Meninas e meninos do 6.º B, 6.º C e 6.º D:
A 1.ª ficha de avaliação deste período está para breve.
Podem encontrar aqui um guião de estudo.
Bom estudo.
As dúvidas podem ser enviadas para o mail do costume.
A Ponte sobre o Tejo em fase de construção.
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts.
Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.
31 de janeiro de 2015
28 de janeiro de 2015
A abertura dos portos brasileiros - 1808
Ainda D. João VI mal tinha chegado ao Brasil e já estava a satisfazer os amigos ingleses.
A 24 de janeiro de 1808 desembarcou e a 28 de janeiro assinou a autorização que permitia aos navios das nações amigas - Inglaterra - comerciarem diretamente com o Brasil.
O Brasil acelerava o passo a caminho da sua independência.
«Escrita na Bahia aos vinte oito dias de Janeiro de 1808», assinada pelo Príncipe regente D. João.
A 24 de janeiro de 1808 desembarcou e a 28 de janeiro assinou a autorização que permitia aos navios das nações amigas - Inglaterra - comerciarem diretamente com o Brasil.
O Brasil acelerava o passo a caminho da sua independência.
«Escrita na Bahia aos vinte oito dias de Janeiro de 1808», assinada pelo Príncipe regente D. João.
Ir ou não ir para o Brasil?
Entalado entre ingleses e franceses, D. João VI, príncipe regente em 1807, tinha de escolher...
História contada com sotaque brasileiro.
27 de janeiro de 2015
70 anos depois da libertação do campo de concentração de Auschwitz
É importante não esquecer aquilo que o regime nazi, na Alemanha, fez entre 1933 e 1945.
Os campos de concentração eram campos de morte, para onde foram enviados milhares de pessoas, sobretudo judeus, que aí eram assassinados em massa - mais de um milhão perderam a vida naquele que foi o símbolo desses campos - Auschwitz-Bikernau.
Em 1945, com o avanço das forças dos Aliados, o campo foi libertado.
Faz 70 anos.
Os campos de concentração eram campos de morte, para onde foram enviados milhares de pessoas, sobretudo judeus, que aí eram assassinados em massa - mais de um milhão perderam a vida naquele que foi o símbolo desses campos - Auschwitz-Bikernau.
Em 1945, com o avanço das forças dos Aliados, o campo foi libertado.
Faz 70 anos.
24 de janeiro de 2015
A chegada da família real ao Brasil
A Beatriz R. lembrou na aula de ontem que a 24 de janeiro se comemoram 207 anos da chegada da família real ao Brasil.
A Corte fugia das invasões francesas.
Portugal ficava entregue ao seu destino, e o próprio governo de regência deixado pelo príncipe D. João até foi receber os invasores.
Após dois meses de atribulada viagem, os primeiros barcos avistaram S. Salvador da Baía a 22 de Janeiro.
O desembarque foi já a 24 de Janeiro.
«A família real e a elite da metrópole (...) tinham caído dos céus. E confundindo todas as expectativas, chegavam numa armada em muito pior estado do que alguns dos mais degradados navios mercantes que aportavam neste cais normalmente movimentado. Mais espantoso ainda, faziam-se pedidos de roupas de senhora para bordo, no sentido de socorrer passageiras vestidas com os trapos que restavam dos trajes que usavam à partida de Lisboa (...)»
As senhoras, a começar pela própria D. Carlota Joaquina, desembarcaram com estranhos turbantes na cabeça, para disfarçar as cabeças rapadas durante a viagem... por causa de um furioso ataque de piolhos que obrigou a que as cabeleiras fossem deitadas ao mar.
A Corte fugia das invasões francesas.
Portugal ficava entregue ao seu destino, e o próprio governo de regência deixado pelo príncipe D. João até foi receber os invasores.
Após dois meses de atribulada viagem, os primeiros barcos avistaram S. Salvador da Baía a 22 de Janeiro.
O desembarque foi já a 24 de Janeiro.
«A família real e a elite da metrópole (...) tinham caído dos céus. E confundindo todas as expectativas, chegavam numa armada em muito pior estado do que alguns dos mais degradados navios mercantes que aportavam neste cais normalmente movimentado. Mais espantoso ainda, faziam-se pedidos de roupas de senhora para bordo, no sentido de socorrer passageiras vestidas com os trapos que restavam dos trajes que usavam à partida de Lisboa (...)»
Patrick Wilcken, Império à deriva
As senhoras, a começar pela própria D. Carlota Joaquina, desembarcaram com estranhos turbantes na cabeça, para disfarçar as cabeças rapadas durante a viagem... por causa de um furioso ataque de piolhos que obrigou a que as cabeleiras fossem deitadas ao mar.
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| Pintura de Cândido Portinari (1952) A chegada de D. João VI a S. Salvador |
19 de janeiro de 2015
A troca das princesas
Durante o reinado de D. João V, depois da assinatura de um tratado de paz entre vários países europeus (1713), seguiu-se uma política de aproximação entre Portugal e Espanha.
Foi então negociado um duplo casamento entre os príncipes herdeiros dos dois reinos: a princesa portuguesa Maria Bárbara (filha de D. João V) casaria com o herdeiro ao trono espanhol, príncipe Fernando; o futuro rei D. José I casaria com a princesa D. Mariana Vitória (filha de D. Filipe V, 1.º rei da dinastia de Bourbon, em Espanha).
Era também uma forma de procurar garantir a paz entre os dois reinos.
Os documentos para este contrato foram assinados em Lisboa e Madrid, em 1727, tendo-se iniciado os preparativos para a cerimónia dos casamentos, que ficou conhecida como a "troca das princesas" -porque eram as princesas que tinham de mudar de país, indo viver para os países dos seus maridos, futuros reis.
A troca das princesas devia ocorrer em terreno neutro.
Por esse motivo, foi construída uma ponte com um palácio em madeira sobre o rio Caia, rio que assinala a fronteira entre Portugal e Espanha na região de Elvas/Badajoz.
O palácio, muito bem decorado, acolheria as famílias reais e os principais convidados.
As comitivas que conduziram as princesas eram luxuosas. A comitiva da princesa D. Maria Bárbara era composta por vários coches encomendados de propósito para a cerimónia. Seguiam ainda 185 carroças e 6 mil soldados.
Muita gente acorreu às margens do rio para assistir, na medida do possível, aos acontecimentos públicos das cerimónias.
Os casamentos tiveram lugar a 19 de janeiro de 1729.
Há 286 anos.
Foi então negociado um duplo casamento entre os príncipes herdeiros dos dois reinos: a princesa portuguesa Maria Bárbara (filha de D. João V) casaria com o herdeiro ao trono espanhol, príncipe Fernando; o futuro rei D. José I casaria com a princesa D. Mariana Vitória (filha de D. Filipe V, 1.º rei da dinastia de Bourbon, em Espanha).
Era também uma forma de procurar garantir a paz entre os dois reinos.
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| As princesas - D. Maria Bárbara e D. Mariana Vitória |
Os documentos para este contrato foram assinados em Lisboa e Madrid, em 1727, tendo-se iniciado os preparativos para a cerimónia dos casamentos, que ficou conhecida como a "troca das princesas" -porque eram as princesas que tinham de mudar de país, indo viver para os países dos seus maridos, futuros reis.
A troca das princesas devia ocorrer em terreno neutro.
Por esse motivo, foi construída uma ponte com um palácio em madeira sobre o rio Caia, rio que assinala a fronteira entre Portugal e Espanha na região de Elvas/Badajoz.
O palácio, muito bem decorado, acolheria as famílias reais e os principais convidados.
As comitivas que conduziram as princesas eram luxuosas. A comitiva da princesa D. Maria Bárbara era composta por vários coches encomendados de propósito para a cerimónia. Seguiam ainda 185 carroças e 6 mil soldados.
Muita gente acorreu às margens do rio para assistir, na medida do possível, aos acontecimentos públicos das cerimónias.
Os casamentos tiveram lugar a 19 de janeiro de 1729.
Há 286 anos.
11 de janeiro de 2015
Manifestação pela Liberdade
Em 1789 iniciou-se a Revolução Francesa, a qual tinha como lema "Liberdade, Igualdade e Fraternidade", os seus 3 grandes objectivos.
A revolução triunfou, aconteceram outras revoluções liberais pela Europa, o tempo passou, o mundo mudou, desenvolveu-se...
Apesar de tudo, os grandes ideais da liberdade e da igualdade perante a lei ainda não são universais e ainda há quem não consiga compreender e aceitar o exercício da liberdade, nomeadamente o da liberdade de expressão.
Os acontecimentos verificados esta semana, em Paris, provam isso.
E várias pessoas foram vítimas dessa intolerância.
Realizou-se hoje, em Paris, uma grande manifestação em memória das vítimas e pela defesa da liberdade.
Há momentos em que estão em jogo valores fundamentais da nossa sociedade. A liberdade é um desses valores. É muito importante, então, manifestarmos publicamente a nossa vontade em defender esses valores.
A manifestação de Paris, com centenas de milhares de pessoas de diferentes orientações políticas e religiosas - assim como outras manifestações realizadas em cidades de todo o mundo - foi um desses momentos importantes.
Foi um momento histórico.
A revolução triunfou, aconteceram outras revoluções liberais pela Europa, o tempo passou, o mundo mudou, desenvolveu-se...
Apesar de tudo, os grandes ideais da liberdade e da igualdade perante a lei ainda não são universais e ainda há quem não consiga compreender e aceitar o exercício da liberdade, nomeadamente o da liberdade de expressão.
Os acontecimentos verificados esta semana, em Paris, provam isso.
E várias pessoas foram vítimas dessa intolerância.
Realizou-se hoje, em Paris, uma grande manifestação em memória das vítimas e pela defesa da liberdade.
Há momentos em que estão em jogo valores fundamentais da nossa sociedade. A liberdade é um desses valores. É muito importante, então, manifestarmos publicamente a nossa vontade em defender esses valores.
A manifestação de Paris, com centenas de milhares de pessoas de diferentes orientações políticas e religiosas - assim como outras manifestações realizadas em cidades de todo o mundo - foi um desses momentos importantes.
Foi um momento histórico.
31 de dezembro de 2014
29 de dezembro de 2014
Diário de Notícias - editado há 150 anos
Desde os finais do século XVIII que os jornais conquistavam uma audiência cada vez maior, sobretudo nas camadas da burguesia das cidades de Lisboa e do Porto. Mas, em Portugal, os jornais eram ainda raros.
A partir do primeiro quartel do século XIX, devido aos acontecimentos políticos - invasões francesas, divulgação das ideias liberais, revolução liberal (1820), lutas entre liberais e absolutistas - surgiram vários jornais para divulgação de notícias e de ideias. Assistiu-se a uma generalização do gosto pela sua leitura.
O mais antigo jornal português ainda existente é o Açoriano Oriental, fundado em 1835.
E a 29 de dezembro de 1864, faz hoje 150 anos, foi editado o primeiro número do Diário de Notícias.
A sua edição de hoje recordou esse número inaugural. Nele se escrevia:
«A publicação que hoje emprehendemos, convencidos da sua necessidade e utilidade, visa um unico fim - interessar a todas as classes, ser accessivel a todas as bolsas, e comprehensivel a todas as intelligencias.
O Diário de Noticias - o seu titulo o está dizendo - será uma compilação cuidadosa de todas as notícias do dia, de todos os paizes, e de todas as especialidades, um noticiario universal.
Em estylo facil, e com a maior concisão informará o leitor de todas as occorrencias interessantes, assim de Portugal como das demais nações, reproduzindo á ultima hora todas as novidades politicas, scientificas, artisticas, litterarias, commerciaes, industriaes, agricolas, criminaes e estatisticas, etc. (...) Registra com a possivel verdade todos os acontecimentos, deixando ao leitor, quaesquer que sejam os seus principios e opiniões, o commental-os a seu sabor. Escripto em linguagem decente e urbana, as suas columnas são absolutamente vedadas á exposição dos actos da vida particular do cidadão, ás injurias, ás allusões deshonestas e reconvenções insidiosas. É pois um jornal de todos e para todos - para pobres e ricos de ambos os sexos e de todas as condições, classes e partidos. (...)»
A partir do primeiro quartel do século XIX, devido aos acontecimentos políticos - invasões francesas, divulgação das ideias liberais, revolução liberal (1820), lutas entre liberais e absolutistas - surgiram vários jornais para divulgação de notícias e de ideias. Assistiu-se a uma generalização do gosto pela sua leitura.
O mais antigo jornal português ainda existente é o Açoriano Oriental, fundado em 1835.
E a 29 de dezembro de 1864, faz hoje 150 anos, foi editado o primeiro número do Diário de Notícias.
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| O Diário de Notícias de 29 de dezembro de 1864 |
A sua edição de hoje recordou esse número inaugural. Nele se escrevia:
«A publicação que hoje emprehendemos, convencidos da sua necessidade e utilidade, visa um unico fim - interessar a todas as classes, ser accessivel a todas as bolsas, e comprehensivel a todas as intelligencias.
O Diário de Noticias - o seu titulo o está dizendo - será uma compilação cuidadosa de todas as notícias do dia, de todos os paizes, e de todas as especialidades, um noticiario universal.
Em estylo facil, e com a maior concisão informará o leitor de todas as occorrencias interessantes, assim de Portugal como das demais nações, reproduzindo á ultima hora todas as novidades politicas, scientificas, artisticas, litterarias, commerciaes, industriaes, agricolas, criminaes e estatisticas, etc. (...) Registra com a possivel verdade todos os acontecimentos, deixando ao leitor, quaesquer que sejam os seus principios e opiniões, o commental-os a seu sabor. Escripto em linguagem decente e urbana, as suas columnas são absolutamente vedadas á exposição dos actos da vida particular do cidadão, ás injurias, ás allusões deshonestas e reconvenções insidiosas. É pois um jornal de todos e para todos - para pobres e ricos de ambos os sexos e de todas as condições, classes e partidos. (...)»
11 de dezembro de 2014
Invasões francesas - Guia n.º 3
Para os alunos do 6.º B, 6.º C e 6.º D que possam não ter o Caderno de Perguntas - os exercícios que resolvemos nas aulas do Guia n.º 3.
10 de dezembro de 2014
Atenção 6.º B e 6.º D
Atenção, jovens do 6.º B e do 6.º D.
Podem encontrar aqui a correção do Guia de Estudo n.º 2.
(os alunos do 6.º C receberam a correção na caixa de correio da turma).
Bom trabalho.
Ofereço-vos uma barra de ouro do tempo de D. João V.
Lembrem-se por que razão se fundia o ouro em barras, no Brasil. E por que razão D. João V enviava funcionários régios para controlar essa fundição.
Podem encontrar aqui a correção do Guia de Estudo n.º 2.
(os alunos do 6.º C receberam a correção na caixa de correio da turma).
Bom trabalho.
Ofereço-vos uma barra de ouro do tempo de D. João V.
Lembrem-se por que razão se fundia o ouro em barras, no Brasil. E por que razão D. João V enviava funcionários régios para controlar essa fundição.
6 de dezembro de 2014
Turmas do 5.º ano - Fichas do Caderno de Atividades
Para os alunos do 5.º ano que não têm o Caderno de Atividades, as fichas relativas aos seguintes temas:
- comunidades recoletoras
- comunidades agropastoris
- os povos comerciantes do Mediterrâneo
Ficha 4 - página 1
Ficha 4 - página 2
Ficha 4A - página 1
Ficha 4A - página 2
- comunidades recoletoras
- comunidades agropastoris
- os povos comerciantes do Mediterrâneo
Ficha 4 - página 1
Ficha 4 - página 2
Ficha 4A - página 1
Ficha 4A - página 2
4 de dezembro de 2014
Ficha de avaliação - 5.º ano
Os alunos das turmas do 5.º ano - 5.º D, E e F podem encontrar aqui os conteúdos e objetivos da próxima ficha de avaliação.
Bom trabalho.
Bom trabalho.
Ficha de avaliação - turmas do 6.º ano
As turmas do 6.º ano podem encontrar aqui os objetivos da próxima ficha de avaliação.
Bom estudo.
P.S. - Havia um erro nos objetivos relacionados com as invasões francesas - devido a um "copiar" e "colar" distraído, repetiam-se 4 objetivos sobre o Marquês de Pombal.
Já foi corrigido.
Bom fim de semana.
1 de dezembro de 2014
1 de Dezembro de 1640 - Dia da Restauração da Independência
No passado sábado visitei a exposição Portugal e a Grande Guerra, no Palácio de S. Bento, onde funciona a Assembleia da República.
Passado o controlo de segurança e enquanto esperava pelo guia, observei uma tapeçaria que tem representados vários episódios importantes da História de Portugal.
Um desses episódios é o da Restauração da Independência, a 1 de Dezembro de 1640.
Na Praça do Comércio (a tal que foi mandada construir quando do plano de urbanização da Lisboa Pombalina) um cartaz anunciava as comemorações da data. Bem perto do local onde D. Carlos e o Príncipe D. Luís Filipe foram assassinados, em 1908.
E porque hoje é 1 de dezembro, aqui fica a evocação.
Sobre a Grande Guerra e a participação portuguesa teremos oportunidade de falar.
Passado o controlo de segurança e enquanto esperava pelo guia, observei uma tapeçaria que tem representados vários episódios importantes da História de Portugal.
Um desses episódios é o da Restauração da Independência, a 1 de Dezembro de 1640.
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| Pormenor da tapeçaria de Portalegre que recorda a Restauração |
Na Praça do Comércio (a tal que foi mandada construir quando do plano de urbanização da Lisboa Pombalina) um cartaz anunciava as comemorações da data. Bem perto do local onde D. Carlos e o Príncipe D. Luís Filipe foram assassinados, em 1908.
E porque hoje é 1 de dezembro, aqui fica a evocação.
Sobre a Grande Guerra e a participação portuguesa teremos oportunidade de falar.
30 de novembro de 2014
O dia em que Junot ocupou Lisboa
Foi a 30 de novembro de 1807. A família real tinha partido para o Brasil um dia antes.
O general Junot comandava as tropas francesas que concretizaram a 1.ª das invasões francesas.
Terá ficado instalado no Palácio Quintela, mandado construir por Luís Rebelo Quintela, no loal onde, antes do terramoto de 1755, existiam palacetes (solares) pertencentes a importantes famílias nobres - os Condes do Vimioso e os Marqueses de Valença.
Também já li que o general Junot teria feito sua residência o chamado Palácio do Loreto, um pouco mais acima, no Largo do Chiado.
Terá vivido nos dois palácios?
O general Junot comandava as tropas francesas que concretizaram a 1.ª das invasões francesas.
Terá ficado instalado no Palácio Quintela, mandado construir por Luís Rebelo Quintela, no loal onde, antes do terramoto de 1755, existiam palacetes (solares) pertencentes a importantes famílias nobres - os Condes do Vimioso e os Marqueses de Valença.
Também já li que o general Junot teria feito sua residência o chamado Palácio do Loreto, um pouco mais acima, no Largo do Chiado.
Terá vivido nos dois palácios?
23 de novembro de 2014
Real Ópera do Tejo
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| Ruínas da Ópera Real de Lisboa, também chamada Real Ópera do Tejo, depois do terramoto de 1755 |
Ópera Real de Lisboa
Foi mandada construir por D. José I, tendo sido desenhada pelo arquiteto Giovanni Sicinio Galli Bibiena.
O edifício da ópera situava-se junto ao rio, onde hoje é o arsenal da marinha.
A casa da ópera foi um típico teatro à italiana: tinha quatro pisos de camarotes, a tribuna real era central em relação ao palco e tinha uma caixa cénica profunda: imaginem que no palco podiam ser usados 25 cavalos na encenação. A plateia tinha 600 lugares.
Foi inaugurada em Março de 1755, nas festas de aniversário da rainha D. Maria Vitória (casada com D. José I), começando com a ópera Alessandro nell'Indie, da autoria de David Perez.
Passados sete meses, foi destruída pelo terramoto.
João Pegas (6.º D)
19 de novembro de 2014
18 de novembro de 2014
6.º B - Apresentações aconselhadas
Apresentações aconselháveis para estudar para a ficha de avaliação:
O açúcar do Brasil
O ouro do Brasil
A monarquia absoluta no reinado de D. João V
A monarquia absoluta no reinado de D. José I (sobre o terramoto e a reconstrução da Baixa Pombalina)
O açúcar do Brasil
O ouro do Brasil
A monarquia absoluta no reinado de D. João V
A monarquia absoluta no reinado de D. José I (sobre o terramoto e a reconstrução da Baixa Pombalina)
17 de novembro de 2014
Comunidades agropastoris
As turmas do 5.º ano estão a estudar as comunidades agropastoris da Península Ibérica.
Perguntava o David (5.º F) se não havia nada no blog...
E eu que já não me lembrava de alguns textos e imagens aqui colocados.
Façam a pesquisa pela etiqueta Comunidades agropastoris.
Hoje deixo a imagem de um livro didático, uma síntese do que seria uma dessas comunidades.
Perguntava o David (5.º F) se não havia nada no blog...
E eu que já não me lembrava de alguns textos e imagens aqui colocados.
Façam a pesquisa pela etiqueta Comunidades agropastoris.
Hoje deixo a imagem de um livro didático, uma síntese do que seria uma dessas comunidades.
15 de novembro de 2014
13 de novembro de 2014
A monarquia absoluta... no 6.º D
Esclarecimentos sobre a ficha formativa "A monarquia absoluta no reinado de D. João V"...
Doc. 6
Perguntas 6, 7.a) e 7.b)
6. Segundo o autor do documento, quem detinha todo o poder numa monarquia era o rei.
7. a) Essa forma de governo tem o nome de monarquia absoluta.
Não basta dizer monarquia!...
7. b) O nome monarquia absoluta resulta do facto de o rei concentrar em si todos os poderes. Ele tem o poder absoluto.
Doc. 6
Perguntas 6, 7.a) e 7.b)
6. Segundo o autor do documento, quem detinha todo o poder numa monarquia era o rei.
7. a) Essa forma de governo tem o nome de monarquia absoluta.
Não basta dizer monarquia!...
7. b) O nome monarquia absoluta resulta do facto de o rei concentrar em si todos os poderes. Ele tem o poder absoluto.
Entendido?
Quem manda sou eu!!!!
12 de novembro de 2014
Correção da Ficha Formativa e do TPC do 6.º D
Ao 6.º D
Jápodem deixaram de encontrar aqui o TPC realizado para a aula de hoje (aquele de que o Rafael falou e... eu deixei "escapar" a correção)...
Atenção às perguntas 2 e 3 e à síntese sobre a sociedade (pergunta 7).
A propósito da ficha formativa que já corrigi, avaliei e vos entreguei (exceção do João F, Rúben e Nádia - fiquei com as vossas fichas), chamo a vossa atenção para a questão n.º 8, sobre os grupos sociais (de que fizemos um registo escrito na aula).
Na última questão da ficha formativa, em que vos era pedido para apresentar duas características da sociedade portuguesa da primeira metade do século XVIII, a maioria dos alunos falou mais do poder absoluto do rei do que dos grupos sociais.
Deviam ter realçado a estratificação social, isto é, a existência de grandes diferenças entre os grupos privilegiados e os não privilegiados.
Essa distinção muito marcada tinha por base o grupo onde se nascia: quem nascesse no grupo da nobreza, na nobreza deveria permanecer; quem nascesse no chamado terceiro estado (povo e burguesia), no terceiro estado deveria permanecer.
À partida, os elementos do clero não teriam filhos. O alto clero ia sendo constituído por pessoas oriundas da alta nobreza e da própria família real; o baixo clero ia sendo constituído por pessoas de origens mais humildes.
Dentro de cada grupo social ou ordem também havia vários estratos - alta nobreza/baixa nobreza; alto clero/baixo clero; burguesia/povo. Nem falamos dos escravos, que ainda existiam.
Havia, portanto, pouca mobilidade social - não era fácil alguém não privilegiado passar a ter uma posição privilegiada. Havia, no entanto, alguns burgueses que, pela sua educação, podiam desempenhar funções importantes (altos funcionários, magistrados) e ascender à nobreza (era a chamada nobreza de toga*).
Para além da origem, os grupos privilegiados distinguiam-se mais pelos seus cargos/funções e pelos seus direitos (privilégios) do que pela sua riqueza.
Havia burgueses que podiam ser mais ricos do que muitos nobres e do que a grande maioria do clero, mas isso não era razão suficiente para serem considerados privilegiados. Continuavam a ter mais deveres, como o pagamento de rendas e impostos.
NOTA
Nobreza de toga* - Nas aulas não falámos nesta designação.
BOM ESTUDO
Dúvidas (como não nos vemos amanhã): podem escrever para carloscarrasco9@gmail.com
Já
Atenção às perguntas 2 e 3 e à síntese sobre a sociedade (pergunta 7).
A propósito da ficha formativa que já corrigi, avaliei e vos entreguei (exceção do João F, Rúben e Nádia - fiquei com as vossas fichas), chamo a vossa atenção para a questão n.º 8, sobre os grupos sociais (de que fizemos um registo escrito na aula).
Na última questão da ficha formativa, em que vos era pedido para apresentar duas características da sociedade portuguesa da primeira metade do século XVIII, a maioria dos alunos falou mais do poder absoluto do rei do que dos grupos sociais.
Deviam ter realçado a estratificação social, isto é, a existência de grandes diferenças entre os grupos privilegiados e os não privilegiados.
Essa distinção muito marcada tinha por base o grupo onde se nascia: quem nascesse no grupo da nobreza, na nobreza deveria permanecer; quem nascesse no chamado terceiro estado (povo e burguesia), no terceiro estado deveria permanecer.
À partida, os elementos do clero não teriam filhos. O alto clero ia sendo constituído por pessoas oriundas da alta nobreza e da própria família real; o baixo clero ia sendo constituído por pessoas de origens mais humildes.
Dentro de cada grupo social ou ordem também havia vários estratos - alta nobreza/baixa nobreza; alto clero/baixo clero; burguesia/povo. Nem falamos dos escravos, que ainda existiam.
Havia, portanto, pouca mobilidade social - não era fácil alguém não privilegiado passar a ter uma posição privilegiada. Havia, no entanto, alguns burgueses que, pela sua educação, podiam desempenhar funções importantes (altos funcionários, magistrados) e ascender à nobreza (era a chamada nobreza de toga*).
Para além da origem, os grupos privilegiados distinguiam-se mais pelos seus cargos/funções e pelos seus direitos (privilégios) do que pela sua riqueza.
Havia burgueses que podiam ser mais ricos do que muitos nobres e do que a grande maioria do clero, mas isso não era razão suficiente para serem considerados privilegiados. Continuavam a ter mais deveres, como o pagamento de rendas e impostos.
NOTA
Nobreza de toga* - Nas aulas não falámos nesta designação.
BOM ESTUDO
Dúvidas (como não nos vemos amanhã): podem escrever para carloscarrasco9@gmail.com
A Inquisição no reinado de D. João V
Sobre a Inquisição, poderá ser interessante lerem esta mensagem sobre a Inquisição no reinado de D. João V, já com 3 anos, mas sempre atual (porque a História nunca está fora de moda).
7 de novembro de 2014
As propriedades produtoras de açúcar no Brasil
Imagem (muito bonita e esclarecedora) de um manual didático de HGP (Ed. Santillana).
Notas: senzala ou sanzala significa o mesmo.
A imagem é parcial. Não inclui a chamada "casa de purgar", porque não falámos dessa dependência nas aulas.
Notas: senzala ou sanzala significa o mesmo.
A imagem é parcial. Não inclui a chamada "casa de purgar", porque não falámos dessa dependência nas aulas.
6 de novembro de 2014
O Rossio (Lisboa) em dia de Auto-de-fé
Neste vídeo de recriação virtual (e de muito curta duração), tem-se uma perceção de como seria, em Lisboa, a praça do Rossio e a zona envolvente, antes do terramoto, num "voo" sobre a praça e sobre as casas.
A serpentear na praça, onde funcionava o Tribunal do Santo Ofício (Inquisição), a procissão dos condenados, num auto-de-fé. Ao fundo, uma fogueira onde os condenados seriam queimados.
A serpentear na praça, onde funcionava o Tribunal do Santo Ofício (Inquisição), a procissão dos condenados, num auto-de-fé. Ao fundo, uma fogueira onde os condenados seriam queimados.
Ficha de Avaliação do 6.º D
Os conteúdos e objetivos da ficha de avaliação, a realizar no próximo dia 14 (6.ª feira), podem ser encontrados aqui.
A Igreja Patriarcal (especialmente para o 6.º B)
Quando pedi, na turma do 6.º B, para ilustrarem a apresentação sobre a monarquia absoluta no reinado de D. João V, não dei conta da ausência, na pasta das imagens, de qualquer representação da Igreja Patriarcal.
Esta igreja resultou de grandes obras mandadas realizar por D. João V na Capela Real do Paço da Ribeira, transformando esta na Santa Igreja Patriarcal.
Ela aqui está, em reconstrução virtual.
É que o terramoto deitou-a abaixo.
Esta igreja resultou de grandes obras mandadas realizar por D. João V na Capela Real do Paço da Ribeira, transformando esta na Santa Igreja Patriarcal.
Ela aqui está, em reconstrução virtual.
É que o terramoto deitou-a abaixo.
5 de novembro de 2014
Lisboa antes do terramoto
Reencontrei uma ligação que já usei neste blog, mas que será útil ou, pelo menos, interessante para os mais curiosos sobre estas coisas da História.
Como eram alguns dos grandes edifícios da cidade de Lisboa antes do terramoto de 1755 - reconstrução virtual.
Como eram alguns dos grandes edifícios da cidade de Lisboa antes do terramoto de 1755 - reconstrução virtual.
4 de novembro de 2014
Ficha de avaliação do 6.º C
Para as meninas e meninos do 6.º C, estão aqui os conteúdos e objetivos aqui os conteúdos e objetivos da ficha de avaliação a realizar na próxima 2.ª feira, dia 10 de novembro.
Dúvidas, já sabem... podem escrever.
Bom trabalho.
Dúvidas, já sabem... podem escrever.
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| Desenho de Spacca (ilustrador brasileiro) |
Bom trabalho.
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