25 de Abril de 1974 - Salgueiro Maia (à esquerda) e Maia Loureiro (de dedos em V) acabam de assegurar a adesão do Regimento de Cavalaria 7 à Revolução, ultrapassando o confronto que esteve eminente na Av. Ribeira das Naus. Fotógrafo: Eduardo Gageiro
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts. Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.

18 de outubro de 2014

O Paço da Ribeira (Lisboa pré-1755)

Na turma do 6.º C falei deste filme, mas não o vimos.
Agora vem mesmo a propósito da última aula do 6.º D, quando foi questionado o destino dado às riquezas provenientes do Brasil, sobretudo o ouro, no reinado de D. João V.

O vídeo - primeiro com as legendas em português, depois em inglês - é apresentado como sendo sobre Lisboa antes do terramoto, mas a verdade é que se centra no Paço da Ribeira, a residência real a partir de D. Manuel I.

D. João V mandou fazer um largo conjunto de obras, como se compreende da leitura das legendas.
A música é da época de D. João V, em estilo barroco.




2 comentários:

  1. permita-me que faça um reparo, peço desculpa se não for conveniente:
    "quando foi questionado o destino dado às riquezas provenientes do Brasil, sobretudo o ouro, no reinado de D. João V."
    a história de Portugal é muito esquecida, escondida, e/ou politizada
    e na maior parte das vezes quando se toca nas historias dos antigos territórios portugueses, é um sem fim de queixumes ou que se trata de "nostalgia de colonialista" ou "apoio a comunistas" ou de "traidores da pátria" , enfim um amalgama que não ajuda e dificulta quem quer interessar-se pelas coisas e pelas pessoas
    como se diz em França, cuspimos na própria sopa (on crache dans sa soupe)

    assim com as riquezas do Brasil, não se menciona as cidades que foram construídas de raiz no Brasil, várias dela classificadas património mundial pela Unesco, os conventos e igrejas, os palacetes, os fortes, (tudo isso agora fácil de visualizar no youtube ou pelos vários sites) a vida cultural e o ensino porque também é necessário prestígio para a representação na própria colónia e junto dos outros países, o custo da administração e dos exércitos que deviam defender esses territórios, as despesas com as expedições, a compra de tudo o que era enviado de Portugal, desde os livros, aos órgão, aos azulejos, aos tecidos, mobílias, tudo isto custava muito caro á administração,
    na grande maioria do ensino praticamente fica só a ideia que as riquezas do Brasil só serviram para os reis "tolos" portugueses gastarem em palácios na metrópole
    na minha opinião existe muita injustiça relativamente ás pessoas desse tempo, como se as nossas "lamúrias" fossem a pura verdade, pelo contrário penso que sacrificam o interesse dos nossos filhos pelo estudo
    tenha um bom domingo
    Angela

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