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A Adoração dos Pastores - Pintura atribuída a Bento Coelho da Silveira (Lisboa, 1617(?) - 1708), um dos mais conceituados pintores portugueses da sua época. Foi nomeado pintor régio por D. Pedro II, em 1678.

29 de abril de 2013

A vida nos mosteiros e nas terras senhoriais

O João, da turma 5.º 9, apresentou um bom trabalho sobre a sociedade portuguesa no século XIII, centrando-se na vida quotidiana nos mosteiros e nas terras senhoriais.

É esse trabalho que se encontra aqui disponível.

18 de abril de 2013

Cronologia da crise de 1383-1385

                                          CRONOLOGIA  -  CRISE DE 1383 - 1385

(não esquecer que já foi apresentada uma cronologia do reinado de D. Fernando I )

1383
2 de abril - Assinatura do Tratado de Salvaterra com o objetivo de consolidar a paz estabelecida no acordo de Elvas. Como, entretanto, morrera a rainha de Castela (D. Leonor de Aragão), foi combinado o casamento de D. Beatriz com D. João I, rei de Castela.
22 de outubro - Morte de D. Fernando.
D. Leonor Teles assumiu o cargo de regente de Portugal em nome de D. Beatriz e de D. João I de Castela.
D. Leonor Teles mandou aclamar D. Beatriz como rainha de Portugal.
Revoltas populares em Lisboa e noutras localidades contra a regente e contra a aclamação de D. Beatriz como rainha de Portugal. Outras localidades aceitaram a aclamação de D. Beatriz.
6 de dezembro – Um grupo comandado por D. João, Mestre de Avis, com homens da sua confiança, assassinou João Fernandes Andeiro, Conde de Ourém (conhecido por Conde Andeiro), principal conselheiro da rainha D. Leonor. Álvaro Pais, um importante burguês de Lisboa que terá dado a ideia do assassinato, mobilizara a população de Lisboa para “acudir ao Mestre”, cercando o Paço da rainha e certificando-se que o Mestre saía em segurança.
O bispo de Lisboa, acusado de não ter mandado tocar o sino para se acudir ao Mestre, foi assassinado na Sé pelo povo em revolta, juntamente com outros 2 clérigos que estavam com ele.
O povo de Lisboa juntou-se para assaltar a judiaria, mas o Mestre conseguiu evitar que tal acontecesse.
D. Leonor, com fidalgos, oficiais e criados da sua casa, fugiu para Alenquer.
15 de dezembro - O Mestre de Avis foi escolhido, pelo povo de Lisboa, para Regedor e Defensor do Reino.
16 de dezembro - Em reunião na Câmara do Concelho, os “grandes da cidade” também tomaram o Mestre por chefe.
Começou-se a preparar a defesa da cidade de Lisboa perante a ameaça de um ataque castelhano.
Os partidários de D. Leonor Teles/D. Beatriz fugiam para Castela.
D. Nuno Álvares Pereira aderiu à causa do Mestre.
D. Leonor, parte de Alenquer para Santarém, de onde escreveu a D. João I de Castela pedindo-lhe ajuda.
Partiram para Inglaterra dois enviados com o objetivo de pedirem o auxílio do rei de Inglaterra à causa do Mestre de Avis.
D. João I de Castela invadiu Portugal, sendo recebido na cidade da Guarda.
30 de dezembro - O castelo de Lisboa, até então não controlado por partidários de D. João de Castela, entregou-se ao Mestre depois de negociações.
Finais de 1383
Início de 1384
A população de Lisboa colaborou em peso nos preparativos da defesa da cidade. Em contrapartida, o Mestre de Avis concederia mais direitos aos seus moradores. 
D. João foi arranjando os capitais necessários para fazer o reforço defensivo, conseguir armas, homens e mantimentos. Os judeus fizeram um empréstimo especial.
1384
12 de janeiro - o rei de Castela, depois de ter passado por várias cidades, como Coimbra, chegou a Santarém, onde se encontrava D. Leonor Teles.
13 de janeiro - D. Leonor Teles renunciou à regência do reino em favor de D. João I de Castela e de sua filha, D. Beatriz; seria feita prisioneira e enviada para Castela.
Muitos nobres foram manifestar o seu apoio ao rei de Castela.
fevereiro - Cerca de 1000 homens do exército castelhano iniciaram as operações de cerco a Lisboa; viriam a recuar no terreno.
março - o rei de Castela veio com mais soldados preparar o cerco de Lisboa.
Sabendo que soldados castelhanos se preparavam para atacar campos e vilas no Alentejo, o Mestre nomeou D. Nuno Álvares Pereira fronteiro de Entre Tejo e Guadiana.
6 de abril - batalha de Atoleiros (Alentejo), com vitória das forças portuguesas comandadas por D. Nuno Álvares Pereira.
26 a 29 de maio - Chegou ao Tejo uma armada castelhana.
30 de maio - o rei de Castela, à frente de alguns milhares de soldados, deu início ao cerco de Lisboa.
Enquanto Lisboa esteve cercada, ocorreram confrontos entre partidários do rei de Castela e do Mestre de Avis em muitos locais do país.
A população de Lisboa passava fome.
No acampamento dos castelhanos começaram a morrer soldados com peste.
3 de setembro - Estando D. Beatriz também em perigo com a peste, o rei de Castela decidiu levantar o cerco (o rei partiria para Castela a 14 de outubro; a armada só estaria de retirada no final de outubro).
A população de Lisboa agradeceu a Deus o milagre de libertar a cidade do cerco castelhano e organizou-se uma procissão desde a Sé até ao Mosteiro da Trindade.
Foi decidido reunir cortes em Coimbra com representantes da nobreza, clero e povo (“os concelhos que por Portugal mantinham voz”).
Finais de 1384
Início de 1385
Continuou a haver pelo reino muitos combates entre partidários do rei de Castela e do Mestre de Avis, com atos de heroísmo e de traição.
1385
abril - Cortes de Coimbra
6 de abril - D. João, Mestre de Avis foi escolhido para rei nas Cortes – D. João I.
D. Nuno Álvares Pereira foi elevado à função de Condestável ("chefe" do exército).
Continuou a haver pelo reino muitos combates entre partidários do rei de Castela e do Mestre de Avis.
29 de maio – Forças portuguesas derrotaram o exército castelhano na batalha de Trancoso.
D. João I de Castela invadiu Portugal.
14 de agosto – Batalha de Aljubarrota, onde o exército de D. João I de Portugal venceu D. João I de Castela.
D. João I de Portugal e os seus partidários ocuparam um grande número de localidades até aí partidários de D. João I Castela.
outubro - D. Nuno Álvares Pereira venceu os castelhanos na batalha de Valverde.
A guerra com Castela continuaria...


16 de abril de 2013

As reais personagens da crise de 1383-1385 - D. Beatriz

D. Beatriz, filha de D. Fernando I e de D. Leonor Teles, nasceu em fevereiro de 1373.
D. Beatriz foi vítima da política de alianças políticas de seu pai: foi combinado o seu casamento com D. Fradique (filho de D. Henrique II de Castela, 1376), D. Henrique e D. Fernando (filhos de D. João I de Castela, 1380 e 1382), D. Duarte de Cambridge (inglês, 1380)...
Bandeira com as armas de Castela e de
Portugal, adotada por D. João I de Castela
Casou com D. João I de Castela, tornando-se rainha de Castela (abril de 1383).
Foi mandada aclamar como rainha de Portugal depois da morte de D. Fernando (22 de outubro de 1383), mas isso provocou a revolta em muitos locais do reino.

Acompanharia o seu marido, D. João I de Castela, quando este invadiu Portugal, mas, com o insucesso do cerco de Lisboa, voltaria para Castela definitivamente.
Terá morrido já depois de 1412.

As reais personagens da crise de 1383-1385 - D. João, Mestre de Avis


D. João, Mestre de Avis, futuro D. João I de Portugal, foi o primeiro rei da segunda dinastia, a dinastia de Avis.
Filho de D. Pedro I e de uma dama galega chamada Teresa Lourenço, nasceu em 11 de abril de 1357.
Foi nomeado Mestre da Ordem Militar de Avis com apenas 7 anos de idade. Viveu em Avis, na sede da Ordem de que era Mestre, mas também passou períodos na corte.
Apesar de pertencer a uma ordem religiosa e militar e de ter feito voto de castidade, aos 20 anos já era pai de D. Afonso, o 1.º Duque de Bragança.

Nessa altura, D. João já era um dos mais ricos senhores de Portugal e desempenhou missões importantes para D. Fernando I, nomeadamente as negociações para os vários casamentos prometidos de D. Beatriz.
Visto como chefe do “partido” que estava contra D. Leonor Teles, numa corte cheia de intrigas, D. João chegou a ser preso (1382) mas foi readmitido por D. Fernando.
Depois da morte deste (22 de outubro de 1383) foi nomeado fronteiro para o Alentejo (responsável pela defesa da zona da fronteira).
A conjura contra D. Leonor Teles e o Conde Andeiro leva-o a participar no assassinato do Conde, a 6 de dezembro de 1383.

Assassinato do Conde Andeiro
Depois... a sua vida deu uma volta tal que chegou a rei.
Mas disso falaremos depois

As reais personagens da crise de 1383-1385 - infante D. Dinis

Filho de D. Pedro I e de D. Inês de Castro, irmão do infante D. João, D. Dinis terá nascido em 1353.

Tendo-se recusado a beijar a mão a D. Leonor Teles quando do casamento desta com D. Fernando, fugiu para Castela. Ficou ao serviço do rei de Castela, participando na guerra contra Portugal (1372-1373).
Depois de um período muito “acidentado” da sua vida, viria a casar, em 1392(?), com uma filha ilegítima de D. Henrique II de Castela (tal como o seu irmão)*.

Quando morreu o infante D. João, apoiado por portugueses que estavam exilados em Castela, D. Dinis chegou a invadir Portugal (1398) mas sem sucesso.
Morreu em data incerta (1403?).


* D. Henrique II de Castela terá tido 15 filhos fora do casamento.

14 de abril de 2013

As reais personagens da crise de 1383-1385 - infante D. João

O infante D. João nasceu em 1352 e era filho de D. Pedro I e de D. Inês de Castro.
Depois da declaração de D. Pedro, em 1360, de que casara com D. Inês de Castro, passou a ser reconhecido como infante.
Recebeu a doação de muitos bens por parte de seu pai. Esteve ao lado de D. Fernando I nas duas primeiras guerras contra Castela.
Depois de ter sido perdoado pelo assassinato da mulher, uma irmã de D. Leonor Teles, teria chegado a ser pensado para marido de D. Beatriz. Talvez porque essa hipótese começou a não lhe parecer possível abandonou a corte e acolheu-se a Castela. Os seus bens em Portugal foram confiscados e passou a servir o rei D. João I. Por esse  motivo, na guerra de 1381-82 esteve do lado de Castela contra D. Fernando.
Quando D. Fernando I morreu, D. João I de Castela, pensando que o infante podia ser um candidato ao trono de Portugal e, portanto, seu rival, prendeu-o.
Tendo a situação evoluído de maneira diferente, o infante D. João foi solto e acabaria por casar com uma meia-irmã do rei de Castela, recebendo novas doações deste. Morreu em 1397.


As reais personagens da crise de 1383-1385 - D. Leonor Teles

D. Leonor Teles nasceu em 1350.
Descendente de famílias nobres, já se tinha casado muito jovem quando conheceu D. Fernando. O seu primeiro casamento foi considerado nulo, de forma que pôde casar com o monarca (1372), o que causou contestação entre a população.
D. Leonor terá influenciado a ação política de D. Fernando, tornando-se cada vez mais impopular. Para a sua impopularidade também contribuiu a acusação de ser amante do Conde João Fernandes de Andeiro - o conde Andeiro.
Pelo Tratado de Salvaterra, com a morte de D. Fernando (1383) tornou-se regente do reino de Portugal, governando em nome de sua filha, D. Beatriz.

As reais personagens da crise de 1383-1385 - D. Fernando I

D. Fernando I nasceu em Lisboa, a 31 de Outubro de 1345, filho de D. Pedro I e de D. Constança. Sucedeu a D. Pedro em 1367.
Durante o seu reinado envolveu-se em várias guerras com Castela, por se ter considerado com direitos ao trono deste reino. Não teve sucesso nessas guerras.
Depois de se ter comprometido a casar com D. Leonor de Castela, acabou por casar com D. Leonor Teles, em 1372, casamento que teve forte contestação popular.
Tomou várias medidas para o desenvolvimento da agricultura e da marinha e o comércio externo. Naquilo que agora mais nos interessa – o seu papel na crise de 1383-1385 – será de referir a construção e reparação de castelos e a construção de novas muralhas à volta de cidades como Porto e Lisboa, durante a década de 1370.
Habitualmente só se fala da sua filha D. Beatriz, mas teve mais dois filhos de D. Leonor Teles. No entanto, ambos não chegaram à idade adulta: D. Pedro morreu aos 5 anos (1375-1380) e D. Afonso morreu 4 dias depois de nascer (1382).
Depois da última guerra com Castela, 1381-82, viria a prometer a sua filha em casamento ao herdeiro do trono de Castela e, depois, ao próprio rei de Castela, D. João I.
D. Fernando I morreu em 22 de Outubro de 1383, ficando D. Leonor Teles como regente em nome de D. Beatriz.
Terminava a dinastia de Borgonha.

Túmulo de D. Fernando I
(Museu Arqueológico do Museu do Carmo - Lisboa)

As reais personagens da crise de 1383-1385 - D. João I de Castela

João I de Castela nasceu em 24 de Agosto de 1358, filho de D. Henrique II. O seu pai só se tornara rei de Castela em 1369, fundando uma nova dinastia, depois de matar o meio-irmão que então governava.
Foi contra D. Henrique II que D. Fernando I teve as duas primeiras guerras. A terceira já foi contra D. João I (1381-82).
D. João I casou, em 1375, com D. Leonor de Aragão, tendo dois filhos. Assumiu o trono em 1379.
Ficou viúvo em 1382, vindo a casar com D. Beatriz, filha de D. Fernando I, após o Tratado de Salvaterra (1383).

Tinha a ambição de governar Portugal. O casamento com D. Beatriz e a morte de D. Fernando pareciam abrir-lhe a porta à concretização desse objetivo.
Mas não iria ser como queria.

13 de abril de 2013

As reais personagens da crise de 1383-1385 - D. Pedro I

Em 1383 já tinha morrido, mas teve vários filhos (de mais do que uma mulher) envolvidos nos acontecimentos. E do seu possível casamento com D. Inês de Castro se falou nas Cortes de Coimbra de 1385. 

D. Pedro I foi o 8.º rei de Portugal. Era filho de D. Afonso IV e de D. Beatriz de Castela.
Nasceu em 8 de Abril de 1320 e começou a reinar em Março de 1357.

Falar de D. Pedro significa ter de recordar a história de Pedro e Inês.
Em 1340, D. Pedro I casou-se com a princesa castelhana D. Constança . Uma das aias que acompanhava D. Constança era Inês de Castro, por quem D. Pedro se apaixonou.
Em 1348-1349, quando D. Constança morreu, D. Pedro assumiu mais abertamente o relacionamento com Inês de Castro. D. Afonso IV, em 1355, temendo a influência da família de Inês de Castro, mandou matá-la. D. Pedro não perdoou: depois de ser aclamado rei mandou matar os assassinos de Inês de Castro e, em 1360, anunciou que se tinham casado em segredo antes de 1355, querendo que ela fosse lembrada como rainha. Não existem documentos (provas) desse casamento.


Há uma lenda que conta que, depois de ser rei, D. Pedro teria feito desenterrar o corpo da amada, coroou-a como Rainha de Portugal e obrigou os nobres a procederem à cerimónia do beija-mão real ao cadáver. Se não o fizessem seriam condenados à morte.

Túmulos de D. Inês de Castro e de D. Pedro, no Mosteiro de Alcobaça
Do casamento com D. Constança, D. Pedro I teve 3 filhos: D. Luís (1344), D. Maria (1342-1367) e D. Fernando I (1345-1383).
Da relação com Inês de Castro, D. Pedro I teve 4 filhos: D. Afonso (1350-1365), D. João (1352?- 1397), D. Dinis (1353-1403) e D. Beatriz (1354-1381).
Da relação com D. Teresa Lourenço (uma dama galega), D. Pedro I teve um filho: D. João, Mestre de Avis (futuro rei D. João I) (1357-1433).

D. Pedro I morreu em 1367, sucedendo-lhe D. Fernando I. 

12 de abril de 2013

Crise de 1383-1385 - Árvore genealógica

Para se perceber melhor "quem é quem?" e a relação familiar existente entre os reais* intervenientes nos acontecimentos.



* reais porque da família real. Outros intervenientes houve.

O reinado de D. Fernando I - cronologia

Na turma do 5.º 8 iniciámos o estudo da crise de 1383-1385.
Para melhor compreendermos a crise - e porque muito falámos de casamentos de príncipes e princesas - apresento uma 1.ª cronologia, só do reinado de D. Fernando I e respeitante a acontecimentos relativos a:

  1. guerras com Castela 
  2. acordos de paz com Castela
  3. acordos/tratados com Inglaterra (nossa aliada)
  4. casamentos (ou promessas de casamento) da princesa D. Beatriz
  5. outros acontecimentos

CRONOLOGIA  -  REINADO  DE  D. FERNANDO
AS  GUERRAS  FERNANDINAS,  AS  ALIANÇAS  COM  A  INGLATERRA  E 
AS  PROMESSAS DE CASAMENTO  DE  D. BEATRIZ

1367
Morte de D. Pedro I. Subida ao trono de D. Fernando.
1369-1370
Guerra entre Portugal e Castela.
1371
Assinatura de um tratado de paz, em Alcoutim, entre Portugal e Castela. É acordado o casamento de D. Fernando com a filha mais velha do rei de Castela.

Casamento de D. Fernando com D. Leonor Teles. Levantamentos populares em Lisboa contra o casamento do rei. Por causa deste casamento, que não respeitava o Tratado de Alcoutim, este tratado foi revogado.
1372-1373
Nova guerra entre Portugal e Castela. O rei de Castela ocupou várias regiões de Portugal e chegou a cercar Lisboa.
1373
D. Fernando assina, em Santarém, um novo tratado de paz.

É assinado em Westminster um tratado de colaboração política, militar e comercial entre Portugal e Inglaterra.
1373-1375
D. Fernando determinou a construção, alargamento ou reconstrução de muralhas em várias cidades, incluindo Lisboa.
1377


1380
São feitas negociações para o futuro casamento de D. Beatriz (filha de D. Fernando I, tinha 3 anos de idade) com D. Fradique, filho ilegítimo de D. Henrique II de Castela (tinha 7 anos de idade).
Em maio, a corte portuguesa propunha o casamento de D. Beatriz com o filho de D. João I de Castela, D. Henrique (que ainda não tinha 1 ano).
Novo tratado que confirmava a aliança político-militar entre Portugal e Inglaterra. Em julho, D. Fernando prometia casar D. Beatriz com um membro da família real inglesa (D. Duarte, filho do conde de Cambridge).
1381-1382
Terceira guerra entre Portugal e Castela. O infante D. João, filho de D. Pedro I e de D. Inês de Castro, estava do lado do rei de Castela. Lisboa é novamente cercada.
1382
Negociada a paz entre Portugal e Castela na cidade de Elvas. D. Beatriz devia casar com o 2.º filho de D. João I de Castela (D. Fernando).
1383
Assinatura do Tratado de Salvaterra com o objetivo de consolidar a paz estabelecida no acordo de Elvas. Como, entretanto, morrera a rainha de Castela (D. Leonor de Aragão), D. Beatriz vai casar com D. João I, rei de Castela.

Morte de D. Fernando.


Não se assustem com o tamanho da cronologia.
Poderão dizer que isto é confuso (como dizia a Fany na aula de hoje), mas...
É interessante ver a sucessão de guerras, tratados de paz, promessas de casamentos para ajudar a confirmar a paz, falta de respeito pelos tratados e... volta tudo ao princípio.

Trabalhos do 5.º 9 sobre a vida quotidiana no século XIII

Temas:

A - A vida quotidiana nos mosteiros
         
B - A vida quotidiana nas terras senhoriais - a nobreza
         
C - A vida quotidiana nas terras senhoriais - os camponeses
         
Grupos:

Amelyss e Daniela
Beatriz e Joyce
Jéssica e Ricardo
Gabriel e Nilza
Guilherme e Leonardo
Márcio e Iúri
João

3 de abril de 2013

Música do século XIII







A vida quotidiana nos concelhos


D - A vida quotidiana nos concelhos

Questões a que o trabalho deve responder:
  • O que eram os concelhos?
  • Como eram criados os concelhos?
  • Como eram administrados?
  • Quais eram os símbolos dos concelhos?
  • Quais os grupos sociais que os habitavam?
  • Características das cidades medievais
  • Quais as principais atividades económicas aí desenvolvidas?
  • Desenvolver a informação sobre cada uma das atividades


A vida quotidiana nas terras senhoriais - os camponeses

C - A vida quotidiana nas terras senhoriais - os camponeses

Questões a que o trabalho deve responder:
  • O que são terras senhoriais ou senhorios?
  • Quem vive nessas terras?
  • A que atividades se dedicavam os camponeses?
  • Quais eram as suas obrigações?
  • Como eram as suas residências?
  • De que se alimentavam?
  • Quais eram as suas distrações?


A vida quotidiana nas terras senhoriais - nobreza

B - A vida quotidiana nas terras senhoriais - nobreza

Questões a que o trabalho deve responder:
  • O que são terras senhoriais ou senhorios?
  • Quem vive nessas terras?
  • A que atividades se dedicavam os nobres?
  • Quais eram as suas obrigações?
  • Como eram as suas residências?
  • De que se alimentavam?
  • Quais eram as suas distrações?


A vida quotidiana nos mosteiros


A - A vida quotidiana nos mosteiros

Questões a que o trabalho deve responder:
  • O que são os mosteiros?
  • A que atividades se dedicavam os monges?
  •      Desenvolver a informação sobre cada uma das atividades
  •      Relacionar as diferentes atividades com os diferentes espaços dos mosteiros


Trabalhos do 5.º 8 sobre a vida quotidiana no século XIII

Temas e alunos:

A - A vida quotidiana nos mosteiros
          Álvaro / Celso / Marco

B - A vida quotidiana nas terras senhoriais - a nobreza
          Bruna / Mariana / Fany
          Eliana / Fafá / Margarida
          Micaela

C - A vida quotidiana nas terras senhoriais - os camponeses
          Márcio
          Miriam
          Pedro

D - A vida quotidiana nos concelhos
          Daniel / João / Rúben