Já sei que o concurso de dança correu bem e que temos vencedores de qualidade na turma.
Parabéns!
Lembrando as obrigações de HGP - porque na aula não fizemos tudo o que tinha pensado e para que fique claro:
- Quem esteve na aula, se não concluiu, acaba de fazer em casa o trabalho marcado.
- Os "meninos dançarinos" deverão realizar em casa o trabalho marcado, no caderno diário.
- O trabalho tem de estar pronto até dia 13 de Maio (6.ª feira), aula em que iremos fazer a sua correcção.
Entendido?
A Ponte sobre o Tejo em fase de construção.
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts.
Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.
29 de abril de 2011
Aos dançarinos do 6.º 10
Os alunos do 6.º 10 que se inscreveram na actividade de Dança e que, por esse motivo, não estiveram na aula de HGP de hoje, ficam a saber que os colegas estiveram a resolver o questionário de "Aprende a observar e a pensar" (pág. 7) e as questões das páginas 9 e 11.
Com base na informação do texto das páginas 8 e 9, deviam completar as seguintes frases:
a) "Não havia reformas/soluções para _____________"
b) "_______________ relativamente aos outros países europeus."
c) "As obras públicas tinham __________________."
e responder às seguintes perguntas:
1. Que partido político se tinha organizado no final do século XIX?
2. O que afirmava esse partido em relação à monarquia?
3. O que prometia esse partido?
Os "meninos dançarinos" deverão realizar em casa este trabalho,numa folha à parte no caderno diário, e trazê-lo na próxima aula (3.ª feira) tê-lo pronto para a aula do dia 13 de Maio (6.ª feira) para aferir possíveis dificuldades que possam ter.
Espero que a dança tenha sido boa.
E que os trabalhos também estejam bons!
Com base na informação do texto das páginas 8 e 9, deviam completar as seguintes frases:
a) "Não havia reformas/soluções para _____________"
b) "_______________ relativamente aos outros países europeus."
c) "As obras públicas tinham __________________."
e responder às seguintes perguntas:
1. Que partido político se tinha organizado no final do século XIX?
2. O que afirmava esse partido em relação à monarquia?
3. O que prometia esse partido?
Os "meninos dançarinos" deverão realizar em casa este trabalho,
Espero que a dança tenha sido boa.
E que os trabalhos também estejam bons!
27 de abril de 2011
Vitorino Magalhães Godinho contado aos jovens
Vitorino Magalhães Godinho
Este nome não vos dirá nada, aos jovens que vocês são.
Mas é um nome a fixar. Para quem gosta de História e/ou para quem se interessa pelo mundo em que vive e pelos caminhos que Portugal leva.
É, reconhecidamente, um dos grandes historiadores portugueses. Foi dos mais marcantes na minha formação.
Morreu ontem, aos 92 anos de idade.
Nasceu em Lisboa, em 1918. Portugal vivia a 1.ª República, ainda decorria a 1.ª Guerra Mundial.
O seu pai, Vitorino Henriques Godinho, foi um oficial do exército e político republicano. Foi chefe do Estado-Maior da Divisão portuguesa que combateu na batalha de La Lys, criou os primeiros serviços de estatística (1923) e foi ministro dos Negócios Estrangeiros e do Interior (1925). Com a ditadura foi sendo afastado de todos os cargos do Estado por onde passou: Estado-Maior do Exército, Escola de Guerra, Director de Estatística e Administração dos Caminhos de Ferro.
Vitorino Magalhães Godinho também nunca abdicou de intervir activamente como cidadão. E por isso também foi perseguido.
Formado em História, era professor da Faculdade de Letras quando, em 1944, foi afastado porque, diziam, "fazia propaganda política e atacava a religião". Foi para França onde fez carreira académica na universidade.
Voltou para Portugal em 1960, como professor, e voltou a ser demitido em 1962. Não tinha assinado a carta de apoio a Salazar no princípio da guerra colonial (1961) e esteve do lado dos estudantes na crise académica (1962).
Voltou para França e só voltou após o 25 de Abril de 1974.
Foi ministro da Educação (1974), foi um dos fundadores da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e Director da Biblioteca Nacional (1984).
Tem muitos livros publicados, sobretudo sobre a história da expansão portuguesa.
Vitorino Magalhães Godinho afirmava que "aquilo que somos esclarece-se em boa parte através do que fomos."
Isto é, conhecer a História é fundamental para compreendermos a realidade que temos - o mundo em que vivemos.
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| Vitorino Magalhães Godinho |
Mas é um nome a fixar. Para quem gosta de História e/ou para quem se interessa pelo mundo em que vive e pelos caminhos que Portugal leva.
É, reconhecidamente, um dos grandes historiadores portugueses. Foi dos mais marcantes na minha formação.
Morreu ontem, aos 92 anos de idade.
Nasceu em Lisboa, em 1918. Portugal vivia a 1.ª República, ainda decorria a 1.ª Guerra Mundial.
O seu pai, Vitorino Henriques Godinho, foi um oficial do exército e político republicano. Foi chefe do Estado-Maior da Divisão portuguesa que combateu na batalha de La Lys, criou os primeiros serviços de estatística (1923) e foi ministro dos Negócios Estrangeiros e do Interior (1925). Com a ditadura foi sendo afastado de todos os cargos do Estado por onde passou: Estado-Maior do Exército, Escola de Guerra, Director de Estatística e Administração dos Caminhos de Ferro.
Vitorino Magalhães Godinho também nunca abdicou de intervir activamente como cidadão. E por isso também foi perseguido.
Formado em História, era professor da Faculdade de Letras quando, em 1944, foi afastado porque, diziam, "fazia propaganda política e atacava a religião". Foi para França onde fez carreira académica na universidade.
Voltou para Portugal em 1960, como professor, e voltou a ser demitido em 1962. Não tinha assinado a carta de apoio a Salazar no princípio da guerra colonial (1961) e esteve do lado dos estudantes na crise académica (1962).
Voltou para França e só voltou após o 25 de Abril de 1974.
Foi ministro da Educação (1974), foi um dos fundadores da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e Director da Biblioteca Nacional (1984).
Tem muitos livros publicados, sobretudo sobre a história da expansão portuguesa.
Vitorino Magalhães Godinho afirmava que "aquilo que somos esclarece-se em boa parte através do que fomos."
Isto é, conhecer a História é fundamental para compreendermos a realidade que temos - o mundo em que vivemos.
A livraria mais antiga do mundo
A Livraria Bertrand do Chiado entrou no Guinness (o livro dos records) por ser a mais antiga do mundo ainda em actividade.
A Livraria Bertrand, em Lisboa, abriu em 1732 e nunca deixou de funcionar.
O atestado oficial está exposto na loja, desde o passado dia 20.
Para comemorar, passei lá no fim de semana e comprei este livro
A Livraria Bertrand, em Lisboa, abriu em 1732 e nunca deixou de funcionar.
O atestado oficial está exposto na loja, desde o passado dia 20.
Para comemorar, passei lá no fim de semana e comprei este livro
E quem foi o Duque de Palmela?
26 de abril de 2011
25 de Abril - A Gincana comemorativa dos 25 anos
O comentário da minha colega Almerinda ao "filmezinho" sobre o 25 de Abril - então, fazíamos a escola - trouxe à memória o que fizemos quando do 25.º aniversário (1999): a Gincana 25 x 25.
A aventura que foi conseguir as fardas militares para as duas turmas que estiveram na organização da Gincana!
A aventura que foi conseguir as fardas militares para as duas turmas que estiveram na organização da Gincana!
25 de abril de 2011
25 de Abril de 1974
Comemora-se o 37.º aniversário da Revolução do 25 de Abril, a qual pôs fim a 48 anos de ditadura.
O período da ditadura (1926 - 1974) e a construção da democracia depois do 25 de Abril de 1974 serão os temas centrais das aulas deste 3.º período.
Sobre os acontecimentos desse dia histórico, deixo um pequeno "filme".
Um bom regresso às aulas.
Um abraço para vocês.
O período da ditadura (1926 - 1974) e a construção da democracia depois do 25 de Abril de 1974 serão os temas centrais das aulas deste 3.º período.
Sobre os acontecimentos desse dia histórico, deixo um pequeno "filme".
Um bom regresso às aulas.
Um abraço para vocês.
21 de abril de 2011
As crises - Será uma questão de regime?
Na última década do século XIX e na primeira do século XX, vivia-se uma crise que fazia muitas pessoas acreditarem que só a mudança de regime - uma república - poderia alterar a situação.
Hoje em dia, vive-se uma crise que faz com que o pretendente ao trono, D. Duarte, sucessor pelo ramo de D. Miguel, diga o que disse em entrevista ao jornal O Diabo, do dia 12 de Abril passado.
Hoje em dia, vive-se uma crise que faz com que o pretendente ao trono, D. Duarte, sucessor pelo ramo de D. Miguel, diga o que disse em entrevista ao jornal O Diabo, do dia 12 de Abril passado.
Ou seja, segundo D. Duarte, se tivéssemos um regime monárquico a situação seria diferente... para melhor.
Há um verso de Luís de Camões que diz: "Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades".
Príncipe D. Luís Filipe - um príncipe esquecido
D. Luís Filipe, filho do rei D. Carlos e de D. Maria Amélia, é uma personagem da nossa história de quem pouco se fala. Só a propósito do regicídio. Acaba por ser conhecido pela forma como morreu e não pelo que fez na sua curta vida. D. Luís Filipe, que se estava a preparar para ser rei.
Luís Filipe Maria Carlos Amélio Fernando Victor Manuel António Lourenço Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis Bento de Bragança Saxe-Coburgo-Gotha, nasceu em Lisboa, a 21 de Março de 1887.
Teve uma educação esmerada e exigente, no palácio, seguindo o modelo introduzido pelo marido de Dona Maria II, D. Fernando, em que também tinham sido instruídos D. Pedro V, D. Luís e D. Carlos, para que se tornasse "um Rei sério e grave".
Após os primeiros estudos literários, a educação do Príncipe foi entregue ao herói das guerras de África, Mouzinho de Albuquerque, nomeadamente a parte do treino militar.
D. Luís Filipe foi jurado príncipe herdeiro do trono, em Julho de 1901 e, a partir de 13 de Abril de 1906, passou a fazer parte do Conselho de Estado.
O Príncipe exerceu a regência quando D. Carlos se ausentou em visita a Espanha, França e Inglaterra.
Após o regicídio, Dona Amélia ainda insistiu no reconhecimento de D. Luís Filipe como Rei de Portugal, pois morreu depois do pai. Teria sido rei por minutos.
Luís Filipe Maria Carlos Amélio Fernando Victor Manuel António Lourenço Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis Bento de Bragança Saxe-Coburgo-Gotha, nasceu em Lisboa, a 21 de Março de 1887.
Teve uma educação esmerada e exigente, no palácio, seguindo o modelo introduzido pelo marido de Dona Maria II, D. Fernando, em que também tinham sido instruídos D. Pedro V, D. Luís e D. Carlos, para que se tornasse "um Rei sério e grave".
Após os primeiros estudos literários, a educação do Príncipe foi entregue ao herói das guerras de África, Mouzinho de Albuquerque, nomeadamente a parte do treino militar.
D. Luís Filipe foi jurado príncipe herdeiro do trono, em Julho de 1901 e, a partir de 13 de Abril de 1906, passou a fazer parte do Conselho de Estado.
O Príncipe exerceu a regência quando D. Carlos se ausentou em visita a Espanha, França e Inglaterra.
Após o regicídio, Dona Amélia ainda insistiu no reconhecimento de D. Luís Filipe como Rei de Portugal, pois morreu depois do pai. Teria sido rei por minutos.
Regicídio - Apresentação
Em 1908, no dia 1 de Fevereiro, o assassinato do rei D. Carlos e do príncipe herdeiro D. Luís Filipe, foi mais um dos acontecimentos marcantes no caminho que levará Portugal à República.
Já aqui está disponível a apresentação sobre o regicídio.
Já aqui está disponível a apresentação sobre o regicídio.
20 de abril de 2011
Palácio de S. Bento - actual Assembleia da República

O convento sofreu obras de adaptação que provocaram grandes alterações, sendo o seu nome mudado de Convento de S. Bento para Palácio das Cortes.
Mas o edifício ficou mais conhecido como Palácio de S. Bento.
Aqui funcionou o Parlamento desde 1834 até agora, com a designação de Cortes (no tempo da monarquia), com várias designações nestes 100 anos da República - Congresso da República, Assembleia Nacional, Assembleia da República.
Sala do Plenário da actual Assembleia da República
Sala do Senado
Também é no Palácio de S. Bento que se localiza a Presidência do Conselho de Ministros.
As fotografias do interior foram tiradas quando da visita realizada no passado dia 18.
19 de abril de 2011
Visita ao Palácio de S. Bento - Assembleia da República
Visitei ontem o palácio de S. Bento - Assmbleia da República.
Procurei fazer um videozinho no Movie Maker para colocar aqui. Foi a primeira vez.
Estou desiludido com a qualidade. Pensei que ficasse melhor - na montagem as imagens estão muito mais nítidas.
A imagem aqui ficava muito fraquinha. Por isso... retirei o vídeo.
Vou continuar a "estudar o assunto".
Procurei fazer um videozinho no Movie Maker para colocar aqui. Foi a primeira vez.
Estou desiludido com a qualidade. Pensei que ficasse melhor - na montagem as imagens estão muito mais nítidas.
A imagem aqui ficava muito fraquinha. Por isso... retirei o vídeo.
Vou continuar a "estudar o assunto".
15 de abril de 2011
Visitas à Assembleia da República
Dia 18 de Abril comemora-se o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios.
A Assembleia da República, entre outras entidades, apresenta um programa interessante, que se alarga ao dia 25 de Abril.
Para aqueles que tiverem oportunidade, deixo a sugestão, os programas e os contactos.
Atenção que é necessária marcação prévia.
Eu tenciono ir lá, dia 18.
A Assembleia da República, entre outras entidades, apresenta um programa interessante, que se alarga ao dia 25 de Abril.
Para aqueles que tiverem oportunidade, deixo a sugestão, os programas e os contactos.
Atenção que é necessária marcação prévia.
Eu tenciono ir lá, dia 18.
14 de abril de 2011
Cafés
Hoje comemora-se o Dia Mundial do Café, um produto com uma importãncia enorme a nível do comércio internacional.
Já em Novembro, a propósito de produtos brasileiros, falámos do café aqui.
Para jovens da vossa idade (alunos do 6.º 4, 6 e 10), ainda será um pouco prematuro falar das qualidades ou das benfeitorias do café como bebida.
Mas penso que será interessante lembrar os cafés, os locais onde se toma café (os botequins, como lhes chamavam no século XIX), como locais de convívio social, onde circulavam informações, se discutiam assuntos sociais, culturais ou da política e se reuniam os "espíritos mais avançados" da época - falamos do século XIX e do princípio do século XX. Eram pontos de encontro da burguesia.
Um importante escritor, Aquilino Ribeiro (1885-1963) dizia que "o café era a Universidade e a antecâmara permanente da revolução", porque era aí que muitas vezes os revolucionários se reuniam.
Também era aí que se deslocavam, muitas vezes, os agentes das polícias secretas para "apanharem as ideias e os planos que andavam no ar".
Estão a entender?
O café Gelo, na Baixa de Lisboa, por exemplo, era um café frequentado pelos revolucionários republicanos.
Terá sido deste café que saíram para o Terreiro do Paço, no dia 1 de Fevereiro de 1908, Alfredo Costa e Manuel Buiça, para cometerem o regicídio.
Já em Novembro, a propósito de produtos brasileiros, falámos do café aqui.
Para jovens da vossa idade (alunos do 6.º 4, 6 e 10), ainda será um pouco prematuro falar das qualidades ou das benfeitorias do café como bebida.
Mas penso que será interessante lembrar os cafés, os locais onde se toma café (os botequins, como lhes chamavam no século XIX), como locais de convívio social, onde circulavam informações, se discutiam assuntos sociais, culturais ou da política e se reuniam os "espíritos mais avançados" da época - falamos do século XIX e do princípio do século XX. Eram pontos de encontro da burguesia.
Um importante escritor, Aquilino Ribeiro (1885-1963) dizia que "o café era a Universidade e a antecâmara permanente da revolução", porque era aí que muitas vezes os revolucionários se reuniam.
Também era aí que se deslocavam, muitas vezes, os agentes das polícias secretas para "apanharem as ideias e os planos que andavam no ar".
Estão a entender?
O café Gelo, na Baixa de Lisboa, por exemplo, era um café frequentado pelos revolucionários republicanos.
Terá sido deste café que saíram para o Terreiro do Paço, no dia 1 de Fevereiro de 1908, Alfredo Costa e Manuel Buiça, para cometerem o regicídio.
13 de abril de 2011
A tentativa de revolução republicana de 31 de Janeiro de 1891
Para quem estiver interessado em saber mais sobre o 31 de Janeiro de 1891, pode aceder a este vídeo.
É um vídeo interessante, realizado quando das comemorações do Centenário da República (2010), que nos dá o essencial da informação sobre a tentativa de revolução republicana de 1891, na cidade do Porto.
É um vídeo interessante, realizado quando das comemorações do Centenário da República (2010), que nos dá o essencial da informação sobre a tentativa de revolução republicana de 1891, na cidade do Porto.
O 31 de Janeiro de 1891
Está também disponível a apresentação sobre a tentativa fracassada de revoluão republicana, na cidade do Porto, o 31 de Janeiro de 1891 .
Unidade 4, Capítulo 1 - A Queda da Monarquia
Espero que estejam a gozar um bom período de férias.
Apesar de estarem nesse gozo, não deixarei de ir aqui divulgando informação sobre os conteúdos das unidades que serão objecto do vosso estudo e da vossa avaliação no último período.
E o último período vai voar!...
Sobre a Unidade da Revolução Republicana, capítulo A Queda da Monarquia, estou a acabar de preparar várias apresentações powerpoint para deixar aqui.
Temas:
Apesar de estarem nesse gozo, não deixarei de ir aqui divulgando informação sobre os conteúdos das unidades que serão objecto do vosso estudo e da vossa avaliação no último período.
E o último período vai voar!...
Sobre a Unidade da Revolução Republicana, capítulo A Queda da Monarquia, estou a acabar de preparar várias apresentações powerpoint para deixar aqui.
Temas:
- A questão africana e o Ultimato inglês
- A tentativa de revolução republicana de 31 de Janeiro de 1891
- O regicídio
- O 5 de Outubro de 1910
9 de abril de 2011
Batalha de La Lys - há 94 anos
O calendário assinala 9 de Abril. A propósito desta data, remeto para o que escrevi há um ano.
Militares portugueses na Flandres
6 de abril de 2011
A lógica da batata
1% dos lucros da venda de batatas para índios
O Tribunal de Propriedade Intelectual das Nações Unidas decidiu que a população indígena da América do Sul tem direito a receber 1% dos lucros de todas as vendas mundiais de batata, em reconhecimento pelo facto das batatas serem uma criação indígena.
O primeiro povo a cultivar batatas teria sido um povo tribal do Peru, entre os anos 3.000 e 2.000 a.C.
O presidente do SANTE – Executivo das Tribos Nativas Sul-Americanas – afirmou que esta é uma grande vitória para as populações tribais em todo o mundo. “Com o dinheiro iremos poder comprar de volta algumas das terras que fazendeiros, lenhadores e empresas petrolíferas nos tiraram".
E irão plantar batatas?
O Tribunal de Propriedade Intelectual das Nações Unidas decidiu que a população indígena da América do Sul tem direito a receber 1% dos lucros de todas as vendas mundiais de batata, em reconhecimento pelo facto das batatas serem uma criação indígena.
O primeiro povo a cultivar batatas teria sido um povo tribal do Peru, entre os anos 3.000 e 2.000 a.C.
O presidente do SANTE – Executivo das Tribos Nativas Sul-Americanas – afirmou que esta é uma grande vitória para as populações tribais em todo o mundo. “Com o dinheiro iremos poder comprar de volta algumas das terras que fazendeiros, lenhadores e empresas petrolíferas nos tiraram".
E irão plantar batatas?
4 de abril de 2011
Diferenças de salários entre os homens e as mulheres
Na semana passada, numa das aulas do 6.º 10, repetiu-se a estranheza e a indignação pelas diferenças salariais entre homens e mulheres na 2.ª metade do século XIX.
O jornal Destak de 28 de Março trazia este artigo:
O jornal Destak de 28 de Março trazia este artigo:
Clica para conseguires ler
Em média, as mulheres ganham menos 18% do que os homens.
E estamos no século XXI.
2 de abril de 2011
A Constituição da República Portuguesa de 1976
Faz hoje 35 anos que foi promulgada, pelo Presidente da República, Francisco da Costa Gomes, a Constituição da República Portuguesa.
Esta Constituição foi elaborada na sequência da Revolução do 25 de Abril de 1974.
Um ano depois, a 25 de Abril de 1975, realizaram-se as eleições para a Assembleia Constituinte, ou seja, a assembleia (o conjunto de deputados) que devia preparar o texto constitucional - o conjunto das principais leis da Nação.
Quase um ano depois, 2 de Abril de 1976, a Constituição foi aprovada. Iria entrar em vigor no dia 25 de Abril de 1976.
E o Preâmbulo (a introdução) começava assim:
«A 25 de abril de 1974, o Movimento das Forças Armadas, coroando a longa resistência do povo português e interpretando os seus sentimentos profundos, derrubou o regime fascista.
Libertar Portugal da ditadura, da opressão e do colonialismo representou uma transformação revolucionária e o início de uma viragem histórica da sociedade portuguesa.
A Revolução restituiu aos Portugueses os direitos e liberdades fundamentais. No exercício destes direitos e liberdades, os legítimos representantes do povo reúnem-se para elaborar uma Constituição que corresponde às aspirações do País.
(...)»
A Constituição de 1976 "cá de casa" está assim (já um pouco velhinha):
Esta Constituição foi elaborada na sequência da Revolução do 25 de Abril de 1974.
Um ano depois, a 25 de Abril de 1975, realizaram-se as eleições para a Assembleia Constituinte, ou seja, a assembleia (o conjunto de deputados) que devia preparar o texto constitucional - o conjunto das principais leis da Nação.
Quase um ano depois, 2 de Abril de 1976, a Constituição foi aprovada. Iria entrar em vigor no dia 25 de Abril de 1976.
E o Preâmbulo (a introdução) começava assim:
«A 25 de abril de 1974, o Movimento das Forças Armadas, coroando a longa resistência do povo português e interpretando os seus sentimentos profundos, derrubou o regime fascista.
Libertar Portugal da ditadura, da opressão e do colonialismo representou uma transformação revolucionária e o início de uma viragem histórica da sociedade portuguesa.
A Revolução restituiu aos Portugueses os direitos e liberdades fundamentais. No exercício destes direitos e liberdades, os legítimos representantes do povo reúnem-se para elaborar uma Constituição que corresponde às aspirações do País.
(...)»
A Constituição de 1976 "cá de casa" está assim (já um pouco velhinha):
1 de abril de 2011
Vem aí a República
Já entrámos no tema da revolução republicana.
Aliás, começámos o ano lectivo sob o signo da República: em Outubro passado, por ocasião da celebração do centenário da República em Portugal, vimos e trabalhámos a exposição 100 anos da República, na Sala Prof. António Veríssimo, e participámos na Gincana comemorativa do Centenário.
Mais tarde, estiveram na Biblioteca da escola as exposições 11 Mulheres na República e O Seixal e a República.
30 de março de 2011
Vieira da Silva
Porque História não é só "a matéria", o que vem no manual, e porque importa descobrir muitas outras coisas - para isso é que este sítio existe (tenho essa pretensão) - deixo-vos 3 obras da grande pintora que foi Maria Helena Vieira da Silva (Lisboa, 1908 - Paris, 1992).
Vem a propósito da mensagem anterior, da Poesia que andava na rua. Uma das obras foi cartaz alusivo ao 25 de Abril.
Espero que gostem das pinturas (e tenham vontade de procurar mais obras de Vieira da Silva).
Vem a propósito da mensagem anterior, da Poesia que andava na rua. Uma das obras foi cartaz alusivo ao 25 de Abril.
Espero que gostem das pinturas (e tenham vontade de procurar mais obras de Vieira da Silva).
Biblioteca
Partida de xadrez
Voltando a Herculano e a Sophia de Mello Breyner
Para concluir...
De Herculano, o vimos lutar pelo regime liberal e intervir na sociedade da época, escrevendo, como deputado nas Cortes, Presidente de Câmara.
De Sophia, sabemos dos seus antepassados (Pedro e Tomás) a lutar pelo liberalismo. O filho de Pedro (António de Mello Breyner) também estava no exército de D. Pedro IV e foi gravemente ferido no Cerco do Porto.
E a poeta, durante o Estado Novo (1933-1974), também lutou pela liberdade em Portugal e teve intervenção social e política (assinando documentos de crítica ao regime, escrevendo, participando em encontros ou nas acções possíveis).
No seu "Livro Sexto" Salazar é retratado como um "velho abutre" cujos discursos "têm o dom de tornar as almas mais pequenas".
Ainda antes do 25 de Abril, participou na campanha da CEUD (Comissão Eleitoral de Unidade Democrática - formação eleitoral que disputou as eleições de 1969 contra o partido do regime) e integrou a Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos. Nessa campanha proferiu um discurso em que afirmou «Aos pobres de Portugal é costume dizer: “Tenham paciência”. Mas na verdade devemos dizer: “Não tenham paciência”. Devemos pedir ao povo português que procure o caminho de uma “impaciência pacífica”, que se exprima e combata sem violência mas com teimosia e firmeza.» O seu marido, o advogado e jornalista Francisco Sousa Tavares, chegou a estar preso por motivos políticos.
Após o 25 de Abril de 1974 - "o dia inicial inteiro e limpo", como escreveu - foi deputada pelo Partido Socialista à Assembleia Constituinte (1975-1976). Depois dedicou-se mais à escrita, embora sempre atenta ao que se passava à sua volta e sempre crítica em relação ao que considerava injusto na sociedade.
Como escreveu: "Corajoso é combater o que está à nossa frente e no poder, e só o que é corajoso é divertido."
A Poesia está na rua - frase de Sophia de Mello Breyner a propósito do 25 de Abril de 1974.
Frase-inspiração para a pintora Vieira da Silva, amiga de Sophia.
De Herculano, o vimos lutar pelo regime liberal e intervir na sociedade da época, escrevendo, como deputado nas Cortes, Presidente de Câmara.
De Sophia, sabemos dos seus antepassados (Pedro e Tomás) a lutar pelo liberalismo. O filho de Pedro (António de Mello Breyner) também estava no exército de D. Pedro IV e foi gravemente ferido no Cerco do Porto.
E a poeta, durante o Estado Novo (1933-1974), também lutou pela liberdade em Portugal e teve intervenção social e política (assinando documentos de crítica ao regime, escrevendo, participando em encontros ou nas acções possíveis).
No seu "Livro Sexto" Salazar é retratado como um "velho abutre" cujos discursos "têm o dom de tornar as almas mais pequenas".
Ainda antes do 25 de Abril, participou na campanha da CEUD (Comissão Eleitoral de Unidade Democrática - formação eleitoral que disputou as eleições de 1969 contra o partido do regime) e integrou a Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos. Nessa campanha proferiu um discurso em que afirmou «Aos pobres de Portugal é costume dizer: “Tenham paciência”. Mas na verdade devemos dizer: “Não tenham paciência”. Devemos pedir ao povo português que procure o caminho de uma “impaciência pacífica”, que se exprima e combata sem violência mas com teimosia e firmeza.» O seu marido, o advogado e jornalista Francisco Sousa Tavares, chegou a estar preso por motivos políticos.
Após o 25 de Abril de 1974 - "o dia inicial inteiro e limpo", como escreveu - foi deputada pelo Partido Socialista à Assembleia Constituinte (1975-1976). Depois dedicou-se mais à escrita, embora sempre atenta ao que se passava à sua volta e sempre crítica em relação ao que considerava injusto na sociedade.
Como escreveu: "Corajoso é combater o que está à nossa frente e no poder, e só o que é corajoso é divertido."
A Poesia está na rua - frase de Sophia de Mello Breyner a propósito do 25 de Abril de 1974.
Frase-inspiração para a pintora Vieira da Silva, amiga de Sophia.
28 de março de 2011
Alexandre Herculano, aniversariante
Faz hoje 201 anos que nasceu, na cidade de Lisboa, Alexandre Herculano, personagem sobre a qual os alunos do 6.º 6 irão descobrir um pouco mais.
Soldado, Bibliotecário, Escritor, Jornalista, Historiador, Político, Agricultor
Depois de já termos falado de alguns acontecimentos em que Herculano esteve envolvido, nas lutas entre liberais e absolutistas – foi um dos “Bravos do Mindelo”, integrado no Regimento dos Voluntários da Rainha – aqui lembramos, muito resumidamente, o escritor, autor de obras de poesia e de ficção, nomeadamente romances históricos. Juntamente com Almeida Garrett (outro escritor liberal), é considerado o iniciador do estilo romântico em Portugal, que inaugurou a prosa de ficção moderna no nosso país.
E não podemos deixar de referir o seu papel como historiador: é considerado o fundador da moderna historiografia portuguesa, isto é, o primeiro estudioso da História, em Portugal, a seguir um método de investigação que fez com que os seus estudos fossem considerados exemplares e a sua forma de usar e analisar os documentos históricos fosse apontada como o caminho a seguir por quem queria estudar com objectividade a História de Portugal.
E começou a publicar, exactamente, uma História de Portugal, que não chegou a completar. No campo da História, publicou ainda um estudo sobre a origem do tribunal da Inquisição em Portugal e foi encarregado de fazer uma recolha de documentos valiosos, até então dispersos por vários arquivos.
Decorria a Guerra Civil quando foi nomeado, por D. Pedro IV, bibliotecário da Biblioteca do Porto. Mais tarde dirigiu a revista O Panorama. A convite de D. Fernando II, desempenhou o cargo de Director das Bibliotecas Reais da Ajuda e das Necessidades.
Alexandre Herculano manteve-se sempre fiel aos seus ideais políticos, defendendo a Carta Constitucional. Foi deputado às Cortes, Presidente da Câmara Municipal de Belém (que ainda não pertencia à cidade de Lisboa) e preceptor do futuro rei D. Pedro V.
Apesar de ser próximo de muitas figuras do liberalismo que estiveram no poder quando do início da Regeneração (1851), e de em sua casa se terem efectuado, com o Duque de Saldanha, reuniões em que se preparou o golpe da Regeneração, recusou fazer parte do Governo chefiado pelo próprio Duque [“Aquele gajo”, segundo o 6.º 6].
Após o seu casamento, já em 1866, retirou-se definitivamente para a sua quinta de Vale Lobos (Santarém), dedicando-se quase inteiramente à agricultura.
Soldado, Bibliotecário, Escritor, Jornalista, Historiador, Político, Agricultor
Depois de já termos falado de alguns acontecimentos em que Herculano esteve envolvido, nas lutas entre liberais e absolutistas – foi um dos “Bravos do Mindelo”, integrado no Regimento dos Voluntários da Rainha – aqui lembramos, muito resumidamente, o escritor, autor de obras de poesia e de ficção, nomeadamente romances históricos. Juntamente com Almeida Garrett (outro escritor liberal), é considerado o iniciador do estilo romântico em Portugal, que inaugurou a prosa de ficção moderna no nosso país.
E não podemos deixar de referir o seu papel como historiador: é considerado o fundador da moderna historiografia portuguesa, isto é, o primeiro estudioso da História, em Portugal, a seguir um método de investigação que fez com que os seus estudos fossem considerados exemplares e a sua forma de usar e analisar os documentos históricos fosse apontada como o caminho a seguir por quem queria estudar com objectividade a História de Portugal. E começou a publicar, exactamente, uma História de Portugal, que não chegou a completar. No campo da História, publicou ainda um estudo sobre a origem do tribunal da Inquisição em Portugal e foi encarregado de fazer uma recolha de documentos valiosos, até então dispersos por vários arquivos.
Decorria a Guerra Civil quando foi nomeado, por D. Pedro IV, bibliotecário da Biblioteca do Porto. Mais tarde dirigiu a revista O Panorama. A convite de D. Fernando II, desempenhou o cargo de Director das Bibliotecas Reais da Ajuda e das Necessidades.
Painel da autoria de Columbano Bordalo Pinheiro,
na Sala dos Passos Perdidos (Assembleia da República),
retratando Passos Manuel, Almeida Garrett,
Alexandre Herculano e José Estevão de Magalhães
Alexandre Herculano manteve-se sempre fiel aos seus ideais políticos, defendendo a Carta Constitucional. Foi deputado às Cortes, Presidente da Câmara Municipal de Belém (que ainda não pertencia à cidade de Lisboa) e preceptor do futuro rei D. Pedro V.
Apesar de ser próximo de muitas figuras do liberalismo que estiveram no poder quando do início da Regeneração (1851), e de em sua casa se terem efectuado, com o Duque de Saldanha, reuniões em que se preparou o golpe da Regeneração, recusou fazer parte do Governo chefiado pelo próprio Duque [“Aquele gajo”, segundo o 6.º 6].
Após o seu casamento, já em 1866, retirou-se definitivamente para a sua quinta de Vale Lobos (Santarém), dedicando-se quase inteiramente à agricultura.
Alexandre Herculano e Sophia de Mello Breyner (2)
Recuemos no tempo...
1828 - D. Miguel regressou do exílio, depois de se ter comprometido a casar com a sobrinha (D. Maria II), a respeitar a Carta Constitucional de 1826 e a governar como regente até D. Maria II ter idade para ser ela a governar.
D. Miguel "esqueceu-se" do compromisso assumido, assumindo-se antes como rei absoluto. Começou a perseguição aos liberais (os "malhados"). Muitos liberais fugiram para o estrangeiro, muitos outros foram presos, outros foram mortos.
Vítima dessa perseguição absolutista, Pedro de Mello Breyner foi preso no forte de S. Julião da Barra, onde viria a morrer, mal tratado, doente e com falta de cuidados, perto do Natal de 1831.
Nesse ano (1831), um jovem nascido em 28 de Março de 1810, de seu nome Alexandre Herculano, liberal defensor da Carta Constitucional, esteve envolvido na revolta do Regimento n.º 4 de Infantaria de Lisboa contra o governo de D. Miguel. O levantamento falhou, mas Alexandre Herculano conseguiu fugir para Inglaterra e depois para França.
1828 - D. Miguel regressou do exílio, depois de se ter comprometido a casar com a sobrinha (D. Maria II), a respeitar a Carta Constitucional de 1826 e a governar como regente até D. Maria II ter idade para ser ela a governar.
D. Miguel "esqueceu-se" do compromisso assumido, assumindo-se antes como rei absoluto. Começou a perseguição aos liberais (os "malhados"). Muitos liberais fugiram para o estrangeiro, muitos outros foram presos, outros foram mortos.
Vítima dessa perseguição absolutista, Pedro de Mello Breyner foi preso no forte de S. Julião da Barra, onde viria a morrer, mal tratado, doente e com falta de cuidados, perto do Natal de 1831.Nas imagens, o Forte de S. Julião da Barra, onde muitos liberais estiveram presos no reinado de D. Miguel: perspectiva do seu interior e vista aérea sobre o forte.
Nesse ano (1831), um jovem nascido em 28 de Março de 1810, de seu nome Alexandre Herculano, liberal defensor da Carta Constitucional, esteve envolvido na revolta do Regimento n.º 4 de Infantaria de Lisboa contra o governo de D. Miguel. O levantamento falhou, mas Alexandre Herculano conseguiu fugir para Inglaterra e depois para França.
Em 1832, integrou a expedição militar de D. Pedro IV, saindo dos Açores e desembarcando na praia de Arnosa de Pampelido (hoje também chamada Praia da Memória).
Após o desembarque liberal, ainda na praia, D. Pedro IV entregou o estandarte do seu exército a um soldado veterano que com ele vinha na expedição: Tomás de Mello Breyner. Ele seria, a partir de então, o porta-estandarte das forças liberais.
A entrega do estandarte por D. Pedro IV a
Tomás de Mello Breyner (de joelho em terra)
25 de março de 2011
Alexandre Herculano e Sophia de Mello Breyner (1)
Esta semana decorreu na nossa escola a Semana da Leitura.
Que relação pode haver entre Alexandre Herculano e Sophia de Mello Breyner, para além dos dois serem escritores/poetas?
Quando a poeta nasceu (ela detestava que lhe chamassem poetisa!) já Herculano morrera há mais de 40 anos.
Calhou-me acompanhar a Turma do 6.º 4 à Biblioteca, quando a outra turma presente na sessão era o 6.º 6.
O acaso (para mim) fez com que alunos do 6.º 4 tivessem preparado uma biografia de Sophia de Mello Breyner e a leitura de alguns dos seus poemas e alunos do 6.º 6 tivessem feito a leitura de pequenos textos de Alexandre Herculano.
Que relação pode haver entre Alexandre Herculano e Sophia de Mello Breyner, para além dos dois serem escritores/poetas?Quando a poeta nasceu (ela detestava que lhe chamassem poetisa!) já Herculano morrera há mais de 40 anos.
Mas, indirectamente, acaba por haver uma ligação familiar interessante e há algumas coincidências nas suas vidas.
Além disso, Alexandre Herculano está directamente envolvido na história da época que acabámos de estudar: a segunda metade do século XIX. E, imaginem, em sua casa conspirou... "aquele gajo"!
Na próxima 2.ª feira, dia em que Alexandre Herculano faria anos (201 anos!), vamos descobrir essas ligações e um pouco mais.
24 de março de 2011
Ficha de Avaliação
Na barra lateral esquerda podem encontrar informação sobre os conteúdos que serão objecto da próxima Ficha de Avaliação e sobre o que devem saber.
Qualquer questão, qualquer dúvida poderá ser remetida para a caixa dos comentários ou para o endereço carloscarrasco9@gmail.com
Qualquer questão, qualquer dúvida poderá ser remetida para a caixa dos comentários ou para o endereço carloscarrasco9@gmail.com
23 de março de 2011
Os novos meios de comunicação no século XIX
O Daniel (6.º 6) fez um pequeno trabalho sobre os novos meios de comunicação no século XIX.
Pode ser visto aqui
Pode ser visto aqui
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