25 de Abril de 1974 - Salgueiro Maia (à esquerda) e Maia Loureiro (de dedos em V) acabam de assegurar a adesão do Regimento de Cavalaria 7 à Revolução, ultrapassando o confronto que esteve eminente na Av. Ribeira das Naus. Fotógrafo: Eduardo Gageiro
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts. Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.

19 de setembro de 2016

Descoberta uma Torá com cerca de 400 anos

Na primeira aula do 6.º C, quando falávamos de "narrativas verdadeiras" e de documentos históricos, houve uma questão posta pelo Marco que me fez falar deste achado.

Um construtor civil encontrou, há 10 anos, um pergaminho com 30 metros de comprimento e 60 centímetros de largura, durante a demolição de uma casa na Covilhã. 
Enrolou o pergaminho num lençol e teve-o guardado em casa, até que, há 6 meses, o mostrou a arqueólogos. 
Ficou a saber que tinha guardado uma Torá, o texto fundamental do Judaísmo (comparável à Bíblia, para os Cristãos), já com cerca de 400 anos.


A Torá apresenta-se na forma de um rolo de pergaminho manuscrito, que se enrola de um lado para o outro à medida que se faz a leitura. 



A Torá está agora exposta nos Paços do Concelho da cidade da Covilhã e, depois, ficará guardada no Arquivo Municipal da Covilhã, com climatização e controlo da humidade, e será objeto de mais estudos.

Prometi ao Marco - e à turma - colocar aqui esta informação. Foi hoje, dia em que o Marco faz anos.
Parabéns e felicidades!


2 comentários:

  1. parabéns ao Marco, com um pouco de atraso ! a notícia é excelente !

    ResponderEliminar
  2. Darei conta ao Marco e agradeço por ele.
    A zona raiana é rica em vestígios das comunidades judaicas e parece-me que, agora, estão a ser mais valorizados.
    Em 2011 foi fundada a Rede das Judiarias Portuguesas, para promover esse património, e estava a ser criada a Rota das Judiarias.

    ResponderEliminar