A Ponte sobre o Tejo em fase de construção.
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts. Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.
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29 de abril de 2020

Turma 6.º F - Correção da Ficha de Trabalho n.º 1/3 - Vias de comunicação e meios de comunicação

É frequente a confusão que os alunos fazem entre vias de comunicação e meios de comunicação.

Na concretização da ficha, se tivessem observado com atenção os esquemas da apresentação, não teriam confundido o que são vias de comunicação:


com o que são meios de comunicação:


Os esquemas da apresentação "diziam" tudo:




Turma 6.º F - Correção da Ficha de Trabalho n.º 1/3 - Desenvolvimento agrícola

Outra das questões nem sempre bem resolvida:


Interpretação do esquema: 
O aumento da área cultivada e o processo de modernização da agricultura fizeram com que houvesse um melhor aproveitamento dos recursos agrícolas, o que levou a uma maior produção, mesmo com um menor número de trabalhadores.



22 de abril de 2020

6.º F - Tarefas (2) - As reformas no ensino e na justiça

Sobre o período que vai de 1851 a 1890, começaram por ver o desenvolvimento das atividades económicas e dos transportes e comunicações.

Esta semana vamos abordar as reformas feitas no ensino e o que se refere à justiça e aos direitos humanos, em que foram tomadas várias medidas.

A escola Conde de Ferreira no Seixal
Deve ter entrado em funcionamento na década de 1870
Pormenor da carta de lei de 1 de julho de 1867, pela qual o rei D. Luís confirma o
decreto das Cortes em que é abolida a pena de morte para crimes comuns


É sobre estes temas que vão realizar a vossa segunda tarefa escrita.

Devem começar por ver o vídeo As medidas na educação e na justiça.

Depois, irão realizar a Ficha de Trabalho n.º 2/3, que vos chegará por mail.

Bom trabalho!


17 de abril de 2020

Turma 6.º G - Início do trabalho do 3.º período

Bom dia, jovens!

A forma como se precipitou o final do período passado não permitiu que tivéssemos concluído o estudo da 2.ª metade do século XIX.

Faltou-nos ver as reformas feitas no ensino e o que se refere à justiça e aos direitos humanos, em que foram tomadas algumas medidas muito interessantes.
É sobre estes temas que vão realizar a vossa primeira tarefa escrita.

Podem começar por ver o vídeo que se encontra aqui.

Depois, receberão a Ficha de Trabalho n.º 1/3.

Devem ver, posteriormente, os vídeos que se seguem:




Os dois primeiros para consolidação de conhecimentos, o último para conheceres um pouco da arte da época em estudo (assunto não abordado nas aulas).
Bom trabalho!



17 de março de 2020

Turmas 6.º E e 6.º G - Portugal na 2.ª metade do século XIX: transportes e comunicações

Para os alunos do 6.º G, reponho uma apresentação sobre o desenvolvimento dos transportes e comunicações na 2.ª metade do século XIX.

É clicar na ligação.


Turmas 6.º E e 6.º G - As reformas no ensino; justiça e direitos humanos

Vídeo da editora do nosso manual.
(tentei enviá-lo por mail para os alunos da turma, atendendo à atual situação, mas o seu "peso" não permitiu, pelo que o coloco aqui temporariamente).



Turma 6.º G - O desenvolvimento dos transportes e das comunicações

Vídeo da editora do nosso manual.
(tentei enviá-lo por mail para os alunos da turma, atendendo à atual situação, mas o seu "peso" não permitiu, pelo que o coloco aqui temporariamente). 



19 de abril de 2018

Portugal na 2.ª metade do século XIX - Transportes e comunicações




Encontram aqui a apresentação sobre a modernização verificada nas vias de comunicação, nos transportes e nos meios de comunicação, na 2.ª metade do século XIX, em Portugal.


















15 de abril de 2018

Portugal na 2.ª metade do século XIX - Atividades económicas


Encontram aqui a apresentação sobre a situação de Portugal em meados do século XIX, a alteração política verificada nessa época e o desenvolvimento verificado nas atividades económicas produtivas, sobretudo na agricultura e na indústria.


5 de março de 2017

Os Direitos (des)Humanos na História Contemporânea de Portugal

Início do desenvolvimento de um projeto sobre Os Direitos (des)Humanos na História Contemporânea de Portugal, com a turma 6.º D.

Resultado do brainstorming da aula do dia 22 de fevereiro.

Quadro geral das ideias apresentadas

Uma das ideias


Fases do período contemporâneo da História de Portugal

Para uma visão global do período contemporâneo da História de Portugal (de 1820 aos dias de hoje).

As "grandes datas" (com os seus acontecimentos marcantes) e uma caracterização geral de cada um dos períodos.
Este quadro foi pensado, fundamentalmente, para a turma do 6.º D - em função do desenvolvimento do projeto da turma - mas poderá ser útil a mais alunos.

Clique para ampliar

30 de julho de 2016

Iluminação pública - a iluminação a gás em Lisboa

No dia 30 de julho de 1848, foi inaugurado em Lisboa o sistema de iluminação pública a gás.
Foram acesos, no Chiado, 26 candeeiros pertencentes à Companhia Lisbonense d’Iluminação a Gaz.

Até 1780, à noite, por falta de iluminação pública, “a cidade dormia nas trevas e os habitantes apenas saíam em grupos, armados e com archotes acesos".
A partir desta data houve esforços para a existência de um sistema de iluminação pública, começando a funcionar um conjunto de 770 lampiões a azeite.
As negociações para a utilização do gás na iluminação pública começaram em 1835.


O "homem do gás", que acendia os candeeiros

A primeira experiência de iluminação elétrica ocorreria em 1878.
Só estamos a falar de Lisboa. O resto do país continuava... às escuras.


22 de fevereiro de 2016

Fábricas do Seixal do século XIX

Fábrica da Companhia de Lanifícios da Arrentela




Vista aérea da antiga fábrica (2005)

Fábrica de Vidros de Amora



Vista aérea do local onde se localizava a fábrica (2005)
As instalações fabris da imagem são da fábrica de cortiça Queimado & Pampolim
Neste sítio localiza-se, hoje, um hipermercado


Fábrica da Pólvora de Vale de Milhaços



Vista aérea (2005)
A antiga fábrica é, hoje, uma extensão do Ecomuseu Municipal do Seixal.


2 de fevereiro de 2012

Correios - a carruagem postal

Miniatura da carruagem postal, vendo-se o interior
(Museu das Comunicações)
Com a chegada do comboio a muitos pontos do reino, em 1866 os Correios criaram a chamada ambulância-postal ferroviária, uma carruagem de comboio apenas destinada ao transporte de cartas e volumes para todo o território.
As carruagens postais funcionaram até 1986.


Funcionários dos Correios no interior da carruagem postal
a processar a correspondência (1934)


A Reforma Postal - o correio ao domicílio

Na aula do 6.º 7 de ontem, a boa conversa (a má é aquela que os alunos fazem de forma pouco educada) passou pela modernização dos serviços dos correios na segunda metade do século XIX.

A distribuição de correio ao domicílio só se iniciou em 1821, já depois da revolução liberal.
Quem pagava esse serviço era o destinatário, a pessoa que recebia a correspondência.

Fontes Pereira de Melo
Fontes Pereira de Melo, o ministro de quem já falámos por ter sido o grande impulsionador dos transportes, também foi o responsável pela reforma postal (1852) - as grandes alterações verificadas no serviço dos correios - que ainda hoje está na base do funcionamento do correio português.
O correio de Lisboa com as outras capitais de distrito passou a ser diário.
Foram abertas várias estações de correio no país. No Seixal, a sua primeira estação começou a funcionar no ano de 1878.


Reconstituição de uma estação de correios do final do séc. XIX
(Museu das Comunicações) 

Selo com a figura de D. Maria II (1853)

Com as alterações introduzidas por aquele ministro, passou a ser obrigatório o uso do selo postal colado nas cartas. Assim, o transporte do correio era pago pelo remetente, a pessoa que envia a correspondência.
Os primeiros selos tinham a efígie da rainha D. Maria II e são hoje muito cobiçados pelos colecionadores de todo o mundo.


Carteiro (1854)