Batalha da Salga, na ilha Terceira (25 de julho de 1581) - Painel de azulejos
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts.
Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.
31 de maio de 2016
30 de maio de 2016
25 de abril de 1974 - Os acontecimentos (02)
Do filme realizado pela SIC, A Hora da Liberdade (1999).
25 de abril de 1974 - Os acontecimentos (01)
Do filme realizado pela SIC, A Hora da Liberdade (1999).
25 de abril de 1974 - Abertura do Telejornal
Abertura do Telejornal (RTP) do dia 25 de abril de 1974.
Razões que levaram ao 25 de abril de 1974
Os motivos que conduziram ao 25 de abril de 1974.
Excerto de um documentário passado na televisão sobre Portugal 1974-1975.
Excerto de um documentário passado na televisão sobre Portugal 1974-1975.
A Guerra Colonial
A Guerra Colonial
Excerto de um documentário passado na televisão sobre Portugal 1974-1975.
Excerto de um documentário passado na televisão sobre Portugal 1974-1975.
28 de maio de 2016
28 de maio - 90 anos
A revista Visão História deste mês assinala o 90.º aniversário do golpe militar de 28 de maio de 1926. É o início de um período de 48 anos de ditadura.
Com a ditadura militar surgiria a figura de António Oliveira Salazar (na capa, entre militares).
Com a ditadura militar surgiria a figura de António Oliveira Salazar (na capa, entre militares).
27 de maio de 2016
5.º C - Ficha de Avaliação
O 5.º C encontra aqui os objetivos da próxima ficha de avaliação.
Recordo que irão interpretar /ou utilizar informações contidas:
- em documentos escritos - excertos das crónicas de Fernão Lopes;
- numa cronologia como esta;
- numa árvore genealógica semelhante a esta.
Bom estudo.
Recordo que irão interpretar /ou utilizar informações contidas:
- em documentos escritos - excertos das crónicas de Fernão Lopes;
- numa cronologia como esta;
- numa árvore genealógica semelhante a esta.
Bom estudo.
22 de maio de 2016
Ficha de Trabalho para o 5.º C
Atenção aos alunos do 5.º C que ainda não entregaram a ficha.
Não esquecer!
Ficha de trabalho a realizar até 4.ª feira.
Não esquecer!
Ficha de trabalho a realizar até 4.ª feira.
15 de maio de 2016
7 de maio de 2016
Ficha de Avaliação - Turmas do 6.º ano
Um pouco mais tarde do que o previsto, podem encontrar aqui os conteúdos e objetivos da ficha de avaliação.
Qualquer dúvida pode ser remetida por mail: carloscarrasco9@gmail.com
Bom estudo.
Qualquer dúvida pode ser remetida por mail: carloscarrasco9@gmail.com
Bom estudo.
25 de abril de 2016
Turmas do 6.º ano - Manual - 1.ª República
Páginas do manual (nova edição) sobre a 1.ª República:
Manual pág. 94
Manual pág. 95
Manual pág. 96
Manual pág. 97
Manual pág. 98
Manual pág. 99
Manual pág. 100
Manual pág. 101
Manual pág. 102
Manual pág. 103
Manual pág. 94
Manual pág. 95
Manual pág. 96
Manual pág. 97
Manual pág. 98
Manual pág. 99
Manual pág. 100
Manual pág. 101
Manual pág. 102
Manual pág. 103
25 de abril de 1974 - Onde tudo podia ter corrido mal
No frente a frente de militares do Movimento dos Capitães e de militares que faziam a defesa do regime ditatorial.
(A publicidade é irritante, mas... são os custos!)
(A publicidade é irritante, mas... são os custos!)
21 de abril de 2016
Guia de Estudo n.º 10
Guia de Estudo n.º 10 na nova edição do Caderno das Perguntas.
Guia de Estudo n.º 10 - pág. 1
Guia de Estudo n.º 10 - pág. 2
Guia de Estudo n.º 10 - pág. 1
Guia de Estudo n.º 10 - pág. 2
17 de abril de 2016
13 de abril de 2016
12 de abril de 2016
3 de abril de 2016
Guia de Estudo n.º 9 (nova edição)
Para realização dos trabalhos necessários, podem encontrar aqui os exercícios do Guia de Estudo n.º 9.
Guia de Estudo n.º 9 - pág. 1
Guia de Estudo n.º 9 - pág. 2
Guia de Estudo n.º 9 - pág. 1
Guia de Estudo n.º 9 - pág. 2
Está aí o 3.º período!
Amanhã é o início do 3.º período.
Vamos entrar na fase decisiva do ano letivo.
Há os alunos que já apresentaram bons resultados e há aqueles que ainda não fizeram tudo o que podiam para melhorar as aprendizagens.
São esses os que têm de se esforçar mais nos dois meses que restam do ano escolar.
Não há mais tempo.
Mãos ao trabalho!
Um bom final de ano letivo para todos.
Vamos entrar na fase decisiva do ano letivo.
Há os alunos que já apresentaram bons resultados e há aqueles que ainda não fizeram tudo o que podiam para melhorar as aprendizagens.
São esses os que têm de se esforçar mais nos dois meses que restam do ano escolar.
Não há mais tempo.
Mãos ao trabalho!
Um bom final de ano letivo para todos.
2 de abril de 2016
Constituição de 1976 - 40 anos
A 2 de abril de 1976 foi aprovada a Constituição da República Portuguesa que ainda hoje nos rege - a Constituição de 1976, lei fundamental do país.
A Constituição organiza o poder político: define quais são os órgãos de soberania – no caso de Portugal, o Presidente da República, a Assembleia da República, o Governo e os Tribunais – quais são as suas competências (dividindo e organizando os poderes) e como são eleitos ou designados.
A Constituição também garante um largo conjunto de liberdades dos cidadãos, como a liberdade religiosa, de associação, de expressão, de informação, e direitos fundamentais, como o direito à segurança social, à saúde e à educação.
A Constituição da República Portuguesa foi elaborada e aprovada por uma Assembleia Constituinte composta por 250 deputados eleitos em resultado das primeiras eleições livres e democráticas, realizadas em 25 de Abril de 1975 (um ano depois da revolução dos cravos).
Os deputados representando diferentes partidos políticos, mesmo tendo perspetivas muito variadas quanto ao funcionamento da sociedade, conseguiram trabalhar em conjunto e contribuir para a redação de um conjunto grande de artigos que constituem uma orientação do que deve ser o desenvolvimento democrático do país.
A Constituição organiza o poder político: define quais são os órgãos de soberania – no caso de Portugal, o Presidente da República, a Assembleia da República, o Governo e os Tribunais – quais são as suas competências (dividindo e organizando os poderes) e como são eleitos ou designados.
A Constituição também garante um largo conjunto de liberdades dos cidadãos, como a liberdade religiosa, de associação, de expressão, de informação, e direitos fundamentais, como o direito à segurança social, à saúde e à educação.
A Constituição da República Portuguesa foi elaborada e aprovada por uma Assembleia Constituinte composta por 250 deputados eleitos em resultado das primeiras eleições livres e democráticas, realizadas em 25 de Abril de 1975 (um ano depois da revolução dos cravos).
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| Sessão inaugural da Assembleia Constituinte, a 3 de junho de 1975 |
Os deputados representando diferentes partidos políticos, mesmo tendo perspetivas muito variadas quanto ao funcionamento da sociedade, conseguiram trabalhar em conjunto e contribuir para a redação de um conjunto grande de artigos que constituem uma orientação do que deve ser o desenvolvimento democrático do país.
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| Deputados em comissão de trabalho |
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| Assembleia Constituinte - sessão final, a aprovação da Constituição - 2 de abril de 1976 |
São esses 40 anos do documento que orienta a nossa vida democrática que aqui se assinalam.
Podes encontrar aqui um vídeo editado pelo jornal Expresso, no qual é abordado o novo tempo que a Constituição democrática inaugurou após a revolução do 25 de abril de 1974.
8 de março de 2016
Guia de Estudo n.º 8 (da nova edição)
O Guia de Estudo n.º 8 na nova edição do Caderno das Perguntas é completamente diferente do anterior.
Por esse motivo, divulgo aqui a nova versão desse Guia de Estudo, centrado nas questões relacionadas com o aumento da população e o êxodo rural.
- Guia de Estudo n.º 8 - pág. 1
- Guia de Estudo n.º 8 - pág. 2
Para poder servir de estudo, porque não houve tempo para fazer tudo nas aulas...
Correção aqui
Por esse motivo, divulgo aqui a nova versão desse Guia de Estudo, centrado nas questões relacionadas com o aumento da população e o êxodo rural.
- Guia de Estudo n.º 8 - pág. 1
- Guia de Estudo n.º 8 - pág. 2
Para poder servir de estudo, porque não houve tempo para fazer tudo nas aulas...
Correção aqui
6 de março de 2016
Ficha de avaliação - 6.º ano
Os alunos do 6.º ano encontram aqui os conteúdos e o guião de estudo para a 2.ª ficha de avaliação deste período.
Bom estudo.
Qualquer dúvida "fora de horas" pode ser enviada para carloscarrasco9@gmail.com
Bom estudo.
Qualquer dúvida "fora de horas" pode ser enviada para carloscarrasco9@gmail.com
23 de fevereiro de 2016
A primeira locomotiva a vapor
A primeira viagem de uma locomotiva a vapor aconteceu há 112 anos, no País de Gales (Grã-Bretanha).
A locomotiva foi concebida pelo engenheiro de minas Richard Trevithick.
Nesse território, as fundições fabricavam produtos pesados e o transporte sobre via férrea, como nas minas, parecia ser a solução ideal, mas sem . A invenção da máquina a vapor, por James Watt, em 1776 e os primeiros aparelhos movidos a vapor permitiam pensar em soluções mais eficazes.
Um proprietário de fundições desafiou o engenheiro, seu amigo, a construir uma máquina capaz de transportar 10 toneladas.
Foi assim que surgiu a primeira locomotiva a vapor, com uma caldeira sobre uma carreta.
No dia 21 de fevereiro de 1804, Richard Trevithick colocou 10 toneladas de ferro em cinco vagões e convidou 60 pessoas para a "longa" viagem de 16 km, também em cinco vagões.
O trajecto foi cumprido em 4 horas e 5 minutos - cerca de 4km/hora*.
* Também já li em vários textos que a velocidade teria sido de 8 km/hora - muito mais rápido!
A locomotiva foi concebida pelo engenheiro de minas Richard Trevithick.
Nesse território, as fundições fabricavam produtos pesados e o transporte sobre via férrea, como nas minas, parecia ser a solução ideal, mas sem . A invenção da máquina a vapor, por James Watt, em 1776 e os primeiros aparelhos movidos a vapor permitiam pensar em soluções mais eficazes.
Um proprietário de fundições desafiou o engenheiro, seu amigo, a construir uma máquina capaz de transportar 10 toneladas.
Foi assim que surgiu a primeira locomotiva a vapor, com uma caldeira sobre uma carreta.
No dia 21 de fevereiro de 1804, Richard Trevithick colocou 10 toneladas de ferro em cinco vagões e convidou 60 pessoas para a "longa" viagem de 16 km, também em cinco vagões.
O trajecto foi cumprido em 4 horas e 5 minutos - cerca de 4km/hora*.
* Também já li em vários textos que a velocidade teria sido de 8 km/hora - muito mais rápido!
22 de fevereiro de 2016
Fábricas do Seixal do século XIX
Fábrica da Companhia de Lanifícios da Arrentela
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| Vista aérea da antiga fábrica (2005) |
Fábrica de Vidros de Amora
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| Vista aérea do local onde se localizava a fábrica (2005) As instalações fabris da imagem são da fábrica de cortiça Queimado & Pampolim Neste sítio localiza-se, hoje, um hipermercado |
Fábrica da Pólvora de Vale de Milhaços
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| Vista aérea (2005) A antiga fábrica é, hoje, uma extensão do Ecomuseu Municipal do Seixal. |
21 de fevereiro de 2016
40 anos da Constituição da República Portuguesa
A Câmara Municipal do Seixal organizou um concurso comemorativo do 40.º aniversário da Constituição da República.
O grupo de alunos do 6.º F que integram o Clube de Jornalismo - David, Diogo, Guilherme F., Guilherme S., João e Tiago - vai participar.
20 de fevereiro de 2016
Viagem de Vasco da Gama (12) - A chegada
A 10 de julho de 1499, 2 anos e 2 dias depois da partida, a nau Bérrio, capitaneada por Nicolau Coelho, regressou com a boa nova de que a viagem tinha sido concretizada com sucesso.
Vasco da Gama só faria a entrada solene em Lisboa a 8 de setembro, recebendo depois grandes recompensas e honras.
Dos cerca de 150 homens que partiram, menos de metade conseguiu regressar.
Os muçulmanos dificultaram o sucesso diplomático e comercial da expedição e Vasco da Gama não tinha ido devidamente preparado com as mercadorias adequadas ao comércio asiático.
Mas os lucros obtidos com as poucas especiarias trazidas foram suficientes para pagar as despesas da viagem. E o mais importante fora conseguido: abriu-se a Rota do Cabo da Boa Esperança, que unia o Ocidente e o Oriente.
Em carta enviada aos Reis Católicos de Espanha, Fernando e Isabel, D. Manuel I resumiu a viagem de Vasco da Gama, informando que "acharam e descobriram a Índia e outros Reinos e Senhorios", tendo encontrado no Índico grandes e numerosas povoações, "nas quais se faz todo o trato da especiaria e de pedraria [pedras preciosas]". «Trouxeram logo agora estas quantidades, a saber: de canela, cravo, gengibre, noz moscada, e pimenta e outros modos de especiaria e ainda os lenhos e folhas deles mesmos; e muita pedraria fina de todas as sortes: a saber: rubis, e outras; e ainda acharam terra, em que há minas de ouro, do qual e da dita especiaria e pedraria, não trouxeram logo tanta soma, como puderam, por não levarem mercadoria.»
Em carta enviada ao cardeal D. Jorge da Costa (cardeal Alpedrinha), D. Manuel intitula-se, pela primeira vez, "por Graça de Deus, rei de Portugal e dos Algarves, daquém e além mar em África, e senhor da Guiné e da conquista da navegação e comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia".
Vasco da Gama só faria a entrada solene em Lisboa a 8 de setembro, recebendo depois grandes recompensas e honras.
Dos cerca de 150 homens que partiram, menos de metade conseguiu regressar.
Os muçulmanos dificultaram o sucesso diplomático e comercial da expedição e Vasco da Gama não tinha ido devidamente preparado com as mercadorias adequadas ao comércio asiático.
Mas os lucros obtidos com as poucas especiarias trazidas foram suficientes para pagar as despesas da viagem. E o mais importante fora conseguido: abriu-se a Rota do Cabo da Boa Esperança, que unia o Ocidente e o Oriente.
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| Vasco da Gama |
Em carta enviada aos Reis Católicos de Espanha, Fernando e Isabel, D. Manuel I resumiu a viagem de Vasco da Gama, informando que "acharam e descobriram a Índia e outros Reinos e Senhorios", tendo encontrado no Índico grandes e numerosas povoações, "nas quais se faz todo o trato da especiaria e de pedraria [pedras preciosas]". «Trouxeram logo agora estas quantidades, a saber: de canela, cravo, gengibre, noz moscada, e pimenta e outros modos de especiaria e ainda os lenhos e folhas deles mesmos; e muita pedraria fina de todas as sortes: a saber: rubis, e outras; e ainda acharam terra, em que há minas de ouro, do qual e da dita especiaria e pedraria, não trouxeram logo tanta soma, como puderam, por não levarem mercadoria.»
Em carta enviada ao cardeal D. Jorge da Costa (cardeal Alpedrinha), D. Manuel intitula-se, pela primeira vez, "por Graça de Deus, rei de Portugal e dos Algarves, daquém e além mar em África, e senhor da Guiné e da conquista da navegação e comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia".
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| D. Manuel I |
Viagem de Vasco da Gama (11) - O regresso
A estadia em Calecute durou perto de 3 meses, mais exatamente 101 dias (20 de maio a 29 de agosto de 1498) e não foi totalmente positiva no estabelecimento de relações com os orientais. Os muçulmanos colocaram obstáculos à expedição e Vasco da Gama não ia devidamente preparado com as mercadorias adequadas ao comércio asiático.
«Uma quarta-feira, que foram 29 dias do dito mês de agosto, visto como já tínhamos achado e descoberto o que vínhamos buscar, assim de especiaria como de pedras preciosas, e como não podíamos acabar de nos despedir da terra, com paz e amigos da gente, houve por conselho o capitão-mor com os outros capitães de nos partirmos e levarmos aqueles homens [prisioneiros] que tínhamos; porque aqueles, tornando a Calecute, fariam fazer as amizades.
E logo fizemos as velas e nos partimos caminho de Portugal, vindo todos muito ledos, por sermos tão bem aventurados de acharmos uma tão grande coisa como tínhamos achado.»
O relato da viagem de regresso é mais breve.
[13 de janeiro de 1499] «E ao domingo fomos pousar em os baixos de São Rafael, onde pusemos fogo ao navio deste nome, porquanto era coisa impossível navegarem três navios com tão pouca gente como éramos. Aqui passámos todo o fato deste navio aos outros dois que nos ficaram.»
O relato é interrompido a 25 de abril de 1499.
«E uma quinta-feira, 25 dias do mês de abril, achámos fundo de 35 braças; e todo o dia fomos por este caminho, e o menos fundo foram 20 braças; e não pudemos haver vista de terra. E os pilotos diziam que éramos nos baixos do rio Grande.»
Sabe-se que Vasco da Gama, perante o agravamento do estado de saúde do seu irmão, fez escala na ilha Terceira, nos Açores. Mas Paulo da Gama morreu pouco depois de ter sido transportado para o Convento de S. Francisco, em cuja igreja foi sepultado.
Vasco da Gama chegaria a Lisboa 2 meses depois de Nicolau Coelho.
«Uma quarta-feira, que foram 29 dias do dito mês de agosto, visto como já tínhamos achado e descoberto o que vínhamos buscar, assim de especiaria como de pedras preciosas, e como não podíamos acabar de nos despedir da terra, com paz e amigos da gente, houve por conselho o capitão-mor com os outros capitães de nos partirmos e levarmos aqueles homens [prisioneiros] que tínhamos; porque aqueles, tornando a Calecute, fariam fazer as amizades.
E logo fizemos as velas e nos partimos caminho de Portugal, vindo todos muito ledos, por sermos tão bem aventurados de acharmos uma tão grande coisa como tínhamos achado.»
O relato da viagem de regresso é mais breve.
[13 de janeiro de 1499] «E ao domingo fomos pousar em os baixos de São Rafael, onde pusemos fogo ao navio deste nome, porquanto era coisa impossível navegarem três navios com tão pouca gente como éramos. Aqui passámos todo o fato deste navio aos outros dois que nos ficaram.»
O relato é interrompido a 25 de abril de 1499.
«E uma quinta-feira, 25 dias do mês de abril, achámos fundo de 35 braças; e todo o dia fomos por este caminho, e o menos fundo foram 20 braças; e não pudemos haver vista de terra. E os pilotos diziam que éramos nos baixos do rio Grande.»
Sabe-se que Vasco da Gama, perante o agravamento do estado de saúde do seu irmão, fez escala na ilha Terceira, nos Açores. Mas Paulo da Gama morreu pouco depois de ter sido transportado para o Convento de S. Francisco, em cuja igreja foi sepultado.
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| Igreja do Convento de S. Francisco |
| Lápide que assinala que Paulo da Gama foi sepultado naquele convento |
Vasco da Gama chegaria a Lisboa 2 meses depois de Nicolau Coelho.
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