Desfile das tropas chefiadas pelo general Gomes da Costa, em Lisboa (Cais do Sodré), 6 de junho de 1926.
APRESENTAÇÃO: Este blogue começou por se destinar, essencialmente, aos meus alunos (dos 5.º e 6.º anos), procurando a interação possível quando não existiam as plataformas educativas. Com estas, o blogue perdeu o sentido de necessidade e foi diminuindo o número de novos posts. Mas, mesmo com a aposentação do seu autor, permanece como um espaço de arquivo que pode continuar a ser útil. Por interesse sobre os assuntos da História e da Geografia de Portugal, por gosto e por vício, serão partilhados novos posts... sem o sentido de obrigação, sem vinculação a orientações curriculares, ao ritmo do meu interesse e do meu tempo.

14 de abril de 2013

As reais personagens da crise de 1383-1385 - infante D. João

O infante D. João nasceu em 1352 e era filho de D. Pedro I e de D. Inês de Castro.
Depois da declaração de D. Pedro, em 1360, de que casara com D. Inês de Castro, passou a ser reconhecido como infante.
Recebeu a doação de muitos bens por parte de seu pai. Esteve ao lado de D. Fernando I nas duas primeiras guerras contra Castela.
Depois de ter sido perdoado pelo assassinato da mulher, uma irmã de D. Leonor Teles, teria chegado a ser pensado para marido de D. Beatriz. Talvez porque essa hipótese começou a não lhe parecer possível abandonou a corte e acolheu-se a Castela. Os seus bens em Portugal foram confiscados e passou a servir o rei D. João I. Por esse  motivo, na guerra de 1381-82 esteve do lado de Castela contra D. Fernando.
Quando D. Fernando I morreu, D. João I de Castela, pensando que o infante podia ser um candidato ao trono de Portugal e, portanto, seu rival, prendeu-o.
Tendo a situação evoluído de maneira diferente, o infante D. João foi solto e acabaria por casar com uma meia-irmã do rei de Castela, recebendo novas doações deste. Morreu em 1397.


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