25 de Abril de 1974 - Salgueiro Maia (à esquerda) e Maia Loureiro (de dedos em V) acabam de assegurar a adesão do Regimento de Cavalaria 7 à Revolução, ultrapassando o confronto que esteve eminente na Av. Ribeira das Naus. Fotógrafo: Eduardo Gageiro
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts. Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.

12 de novembro de 2011

A Inquisição – as torturas

Auto-de-fé - procissão e
execução dos condenados
A atuação da Inquisição distingue-se pela sua intolerância e crueldade, pois chegava à prática de torturas e castigos que podiam ir até à morte pelo fogo, em sessões públicas, solenes, chamadas autos-de-fé.

A defesa dos suspeitos era muito dificultada - eles não tinham praticamente proteção perante o tribunal: podiam ignorar do que eram acusados, não sabiam quem os tinha denunciado ou quem eram as testemunhas de acusação.
Os suspeitos eram sujeitos a interrogatórios em que se procurava obter a prova da sua culpabilidade, através de testemunhos ou de confissão.

A confissão muitas vezes era obtida pela violência: detenção prolongada, castigos diversos e tortura.
Era através das torturas que, muitas vezes, o Tribunal da Inquisição obtinha confissões e denúncias por parte de quem estava a ser julgado. As torturas eram tão atrozes que os prisioneiros até confessavam… o que não tinham feito, com o objetivo de se verem livres delas.



Sem comentários:

Enviar um comentário