Desfile das tropas chefiadas pelo general Gomes da Costa, em Lisboa (Cais do Sodré), 6 de junho de 1926.
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts. Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.

3 de outubro de 2013

Piratices e tesouros naufragados

Porque falámos, numa aula do 6.º D, de tesouros que se perdiam com os naufrágios (e também de piratas), dou conta de uma notícia recente.

No início deste mês, um explorador de tesouros naufragados, Barry Clifford, que passou o verão em mergulhos de pesquisa junto aos destroços de um navio do século XVIII, descobriu, com a sua equipa de mergulhadores, "rochas com ouro incrustado".

Foram encontradas 11 moedas em cima de uma bala de canhão e 50 moedas agarradas a uma barra de metal. Explicam que se formam estas "massas rochosas" pela reação química do ouro e da prata com a água salgada.
As moedas são uma pequena amostra dos milhares de moedas que caíram à água quando um navio naufragou no dia 26 de Abril de 1717, perto da costa de Massachusetts (atualmente, território dos E.U.A.), carregado de moedas de ouro e de prata.
Os mergulhos foram agora interrompidos por causa do estado do mar.

Que navio era este?
Ver aqui


2 comentários:

  1. como estará o tesouro de um navio que seria português encontrado há pouco junto da costa da Namíbia?
    não vi mais nada sobre o assunto!

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  2. A notícia dessa descoberta remonta a maio de 2008. Houve trabalho de arqueologia - a seco! É uma zona de minas de diamantes e eles vão, artificialmente, ganhando terreno ao mar, pelo que a exploração arqueológica se fez uns metros abaixo do nível do mar... mas em terra.
    Chegou-se a falar que seria o navio de Bartolomeu Dias (que se perdeu na viagem de Pedro Álvares Cabral, a caminho da Índia), mas quando se achou uma moeda do reinado de D. João III, essa hipótese foi posta de lado - o navio era do século XVI.
    Havia vestígios de canhões (creio), marfim, moedas... Depois de 2009 parece que as notícias pararam.

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