas para carloscarrasco9@gmail.com

Vou também colocar aqui alguns "desafios" de interpretação da árvore genealógica de D. João VI a D. Maria II. Respondam para os comentários ou para o mail.

Bom trabalho

Guerra Civil entre liberais e absolutistas - Apresentação

Está disponível a apresentação sobre a Guerra civil entre liberais e absolutistas (1832 - 1834)

Para uma melhor compreensão do tema, incluí um conjunto de diapositivos relativos ao período que antecedeu a guerra (1827-1832).

Espero que vos seja útil.

É curioso que com a passagem a documento do Google, as cores alteraram-se (nas outras apresentações isso não tinha acontecido).