Desfile das tropas chefiadas pelo general Gomes da Costa, em Lisboa (Cais do Sodré), 6 de junho de 1926.
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts. Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.

27 de novembro de 2010

A reconstrução de Lisboa


A Baixa pombalina é um conjunto arquitectónico de grande valor patrimonial. Construída após a destruição da cidade pelo terramoto de 1755, foi, em meados do século XVIII, o primeiro grande exemplo da aplicação das ideias iluministas à renovação urbana.


A Baixa foi planeada para ser o centro de Lisboa, uma grande capital europeia.


Se é destacado o papel do Marquês de Pombal, enquanto político responsável pela reconstrução - toma as decisões - não pode ser esquecido o papel dos técnicos responsáveis pelo plano da Baixa: Eugénio dos Santos e Manuel da Maia.
Manuel da Maia (1677 - 1768), engenheiro militar, esteve envolvido nos trabalhos do Aqueduto das Águas Livres, construção que resistiu ao terramoto de 1755. Engenheiro-mor do Reino, foi dos principais participantes nos estudos para a reconstrução de Lisboa.

Busto de Manuel da Maia

Eugénio dos Santos (1711 - 1760), arquitecto, foi chamado pelo Marquês de Pombal para participar nas obras de reconstrução de Lisboa. É o principal autor do traçado geométrico da baixa pombalina, nomeadamente do Terreiro do Paço.

Eugénio dos Santos


Projecto de Eugénio dos Santos para a Baixa de Lisboa


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